Coragem
👉🏼 Coragem para Viver Livre
“Em meio a um mundo cheio de barulho e ideias que aprisionam, manter a liberdade interior é um ato de coragem verdadeira. Prosperar de verdade começa quando você abre a mente e liberta o espírito. Está na hora de deixar para trás tudo o que te prende e escolher o que faz sua alma crescer. O equilíbrio nasce quando a sua verdade interior fala mais alto que o caos externo.”
"A vida não exige perfeição, exige coragem para seguir em frente mesmo quando a esperança parece pequena."
“A dor nos mostra que não somos imortais, a coragem nos prova que podemos ser eternos em nossas escolhas.”
👉🏼 Pureza e Ego: Redescubra Sua Liberdade
“Criança: pureza líquida, leveza que flui, coragem sem medo, liberdade sem barreiras. Adulto: ego sólido, regras, limites e expectativas que moldam e pesam sobre a essência. Entre os dois, a essência permanece como rio subterrâneo, silenciosa e pura. Mergulhar nesse fluxo é reencontrar liberdade, equilíbrio e plenitude.”
Agora a coragem será vossa melhor defesa contra a tempestade que se avizinha - ela e a esperança que trago.
"Todos têm algo para falar, para criticar.. Somente poucos têm a coragem de meter a cara e seguir seus sonhos!"
Fé não é certeza. É coragem.
Quem tem fé não vê o caminho. Mas anda. E cada passo acende uma luz que não estava lá.
A felicidade não é destino. É o que se sente com coragem, enquanto caminha. A chegada é só um bônus. 🤎✨💫
Que nunca lhe falte coragem para dançar na chuva, nenhuma tempestade é para sempre, toda chuva é passageira.
A masculinidade antiga erguia impérios com silêncio e coragem; a atual tropeça em gritos e carências. A diferença está em quem lidera com presença, não com desculpas.
POESIA JOÃO CORAGEM
O inverno chegou cedo,
No junho se anunciou.
O varzedo inundou
No crescente da lagoa.
A Mirim pouco perdoa,
Transbordando campo afora.
Maracha, canal estoura,
Tudo virado em aguada.
E a palha ainda deitada
Da última colheita
Espera a junta e o arado
Pra semear o grão dourado
Do arroz que brota da terra.
Que lida dura da granja,
Que amadrinha frio e calor,
No lombo do aguador,
Por vezes abrindo porteira
Lá pros lados da fronteira,
Vivendo pelas bolantas.
Bombacha e arrastando tamanca,
Chapéu tapeado na testa,
O pouco que ainda resta
Pra quem tem a pá sobre o ombro.
Da vida que deu um tombo
Nesse destino matreiro,
A vida de lavoureiro
Foi só o que aprendeu.
Mas nunca se arrependeu,
Pois nem tempo dá pra isso.
O pensamento é um insosso
Que se mata de pequeno,
E o sonho é um veneno
Pra quem madruga em geada.
Colchão de palha amassada
No catre feito de estopa,
A gageta enchendo a boca
Com café preto passado
E o palheiro enrolado,
Olhando o horizonte a esmo,
Se enxergando ele mesmo
Num amanhã sem futuro.
Candeeiro ainda no escuro,
Antes do romper do dia,
Nessa crua judiaria
Que a pobreza faz morada.
A mulher prepara a boia
No velho fogão de barro.
Mal tem tempo pro amargo,
Tamanho amargo da vida.
Tantas crias já paridas
Naquele resto de mundo,
Onde Deus deixou o fundo,
Qual a rapa da panela.
E o choro, se vem à goela,
É preciso engolir.
O pão precisa dormir,
O mondongo vai pra fervura,
Alimento das criaturas
Que nem sabem da vida,
Daquela toada sofrida.
Onde o minuano assovia
E o alambrado se perdia,
No estenderete de trapo,
Das roupas feitas de saco
Que a filharada vestia.
Que sina, João Coragem,
E sua junta de boi:
Pergunta onde Deus foi,
Que te esqueceu nessa costa.
Qual foi a tua aposta
Que perdeste de saída,
E ainda te levou a vida
Que era só o que sobrava.
Nem morrer tu sonhava,
Não tinha tempo de sonhar.
A lagoa vai baixar,
O arroz será dourado,
Teu nome naquela terra
Pra sempre será lembrado.
Renato Jaguarão.
Não foi sorte… Foi coragem.
Não foi por acaso… Foi escolha.
Teve lágrima engolida, medo escondido e noites em claro.
Mas teve também fé teimosa, joelhos no chão e um coração que nunca deixou de sonhar.
Eu lutei.
Acreditei.
Me levantei cada vez que caí — e fui em frente.
Porque quando a gente confia em Deus e não desiste de si,
até o impossível muda de direção.
A fé reescreveu a minha história.
E pode reescrever a sua também.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
A cada novo dia, a vida nos entrega um presente —
e a gente precisa ter coragem de desembrulhar.
Não dá pra esperar demais,
porque o tempo não espera.
Ele passa, silencioso…
e quando a gente vê, virou saudade do que não foi.
Coloque seus planos pra viver,
não só no papel, mas no mundo.
Diga o que sente, agora.
Não guarde amor pra depois —
porque depois pode ser nunca.
Perdoe, se puder.
Não por quem te feriu,
mas por você, que merece leveza.
Não deixe o essencial para amanhã.
Tem coisa que, se a gente adia demais,
vira silêncio que machuca.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
