Corda

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⁠ se você acorda esperando que tomem iniciativa por você, você não está acordado. está dando corda.

⁠Nesta vida temos que se equilibristas, a corda pode estar bamba, mas o importante é que esteja bem amarrada.

⁠Quanto mais compreendo o quão fundo era o poço onde eu estava, mais compreendo o tamanho da 'corda de AMOR' que usaste para me alcançar

⁠E lá vou eu sobre a corda bamba da vida cambaleando sobre as minhas escolhas, errando, acertando; caindo, levando; às vezes, chorando outras vezes rindo, mas sempre tentando acertar.

⁠Cinquentar não é nada.
Você só conseguiu chegar no centro da corda bamba, equilibrando-se divinamente na linha da vida! Os próximos passos vc já sabe de cór e salteado, saberá aonde pode pisar, de onde deve fugir, e assim chegar ao podium com determinação, equilíbrio, força mental e muita energia positiva!

⁠Capoeira quem te mandou,
capoeira, foi teu padrinho.

O berimbau retinindo
na corda retesa,
cadência marcada
da ginga do jogo.

Zum, zum, zum,
capoeira mata um.

A perna direita
lançada pra frente,
o peso do corpo equilibrado na esquerda,
os braços jogando
de um lado pro outro…

Capoeira quem te ensinou?

De repente uma queda,
o capoeira na terra,
o aú,
de cabeça pra baixo,
as pernas no ar,
a rasteira varrendo
como foice no chão,
o corta-capim, o rabo-de-arraia,
e o inimigo caindo
de supetão,
ao puxavante
da baianada.

Luta africana
que o mestiço encampou,
que os guerreiros da mata,
quilombos, palmares,
souberam jogar.
Que o angolano nos trouxe,
que o mestre Pastinha nos soube ensinar.

Coreografia. Jongo do povo.

Zum, zum, zum
capoeira mata um.

Carlos Marighella
Poemas: rondó da liberdade. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994.

⁠Porque eu ajudei a dar corda no relógio, eu venho para ouvi-lo bater.

Nunca senti isso por ninguém. É como ter uma corda em volta do meu peito e ela ficasse me puxando para você.

⁠Jogar a corda para alguém nem sempre significa ajudar. Há quem use-a para se salvar, mas há quem use-a para se enforcar.

AMOR EM RISCO
Acendo o estopim e você explode. Aperta o gatilho e eu disparo. Corto a corda e você cai. Sinaliza e eu ultrapasso. Corro e você cansa. Dança e eu erro o passo. Demoro e você atrasa. Acende um cigarro e eu trago. Escrevo e você apaga. Sonha e eu voo. Sofro e você entristece. Deseja e eu realizo. Caminho e você alcança. Dispostos em pólos opostos, semelhanças e discrepâncias, chegamos a uma unidade simbiótica que nos permite sentir e reagir exatamente como o outro porque é muito mais do que amor o que sentimos. 04/10/2011

Vou subir num balanço de corda amarrada num galho d'arvore e ali vou sonhar que sou um pássaro
Sem vôos demasiado altos nem tampouco rasantes
Serei como um beija flor
Pairando no ar para beber o néctar da flor
Após o impulso, subir com a perna bem esticada
Sentindo que o ar me chega leve
E, lá do alto, pedir aos céus que não me falte forças ao dobrar os joelhos para voltar e num novo impulso, alçar outro vôo. Leve, confortável, alegre!

Somos como a corda do violão que está em ressonância com a corda lá.

Felicidade


Felicidade
é andar na corda bamba da vida.
É o fio do equilibrio...
Sem cair
no precipício da tristeza
Ou no vale da amargura.
Felicidade
é guiar-se pelo inesperado,
Sem saber
onde se desejas chegar,
Seguindo no escuro,
Com a certeza de acertar.

O barco no rebento do mar a corda fisga segurando o sol aquarela a te a pintura horizontal no céu baunilha na zona de rebentação da minha mente a área onde as ondas se quebram ate a praia formando espuma e borbulhas brumas...
A tarde se derrama lenta, derrete o âmbar do sol no azul,
como se o horizonte respirasse poesia,
como se cada sopro de vento
fosse um sussurro antigo do oceano.
O mar canta seus segredos nas costas das ondas,
e o céu, cor de damasco e silêncio,
inclina-se sobre mim como um abraço.
Gaivotas riscavam os céus nas altura em arabescos livres,
e a luz em lâminas suaves deslizava nas águas como dedos tímidos procurando tocar a alma templo aberto, onde o sol repousa sem pressa, onde o mar conversa com o céu
numa língua que só a sensibilidade entende.
Eu ancorado nesse instante, sinto o mundo suspenso entre duas respirações a do vento que passa e a tua lembrança que fica. E quando o sol se inclina um pouco mais e o mar acende brilhos dourados refletindo na água pedaços de luz que escapam entre as ondas e correm até meus olhos.
O céu, já quase vinho-pêssego, derrete horizontes em linhas suaves, e cada nuvem parece costurada por mãos invisíveis da calma...
O barco balança lento, obediente, e sua sombra se estica na superfície como se também desejasse tocar o fim da tarde.
A água murmura mansa e profunda um idioma líquido que embala o pensamento.
E tudo entra num silêncio perfeito, não o silêncio do vazio,
mas aquele carregado de sentidos, de memórias que o mar devolve em marolas brandas, de saudades que o vento leva, mas não leva.
No encontro entre céu e água, a luz se transforma em promessa:
promessa de paz, de poesia, de eternidade breve, aquela eternidade que só existe quando o coração se abre em silêncio
e aceita ser mareado por dentro.
Aos poucos a cor se desfaz, sobra um azul profundo escorrendo pelos cantos do mundo, e a noite nasce como se despontasse
das próprias ondas.
Eu sigo ali, entre o murmúrio do mar e o último brilho do dia,
sabendo que cada tarde assim é um pedacinho de milagre
que a alma coleciona em segredo.
Tudo vira cor, sombra, desejo, no suave encontro entre mar e infinito, onde cada onda leva algo e devolve mais encanto ainda.

Eu não sou GPS, não sou estrada, não sou guia pra te rastrear.
Eu te dei uma corda e um par de chinelos.
O chinelo é pra você caminhar livre, sem ter que dar satisfação pra ninguém.
A corda?
A corda é tua — pra você se enforcar nas próprias escolhas, nos próprios erros, na própria vida.
Porque no fim, cada um paga o preço do caminho que escolhe.

Buda já mostrava há cinco mil anos que, se a corda da cítara fica frouxa, ela não produz o som da música; e se é esticada demais, ela se rompe por conta da pressão excessiva. Assim, a virtude só é possível pelo "caminho do meio", ou seja a busca do equilíbrio entre os extremos, onde nenhum deles se mostrará como a melhor solução. Não sigo Buda, nem Cristo, Maomé ou qualquer outro. Mas procuro aprender com todos eles, pois cada um ofereceu ao mundo um pouco de sua sabedoria.

Desde que o mundo é mundo, quem quis foi a lua, voou, saltou pendurado numa corda, mergulhou no fundo do oceano numa bolha... não minta para si mesmo, viver no mundo da lua, se jogar do topo da montanha, e mergulhar no oceano de um corpo é para quem realmente que experimentar todas as sensações de um outro mundo.

Lembra-te da realidade vivida:
o passado é uma corda no pescoço,
mas o amor — ah, o amor —
é a tesoura que liberta.
Quando você cria coragem e corta essa corda,
o ar volta a caber no peito,
a vida volta a ter cor,
e o coração aprende novamente a sorrir.
Porque a liberdade não é apenas respirar,
é sentir o toque quente de quem te quer bem,
é se abrir para um futuro doce,
onde cada abraço te devolve a alegria
que o tempo tentou roubar.
As memórias antigas nunca foram felicidade,
mas o agora pode ser:
forte, vibrante, luminoso…
um romance que renasce em poesia,
um conforto que acalma,
uma alegria que abraça.
E então você descobre
que o verdadeiro amor
não aperta — liberta.

Todo DEUS Pessoal, é um CORDÃO UMBILICAL, que Nos Une ao Nosso Destino de Vida e de Morte... Eu Não Preciso Dele, para SAIR dessa VIDA... e VIVER Uma Energia Quântica, que está dentro de Mim!

Te amo em cada nota que ressoa,
em cada corda que chora,
és poesia na minha voz,
és canção que nunca se acaba. - Frase da música meu coração se aquece do dj gato amarelo