Corda

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O último capitalista que penduramos será aquele que nos vendeu a corda.

Desconhecido

Nota: A citação costuma ser atribuída a Vladimir Lenin, Joseph Stalin e Karl Marx, mas não há evidências que confirmem essas autorias.

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⁠ se você acorda esperando que tomem iniciativa por você, você não está acordado. está dando corda.

⁠Nesta vida temos que se equilibristas, a corda pode estar bamba, mas o importante é que esteja bem amarrada.

⁠Quanto mais compreendo o quão fundo era o poço onde eu estava, mais compreendo o tamanho da 'corda de AMOR' que usaste para me alcançar

⁠E lá vou eu sobre a corda bamba da vida cambaleando sobre as minhas escolhas, errando, acertando; caindo, levando; às vezes, chorando outras vezes rindo, mas sempre tentando acertar.

⁠Cinquentar não é nada.
Você só conseguiu chegar no centro da corda bamba, equilibrando-se divinamente na linha da vida! Os próximos passos vc já sabe de cór e salteado, saberá aonde pode pisar, de onde deve fugir, e assim chegar ao podium com determinação, equilíbrio, força mental e muita energia positiva!

⁠Capoeira quem te mandou,
capoeira, foi teu padrinho.

O berimbau retinindo
na corda retesa,
cadência marcada
da ginga do jogo.

Zum, zum, zum,
capoeira mata um.

A perna direita
lançada pra frente,
o peso do corpo equilibrado na esquerda,
os braços jogando
de um lado pro outro…

Capoeira quem te ensinou?

De repente uma queda,
o capoeira na terra,
o aú,
de cabeça pra baixo,
as pernas no ar,
a rasteira varrendo
como foice no chão,
o corta-capim, o rabo-de-arraia,
e o inimigo caindo
de supetão,
ao puxavante
da baianada.

Luta africana
que o mestiço encampou,
que os guerreiros da mata,
quilombos, palmares,
souberam jogar.
Que o angolano nos trouxe,
que o mestre Pastinha nos soube ensinar.

Coreografia. Jongo do povo.

Zum, zum, zum
capoeira mata um.

Carlos Marighella
Poemas: rondó da liberdade. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994.

⁠Porque eu ajudei a dar corda no relógio, eu venho para ouvi-lo bater.

Nunca senti isso por ninguém. É como ter uma corda em volta do meu peito e ela ficasse me puxando para você.

⁠Jogar a corda para alguém nem sempre significa ajudar. Há quem use-a para se salvar, mas há quem use-a para se enforcar.

AMOR EM RISCO
Acendo o estopim e você explode. Aperta o gatilho e eu disparo. Corto a corda e você cai. Sinaliza e eu ultrapasso. Corro e você cansa. Dança e eu erro o passo. Demoro e você atrasa. Acende um cigarro e eu trago. Escrevo e você apaga. Sonha e eu voo. Sofro e você entristece. Deseja e eu realizo. Caminho e você alcança. Dispostos em pólos opostos, semelhanças e discrepâncias, chegamos a uma unidade simbiótica que nos permite sentir e reagir exatamente como o outro porque é muito mais do que amor o que sentimos. 04/10/2011

Vou subir num balanço de corda amarrada num galho d'arvore e ali vou sonhar que sou um pássaro
Sem vôos demasiado altos nem tampouco rasantes
Serei como um beija flor
Pairando no ar para beber o néctar da flor
Após o impulso, subir com a perna bem esticada
Sentindo que o ar me chega leve
E, lá do alto, pedir aos céus que não me falte forças ao dobrar os joelhos para voltar e num novo impulso, alçar outro vôo. Leve, confortável, alegre!

Somos como a corda do violão que está em ressonância com a corda lá.

Felicidade


Felicidade
é andar na corda bamba da vida.
É o fio do equilibrio...
Sem cair
no precipício da tristeza
Ou no vale da amargura.
Felicidade
é guiar-se pelo inesperado,
Sem saber
onde se desejas chegar,
Seguindo no escuro,
Com a certeza de acertar.

O barco no rebento do mar a corda fisga segurando o sol aquarela a te a pintura horizontal no céu baunilha na zona de rebentação da minha mente a área onde as ondas se quebram ate a praia formando espuma e borbulhas brumas...
A tarde se derrama lenta, derrete o âmbar do sol no azul,
como se o horizonte respirasse poesia,
como se cada sopro de vento
fosse um sussurro antigo do oceano.
O mar canta seus segredos nas costas das ondas,
e o céu, cor de damasco e silêncio,
inclina-se sobre mim como um abraço.
Gaivotas riscavam os céus nas altura em arabescos livres,
e a luz em lâminas suaves deslizava nas águas como dedos tímidos procurando tocar a alma templo aberto, onde o sol repousa sem pressa, onde o mar conversa com o céu
numa língua que só a sensibilidade entende.
Eu ancorado nesse instante, sinto o mundo suspenso entre duas respirações a do vento que passa e a tua lembrança que fica. E quando o sol se inclina um pouco mais e o mar acende brilhos dourados refletindo na água pedaços de luz que escapam entre as ondas e correm até meus olhos.
O céu, já quase vinho-pêssego, derrete horizontes em linhas suaves, e cada nuvem parece costurada por mãos invisíveis da calma...
O barco balança lento, obediente, e sua sombra se estica na superfície como se também desejasse tocar o fim da tarde.
A água murmura mansa e profunda um idioma líquido que embala o pensamento.
E tudo entra num silêncio perfeito, não o silêncio do vazio,
mas aquele carregado de sentidos, de memórias que o mar devolve em marolas brandas, de saudades que o vento leva, mas não leva.
No encontro entre céu e água, a luz se transforma em promessa:
promessa de paz, de poesia, de eternidade breve, aquela eternidade que só existe quando o coração se abre em silêncio
e aceita ser mareado por dentro.
Aos poucos a cor se desfaz, sobra um azul profundo escorrendo pelos cantos do mundo, e a noite nasce como se despontasse
das próprias ondas.
Eu sigo ali, entre o murmúrio do mar e o último brilho do dia,
sabendo que cada tarde assim é um pedacinho de milagre
que a alma coleciona em segredo.
Tudo vira cor, sombra, desejo, no suave encontro entre mar e infinito, onde cada onda leva algo e devolve mais encanto ainda.

Eu não sou GPS, não sou estrada, não sou guia pra te rastrear.
Eu te dei uma corda e um par de chinelos.
O chinelo é pra você caminhar livre, sem ter que dar satisfação pra ninguém.
A corda?
A corda é tua — pra você se enforcar nas próprias escolhas, nos próprios erros, na própria vida.
Porque no fim, cada um paga o preço do caminho que escolhe.

Buda já mostrava há cinco mil anos que, se a corda da cítara fica frouxa, ela não produz o som da música; e se é esticada demais, ela se rompe por conta da pressão excessiva. Assim, a virtude só é possível pelo "caminho do meio", ou seja a busca do equilíbrio entre os extremos, onde nenhum deles se mostrará como a melhor solução. Não sigo Buda, nem Cristo, Maomé ou qualquer outro. Mas procuro aprender com todos eles, pois cada um ofereceu ao mundo um pouco de sua sabedoria.

Desde que o mundo é mundo, quem quis foi a lua, voou, saltou pendurado numa corda, mergulhou no fundo do oceano numa bolha... não minta para si mesmo, viver no mundo da lua, se jogar do topo da montanha, e mergulhar no oceano de um corpo é para quem realmente que experimentar todas as sensações de um outro mundo.

Lembra-te da realidade vivida:
o passado é uma corda no pescoço,
mas o amor — ah, o amor —
é a tesoura que liberta.
Quando você cria coragem e corta essa corda,
o ar volta a caber no peito,
a vida volta a ter cor,
e o coração aprende novamente a sorrir.
Porque a liberdade não é apenas respirar,
é sentir o toque quente de quem te quer bem,
é se abrir para um futuro doce,
onde cada abraço te devolve a alegria
que o tempo tentou roubar.
As memórias antigas nunca foram felicidade,
mas o agora pode ser:
forte, vibrante, luminoso…
um romance que renasce em poesia,
um conforto que acalma,
uma alegria que abraça.
E então você descobre
que o verdadeiro amor
não aperta — liberta.

Todo DEUS Pessoal, é um CORDÃO UMBILICAL, que Nos Une ao Nosso Destino de Vida e de Morte... Eu Não Preciso Dele, para SAIR dessa VIDA... e VIVER Uma Energia Quântica, que está dentro de Mim!