Contos William Shakespeare Amor
O milagre que se busca alcançar, nem sempre acontecerá a partir de Coisas extraordinárias, porém basta que trabalhe com o que Deus já te deu, a começar pela fé e obediência na sua palavra.
A falta de entendimento, causa falhas nos acontecimentos, podem até causar danos, mas não será de tudo perdido, mesmo nas pedras, nos tropeços e perigos, Deus tem milagres para realizar.
romance a esperança
A cada amanhecer, um novo convite,
O sol que surge, um traço de luz que se projeta.
No peito, a esperança que insiste,
Renova a alma, a vida que se completa.
Com passos firmes, sem jamais desistir,
A entrega pessoal, um dom que se irradia.
Dia após dia, o verbo é persistir,
Na teia do tempo, tecendo nova melodia.
Obstáculos se erguem, sombras podem surgir,
Mas a força interna não se abate, não se finda.
Com fé no amanhã, seguimos a sorrir,
Pois a cada dia, a vitória nos aguarda e nos brinda.
Que a esperança seja farol a guiar,
E a entrega a certeza de um caminho.
Dia após dia, um novo recomeçar,
Plantando sementes, colhendo o carinho.
Se os teus gestos são singelos
E os seus modos agradáveis.
Não te culpo por me prender por me instigar
Isso é apenas você despejando daquilo que é.
A meu ver;
Amor, muito amor, e dele sobra, para quem te conquistar.
E assim eu te celebro,
Rosângela.
Mais por esta doçura.
Sonho que sonhei em uma realidade improvável, insólita e escura.
Veemente vento que abre as sombras das dúvidas, para o clarear dos olhos refletir por esta imagem; uma nova esperança.
Construo em volta de mim uma esfera de encanto.
Onde o astro sou eu a supernova que brilha.
Cada conto de minha vida é uma retórica que reflete.
E no silêncio da alma, encontra-se os contos que me anunciam.
Assim é meu próprio sermão, com afeto me dedico.
O amor pela vida, história que nunca será esquecida.
Ah, se pudéssemos manter o silêncio do final da tarde
Com o sol se espalhando pelas copas das árvores,
Se pudéssemos absorver a doçura, a magia
Quando o céu está chorando e os ventos falam de amor
Fazendo as folhas das árvores dançarem.
À tarde eu libero meus pensamentos no ar
E minha imaginação voa com a noite para me apresentar.
Os pássaros voam,
O vento sopra as folhas e as faz flutuar
Com os raios de sol do fim da tarde brincando
Suavemente na superfície de tudo ao nosso redor
E eu vejo o amor quando abro meus olhos só para te encontrar.
O tempo passa organizando os acontecimentos,
marcando datas, definindo épocas.
Passa de forma diferentes pra todas as pessoas,
Passa diferente pra mim.
Dizem que é relativo.
O vento eu nunca vi, apenas senti.
Nunca soube de onde veio, nem tampouco pra onde foi.
Mas veio, e foi. Mudando as coisas a cada instante
de uma forma diferente.
Foi, e nunca mais vi!
A água do mar, De lá eu vim!
Tantas ondas se passaram.
Mas nenhuma era como a outra: umas frias, outras geladas, ou nem tanto.
Pareciam todas iguais mas não eram!
Eu conheci todas!
E todas passaram.
O tempo, o vento e a água do mar todos marcaram tudo, ao mesmo tempo, de uma forma diferente.
Diferente pra mim do que para todos os outros.
Não sei como, nem porque.
Apenas lembro. Lembro de algumas coisas
que foram marcadas e deixaram saudade!
Deus perdoa, a natureza nunca e ela é sabia e justa, e nada é sem motivo, assim como todos os dias quando o vento sacode as árvores, move os galhos, para que todas as folhas tenham o seu momento de luz. E é triste pensar que a natureza fala e a humanidade não a ouve. Porque a natureza é grande nas coisas grandes e grandíssima nas pequeninas. E certamente se você olhar bem verá que o mundo inteiro é um jardim, mas a natureza não sabe o que é bom e o que é mau, só entende o equilíbrio e o desequilíbrio . E quando atacada, a natureza não se defende. Só se vinga, porque nem toda a natureza não faz milagres; ele faz revelações nas quais pode suprir todas as necessidades do homem, exceto sua ganância. E a cada dia a natureza produz o suficiente para a nossa necessidade. Se todos pegassem o que precisam, não haveria pobreza no mundo e ninguém morreria de fome. Portanto, não culpe a natureza, ela faz a sua parte. Agora faça o seu.
Algumas ideias reunidas em um único pensamento.
Um brinde pela vida.
Um brinde aos meus defeitos.
Um brinde à evolução.
Um brinde aos nossos encontros e aos nossos desencontros.
Um brinde aos que não dependem da opinião de ninguém para formar sua personalidade.
Um brinde por tudo que já passou.
Um brinde por tudo que esta por vir.
Um brinde ao amor que todos merecem.
Um brinde às cores, aos amores e ao preto do céu.
Quando fechamos os olhos, vemos sua cor em nossas mentes e somos atraídos pela gravidade que reina sobre ela. No centro entre as mãos que preservam a flor e a essência da luz, abrindo e criando uma arte moldada pela alma de um mágico artesão. Quanto mais alto o fluxo da essência em sua mão se evapora, do menor para o maior ponto, da flor mais velha para a mais jovem, a luz se torna visível em todo o equilíbrio de um universo cósmico.
Pensamentos sobre um retrato
O que poderíamos dizer e sentir?
Só sei que tudo sei naquilo que me desagrada. Como por exemplo, o sabor do Própolis.
É um mosto de resinas que é formado dentro de uma colmeia de abelhas. Criado assim como o mel partir da vontade e instinto de sobrevivência destes pequenos seres. Com muito amor a seu núcleo formam bolas de própolis para alguém ir lá e retirar a essência vital de suas casas.
Dai vem o valor significativo do quanto o própolis é mau. Ele gera uma violência de consciência flagelada de angústia, e traz o medo para seus criadores.
Seu gosto é peculiar. Seu gosto não é bom. Sozinho o própolis é "muito ruim". Por que? Simplesmente porque ninguém nasceu para ser bom só.
Quando você é jovem, não ama e não foi retirado da sua casa você é mau? A resposta é não. Mas se te sequestram, maltratam e depois o vendem? Você acabaria virando uma pessoa má e amarga. Assim como o própolis.
Faça o Própolis encontrar o mel. Deixe eles trabalharem juntos, e curtir a vida. Depois de algum tempo juntos eles vão casar. Por que o resultado final será bom.
Só própolis é ruim. Muito Ruim.
O Banho
A única semelhança entre a Vida e a Morte é que, nos dois há lagrimas. Lagrimas que são frutos de Felicidade e Tristeza incondicional.
Não tem muita diferença do banho. Quando você toma seu banho, você pode pensar sobre sua jornada. Nela está escrita coisas felizes e tristes. E você pode não perceber, mas a água que escorre em seu corpo é como milhões de lagrimas que levam esses sentimentos embora.
Já percebeu que no banho você consegue liberar seus pensamentos? Você canta de felicidade. Você dança. Você se Ama. Você sente seu corpo. Você é você e mais ninguém.
O Banho deixa marcas. Pode ser no "Corpo", na "Alma" ou até mesmo na sua História. Mas ela te limpa de todas as cicatrizes ao mesmo tempo que te corta. Dai a sensação de alívio, de paz, e de pureza.
Da mente mais sujas tiramos proveito das reflexões e, relemos tudo aquilo que já nos passou pela mente na hora sagrada.
Dizem que comer é divino. Mas o que é divino mesmo é o banho. Um banho de pensamentos, de sentimentos, de lagrimas que não é gasto por você.
Você é feliz naquele momento. Mesmo sofrendo, chorando ou na falta de alguém que está presente todos os dias.
O ritual de purificação de algumas religiões era banhar a criança recém-nascida e recém-falecida, para assim seu corpo se libertar de seus pensamentos bons e ruins para permanecer somente com a carne. Para o solo aproveitar somente seu grão. E adivinhe como este grão era regado? Com lagrimas de um banho.
O banho é sem dúvida algo incompreensível para todos.
Eu espero que todos votem de acordo com aquilo que acreditam. Pois se ficarmos julgando as escolhas politicas dos nossos amigos não estaremos exercendo politica.
Politica no dicionario deverias ser: "Respeito mutuo aos pensamentos adversos."
Preconceito algum não deveria abalar as pessoas. Se você é diferente e gosta disso pra que se vitimizar ou popularizar sofrimento? Seja feliz sendo o que é ou não será feliz.
Caro amigo, eis um desabafo:
Tu persistes em compartilhar os fardos de tua alma com os outros, e te recusas a repousar. Permita-me, pois, compartilhar contigo o fardo que pesa em meu coração.
É a constante luta entre a retidão e o equívoco, onde mesmo ao elucidar e exemplificar, sou relegado à posição do errante.
É o êxtase de um dia de júbilo, de música e convívio com amigos, apenas para me ver censurado quando a bebida embacia o som, um deleite transformado em desdém.
É a persistência em gravar o álbum da nossa banda desde 2009, mesmo quando alguns desistem de ensaiar, argumentando que a diversão é prioritária.
É a busca por dominar a arte da mixagem, ao solicitar as faixas de áudio gravadas, apenas para ser desencorajado por aqueles que uma vez me chamaram de amigo.
É ser rotulado de tolo, ingênuo, ridículo, enquanto paradoxalmente sou reconhecido como uma referência de inteligência, alegria e calma. A mesma pessoa que, invariavelmente, era convidada para qualquer empreendimento, enquanto estivesse bem.
É socorrer a madrinha de minha mãe em seu leito de morte, e ser proibido de tocar meu violão em sua homenagem, mesmo quando em seu último suspiro, a música seria uma bênção.
É estender a mão para todos que clamam por ajuda, e, quando eu mesmo necessito, receber apenas desculpas e esquivas, reservando a verdadeira ajuda apenas aos laços sanguíneos.
É ser rotulado como um ocioso, um parasita sem recursos, e até mesmo enfrentar tentativas de expulsão de meu próprio lar.
É acolher os necessitados em minha casa apenas para ver minhas panelas queimadas, minha pia suja, e meus próprios alimentos racionados em favor das crianças.
É lutar contra a escuridão da depressão, apenas para ser tachado de frágil.
É renunciar aos prazeres do açúcar em nome da saúde, apenas para ser apelidado de monstro.
É tentar surpreender aqueles ao meu redor, apenas para perceber que a bondade é vista como uma obrigação, não como um gesto genuíno.
É comprar com sacrifício o bolo tão desejado por semanas, apenas para vê-lo recusado.
Apesar de tudo, meu amigo, no recesso do meu ser, não há arrependimentos.
É bem conhecido por muitos, e especialmente por nós mesmos, que nossas congregações (Batistas) como são agora, foram erguidas e estruturadas de acordo com a regra de Cristo antes de ouvirmos falar de qualquer REFORMA, mesmo naquela época em que o Episcopado estava no auge da sua glória desaparecendo.
A Briele Remonstrance of the reasons and grounds of those commonly called Anabaptists
Teologia Arminiana
E com respeito a Calvino, é manifesto, que a principal, a mim pelo menos, característica mais odiosa em toda a multiforme figura do papismo uniu-se a ele por toda a vida – eu quero dizer o espírito de perseguição.
William Jones – Historiador Batista em The History of the Christian Church, 5a ed. (Gallatin: Church History Research and Archives, 1983), vol. 2, p. 238.
O amor impossível é o verdadeiro amor
Outro dia escrevi um artigo sobre o amor. Depois, escrevi outro sobre sexo.
Os dois artigos mexeram com a cabeça de pessoas que encontro na rua e que me agarram, dizendo: "Mas... afinal, o que é o amor?" E esperam, de olho muito aberto, uma resposta "profunda". Sei apenas que há um amor mais comum, do dia-a-dia, que é nosso velho conhecido, um amor datado, um amor que muda com as décadas, o amor prático que rege o "eu te amo" ou "não te amo". Eu, branco, classe média, brasileiro, já vi esse amor mudar muito. Quando eu era jovem, nos anos 60/70, o amor era um desejo romântico, um sonho político, contra o sistema, amor da liberdade, a busca de um "desregramento dos sentidos". Depois, nos anos 80/90 foi ficando um amor de consumo, um amor de mercado, uma progressiva apropriação indébita do "outro". O ritmo do tempo acelerou o amor, o dinheiro contabilizou o amor, matando seu mistério impalpável. Hoje, temos controle, sabemos por que "amamos", temos medo de nos perder no amor e fracassar na produção. A cultura americana está criando um "desencantamento" insuportável na vida social. O amor é a recusa desse desencanto. O amor quer o encantamento que os bichos têm, naturalmente.
Por isso, permitam-me hoje ser um falso "profundo" (tratar só de política me mata...) e falar de outro amor, mais metafísico, mais seminal, que transcende as décadas, as modas. Esse amor é como uma demanda da natureza ou, melhor, do nosso exílio da natureza. É um amor quase como um órgão físico que foi perdido. Como escreveu o Ferreira Gullar outro dia, num genial poema publicado sobre a cor azul, que explica indiretamente o que tento falar: o amor é algo "feito um lampejo que surgiu no mundo/ essa cor/ essa mancha/ que a mim chegou/ de detrás de dezenas de milhares de manhãs/ e noites estreladas/ como um puído aceno humano/ mancha azul que carrego comigo como carrego meus cabelos ou uma lesão oculta onde ninguém sabe".
Pois, senhores, esse amor existe dentro de nós como uma fome quase que "celular". Não nasce nem morre das "condições históricas"; é um amor que está entranhado no DNA, no fundo da matéria. É uma pulsão inevitável, quase uma "lesão oculta" dos seres expulsos da natureza. Nós somos o único bicho "de fora", estrangeiro. Os bichos têm esse amor, mas nem sabem.
(Estou sendo "filosófico", mas... tudo bem... não perguntaram?) Esse amor bate em nós como os frêmitos primordiais das células do corpo e como as fusões nucleares das galáxias; esse amor cria em nós a sensação do Ser, que só é perceptível nos breves instantes em que entramos em compasso com o universo. Nosso amor é uma reprodução ampliada da cópula entre o espermatozóide e óvulo se interpenetrando. Por obra do amor, saímos do ventre e queremos voltar, queremos uma "reintegração de posse" de nossa origem celular, indo até a dança primitiva das moléculas. Somos grandes células que querem se re-unir, separados pelo sexo, que as dividiu. ("Sexo" vem de "secare" em latim: separar, cortar.) O amor cria momentos em que temos a sensação de que a "máquina do mundo" ou a máquina da vida se explica, em que tudo parece parar num arrepio, como uma lembrança remota. Como disse Artaud, o louco, sobre a arte (ou o amor) : "A arte não é a imitação da vida. A vida é que é a imitação de algo transcendental com que a arte nos põe em contato." E a arte não é a linguagem do amor? E não falo aqui dos grandes momentos de paixão, dos grandes orgasmos, dos grande beijos - eles podem ser enganosos. Falo de brevíssimos instantes de felicidade sem motivo, de um mistério que subitamente parece revelado. Há, nesse amor, uma clara geometria entre o sentimento e a paisagem, como na poesia de Francis Ponge, quando o cabelo da amada se liga aos pinheiros da floresta ou quando o seu brilho ruivo se une com o sol entre os ramos das árvores ou entre as tranças da mulher amada e tudo parece decifrado. Mas, não se decifra nunca, como a poesia. Como disse alguém: a poesia é um desejo de retorno a uma língua primitiva. O amor também. Melhor dizendo: o amor é essa tentativa de atingir o impossível, se bem que o "impossível" é indesejado hoje em dia; só queremos o controlado, o lógico. O amor anda transgênico, geneticamente modificado, fast love.
Escrevi outro dia que "o amor vive da incompletude e esse vazio justifica a poesia da entrega. Ser impossível é sua grande beleza. Claro que o amor é também feito de egoísmos, de narcisismos mas, ainda assim, ele busca uma grandeza - mesmo no crime de amor há um terrível sonho de plenitude. Amar exige coragem e hoje somos todos covardes".
Mas, o fundo e inexplicável amor acontece quando você "cessa", por brevíssimos instantes. A possessividade cessa e, por segundos, ela fica compassiva. Deixamos o amado ser o que é e o outro é contemplado em sua total solidão. Vemos um gesto frágil, um cabelo molhado, um rosto dormindo, e isso desperta em nós uma espécie de "compaixão" pelo nosso desamparo.
Esperamos do amor essa sensação de eternidade. Queremos nos enganar e achar que haverá juventude para sempre, queremos que haja sentido para a vida, que o mistério da "falha" humana se revele, queremos esquecer, melhor, queremos "não-saber" que vamos morrer, como só os animais não sabem. O amor é uma ilusão sem a qual não podemos viver. Como os relâmpagos, o amor nos liga entre a Terra e o céu. Mas, como souberam os grandes poetas como Cabral e Donne, a plenitude do amor não nos faz virar "anjos", não. O amor não é da ordem do céu, do espírito. O amor é uma demanda da terra, é o profundo desejo de vivermos sem linguagem, sem fala, como os animais em sua paz absoluta. Queremos atingir esse "absoluto", que está na calma felicidade dos animais.
Amor é um livro, sexo é esporte
Sexo é escolha, amor é sorte
Amor é pensamento, teorema
Amor é novela, sexo é cinema
Sexo é imaginação, fantasia
Amor é prosa, sexo é poesia
O amor nos torna patéticos
Sexo é uma selva de epiléticos
Amor é cristão, sexo é pagão
Amor é latifúndio, sexo é invasão
Amor é divino, sexo é animal
Amor é bossa nova, sexo é carnaval
Amor é para sempre, sexo também
Sexo é do bom, amor é do bem...
Amor sem sexo, é amizade
Sexo sem amor, é vontade
Amor é um, sexo é dois
Sexo antes, amor depois
Sexo vem dos outros e vai embora
Amor vem de nós e demora
Amor é cristão sexo é pagão
Amor é latifúndio sexo é invasão
Amor é divino sexo é animal
Amor é bossa nova sexo é carnaval
Amor é isso, sexo é aquilo
E coisa e tal...
Era o amor que tentei te oferecer!
Não consigo me entender
Sei o que devo fazer
É certo tenho que te esquecer
Mas é só aparecer,
Que me entrego a você.
Mas assim não pode ser,
Entregar-me e não te ter.
Não consigo me compreender,
Sei que não posso exceder.
Vou lutar contra meu querer,
Na minha cabeça meter,
Que um fim é o que tenho que fazer,
Quando será que vou aprender?
Meu desejo era te manter,
E cada dia mais te conhecer.
Agora começo a perceber,
O que eu não queria ver,
E o que você não tinha coragem de dizer.
Nunca me amaste, era apenas o aquecer.
Sexo, cama, e tudo que quisesse manter,
Sabe que basta me tocar para me derreter.
Sei que teus desejos consigo atender,
Nosso amor tem início ao anoitecer
E perdura até o amanhecer.
Mas não posso me corromper,
Sem você tenho que sobreviver,
Seguir a vida e me conter,
As lágrimas irei beber,
A saudade desfalecer,
Seguir em frente, nada irá me deter.
Adeus quem me fez viver,
Momentos que irão permanecer,
Loucuras de prazer,
Amei-te mas a este amor irei vencer.
E um dia quando você me rever,
Verás que mais do que prazer era o amor que tentei te oferecer!
Meu negócio agora é sexo e amizade. Acho esse negócio de amor uma coisa muito chata.
Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.
Sou contra a reserva de mercado. Tem mais é que abrir as portas para a Madonna abrir as pernas.
Eu sou um preguiçoso que trabalha muito.
A força da grana que ergue e destrói coisas belas.
Desde pequeno eu achava que seria célebre.
O tempo não pára e, no entanto, ele nunca envelhece.
É impressionante a força que as coisas parecem ter quando elas precisam acontecer.
Eu sempre sonhei com um amor antigo...um amor amigo...com um tremendo e infinito carinho...
Mas um amor assim só mesmo em sonho, pois na real, o que comanda um casal é só a relação sexual...
Eu queria viver diferente, ser tratada como gente, gente que sente e que se fosse correspondida...viveria de uma forma envolvente...
A maioria das pessoas não são bem assim...elas são até ruins e em seus atos carnais, usam a palavra amor, sem ter a conscientização que para fazer amor...é preciso sentir amor...sentir emoção e só se emociona o coração, se antes for vivida uma paixão...
E a cada dia que passa, a realidade me arrasta a uma triste conclusão: transa...relação...tesão e que se dane o coração...
Pra mim não da pra viver assim...sou romântica, sou carente, sou como pouca gente, que sabe o verdadeiro sabor de quando se vive um verdadeiro amor...
Tento de todo jeito...consertar esse meu defeito...mas dentro do meu peito...bate mais forte meu coração...e eu vejo com grande decepção que não existe emoção...acho que esse mundo...não é o meu não...
Eu queria ser amada com paixão, mas na real que decepção...o que comanda esse mundão é só o tremendo tesão...
Carinho quase não se tem e o que é que há afinal? Vivemos em um mundo animal, penso até por vêzes que eu é que não sou normal...
E em minha cabeça bróta...sou uma tremenda idiota...e diante de tanta coisinha....devo me assumir "sozinha"!!!
E o que fazer com o meu coração???
- Óra...fechar sua portinha e viver pra sempre sozinha!!!
