Conviver
Aprendi a conviver com o meu desejo de morrer, nem tudo se resume ao que quero, existem coisas mais importantes a se viver.
O fato de alguém Receber seu Perdão, não quer dizer que você Tenha que conviver com essa Pessoa outra vez, seja no Relacionamento ou na Amizade.
“Ser feliz é saber fazer a distinção entre seus próprios acertos e erros, e conviver em paz com suas escolhas.”
O amor mais bonito é o de Deus
pois me faz conviver com a sua beleza
mesmo em fartos campos de guerra
me conduz em paz pelos cantos da Terra.
" Não bastasse sua ausência tive que conviver com as lembranças... atormentado pensamento...dor da saudade... dor da ausência... falta você ...vazio do meu viver."💞
A cada novo dia é sempre uma nova oportunidade de viver e conviver, há os que tirarão proveito e outros apenas passarão.
“Quem entende e sabe conviver com as pessoas do seu universo certamente tem dentro de si um universo de sabedoria feito de respeito, atenção, zelo, altruísmo, caridade e paciência”
Ney P. Batista
Apr/27/2021
Aprendi a conviver com a ausência
como quem aprende a respirar debaixo d’água.
No começo doeu,
os pulmões queimavam de lembrança,
mas depois o corpo se acostuma
a viver com menos ar,
com menos riso,
com menos você.
Às vezes ainda emergem memórias
como bolhas —
estouram rápido,
mas deixam o peito pesado
por horas.
Lembrando: a gente aprende mesmo com quem não é igual; viver é conviver com os outros; solitude e solidão são coisas muito diferentes; a unanimidade é a grande traíra da inteligência; e quem recebe um beijo do coração na boca, é amor.
Dialogar, argumentar e discordar consigo mesmo é a melhor parte, da loucura remédio para conviver com lucidez, isolado na solidão.
Quando determinado número de pessoas, consegue ou pelo menos tenta conviver em honestidade, justiça, respeito e paz, a harmonia se faz e consequentemente coisas boas acontecem. Como um justo retorno, uma recompensa pela justa ação, por fazer o que é correto e de todos é obrigação.
A Arte de Conviver
Deus, em Sua sabedoria, nos criou com dons e limitações. Essas limitações não são um fardo, mas uma necessidade, para que possamos respeitar a individualidade do outro e manter a justiça nas relações, seja familiares, amorosas ou sociais.
Somos todos diferentes, com histórias e sentimentos únicos, mas buscamos algo em comum: a conexão genuína. Na correria da vida, esquecemos de olhar para quem está ao nosso lado, mas a verdadeira convivência começa no respeito e na aceitação da individualidade.
Respeitar o outro é oferecer o maior presente: permitir que cada um seja quem é, sem pressões ou expectativas. Empatia é compreender, sem tentar dominar, e escutar é um gesto de carinho genuíno. Estar presente é mais do que físico; é emocional, é dar atenção plena.
Cuidar sem querer mudar é aceitar o tempo e o caminho do outro. As diferenças não nos separam, mas nos ensinam a crescer juntos, com respeito. A autenticidade fortalece as relações, pois não há máscaras, mas sinceridade.
Nos momentos de vulnerabilidade, o apoio não é tentar consertar, mas simplesmente estar lá, oferecendo presença. Crescer juntos é entender que, apesar de nossos tempos e caminhos distintos, podemos compartilhar a jornada com respeito e harmonia.
Conviver com pessoas falsas é como dançar em um campo minado, nunca sabemos onde as armadilhas estão escondidas.
Ao conviver com as águias posso aprender a construir meu ninho nas rochas, nos penhascos mais elevados e nas árvores mais altas. Posso aprender a ser uma guerreira, a enfrentar tempestades, a mudar minha perspectiva, a ser mais veloz e, quando necessário, a me renovar. Com esforço e dedicação, posso até aprender a voar.
