Contos William Shakespeare Amor
Minha dor é intensa
Aflige meu coração e mata minha alma cinzenta
Tenho medo de sorrir
Pois do meu coração só dor quer sair
Meu sorriso disfarça minhas dores
Meu olhar engana
A solidão me encanta
Até que ela me leve para o mar
Onde nas águas poderei morrer
E no escuro do abismo desaparecer
E o meu sorriso será só uma lembrança
Para ser falsamente lembrado como alguém amado.
Sonhos
Sonhar é um momento que nós permiti estar onde queremos estar.
Mais estar aonde? E sonhar com que e pra quê?
Sonhar é o motivo que nós permiti viver e ter possibilidade de crer.
Já posso acordar? Se eu realmente ver o que está pra acontecer?
Mais um sonho faz sentido, quando estiver concluído! E assim sonhando sonhos não resolvido.
Um sonho nunca é em vão, mais muitos se perderam.
Em nosso caminho, os sonhos será a nós permitido.
Memória Marcantes
Sabe quando tudo para, e eu revejo seu semblante naquele pôr do sol de uma tarde radiante.
Lembro daquela pessoa que passava por nós naquele instante.
Lembro e ouço aquela voz no silencioso tão constante.
Você e as suas lembrança em único instante.
Paro e penso que pra mim você foi tão importante.
Vejo aquele teu sorriso na memória tão insinuante.
Na euforia de reviver aquele dia tão importante.
O quanto antes, lembro do seu rosto semelhante.
De uma memória tão marcante do seu brilho tão ofuscante
Tão marcante cada traço, cada gesto tão distante.
Digo pra mim mesmo como pode se tornar tão importante!
Imagino que ser feliz seja isso, lembrar dos gestos, do cheiro e para sempre do seu rosto.
Que memória, parece que não vou te esquecer!
Mesmo tão marcante essas memorias elas estão vivas e insistente, e parece não passar, porque se fez tão importante jamais te esquecer.
Tempo
Tempo será que devo esperar esse momento?
Posso não está preparado, e não sei se o relógio está marcado exato momento!
Soprou como vento, lembro sua partida, mais não sei se foi o tempo!
Diz pra mim você foi feita pra esse exato momento?
Acho que pra tudo existe um tempo.
A vida passa, como um velho relógio lento.
Sei que mesmo assim vai se passar esses momentos.
Mas mesmo assim, prefiro não voltar no tempo.
E assim, só viver o que tem de melhor nesse exato momento.
E assim, jamais dizer que não foi culpa do tempo.
Eu texto
Fez-se necessário escrever, assim como, desabafar.
O desafio de um início a cada texto, rompe o estímulo de fazê-lo. Eu não sou um fracassado, não ainda. No fundo, eu gosto de viver nesta ilusão, é bom sentir-se escrito, descrito, lido. Imagino-me como um texto. Um texto contraditório, metafórico e crônico.
É bom ser revivido a cada novo olhar, a cada nova leitura. É bom fazer com que meus ‘trechos’ façam crescer nos ‘leitores de mim’ algum tipo de emoção. Seja felicidade, rancor, prazer… O importante é não deixar de ser lido, percebido.
Mas, como todo texto, aos olhos de quem o faz, nunca está totalmente pronto, assim também não estou. Ainda estou frio, não estou preparado pra ser lido por grandes mentes, contento-me em ser lido pelos que gostam da forma em que fui escrito e se contentam também (ou não) em realizar esta leitura neutra do que sou.
Sinto que em mim, como pessoa, ainda falta a coerência que há em mim como texto. Não consigo sequenciar ações da mesma forma das palavras. Então é preferível ser texto e arriscar-se a ser rascado, rabiscado, esquecido. Então é preferível ser texto e arriscar-se a ser lido, útil, agradável. Então é preferível ser texto, ainda que sem conclusão, como sou e me apresento.
Dói mergulhar em um retrato
E lembrar-se de um tempo
Que o vento levou
Dói assistir o passado
Com a lembrança do lado
Com a dor do que já passou
Porque que tem que ser assim
Porque o passado não volta pra mim
Porque eu não sou mais que achei ser
Porque o relógio parou de tocar
Porque as fotos não podem voltar
Porque o tempo que já passou
Jamais vai chegar
Sempre perguntei as verdades nas horas erradas
Mais sempre soube e sei
Qual a carta marcada, do jogo da vida
Mais, o que posso fazer se o passado jamais vai voltar
Algo que me machuca que me sacode que me faz chorar
Sei que as marcas do tempo
Levada pelos ventos
São momentos quaisquer
Mais também sei que a verdade
Só é felicidade, quando tem o que quer.
Se devorar o mistério do sorriso, é num simples passo, que faço no espaço
E se no espaço faço, o que faço num passo, é num passo que faço o espaço
E faço e refaço num simples compasso, o tempo, num laço
E se faço o que faço , num passo, no espaço, com um laço, é porque tudo que fiz faço, e sem medo algum, refaço.
Relato neste poema, o nascimento da fera
A morte do corpo físico, em uma vontade de espera
Minha poetisa amada, já estava cansada daqui
Esperando só o momento, de Jesus mandá-la ir
Sua vida foi sofrida, vinda do sertão ameno
Chegou aqui nessa terra com seus seis filhos pequenos
Lutou, batalhou e cresceu
Sorriu, sofreu e morreu
Porque estava merecendo
Há quem diga que a morte é o fim de tudo que nasce
Há quem diga que a morte, é um buraco sem face
Mais a morte é o inicio do fim dessa historia
A morte é precipício, que leva para eterna gloria
Agora minha vó querida, está ao lado de deus
Sobre o manto de Maria, diante dos olhos teus
Agora está feliz, correndo na relva sagrada
Enquanto estamos aqui, sofrendo com a partida
De uma poetisa amada.
Se me perguntam do que tenho medo, respondo: Do tempo.
Porque ter medo da velhice, se ela é conseqüência do tempo? Porque temer a morte, se ela nasce no tempo? A concretização dessa constatação tão inconcreta é o que mais me amedronta. As marcas deixadas por esse cruel e impiedoso ser são de longe a pior dor que um ser pode sentir. No momento o qual, um individuo pode se deleitar diante da sua imagem que é refletida pelo espelho, é muito cruel observar a magnitude e força do tempo, sentir a fraqueza nos ossos, e não poder fazer absolutamente nada, somente viver e esperar que a dama de preto, venha buscá-lo. Ao nos preocuparmos com esse deus silencioso, parece que ele nos dilacera com uma impiedade bestial. É de fato controverso, que mesmo sendo tão agressor do nosso corpo, é ele o protetor da nossa alma, da nossa mente. O tempo deixa marcas físicas, mas apaga as marcas mentais, as piores marcas possíveis. Se esse rei nos ilumina com a vossa gloria, ao mesmo tempo em que nos queima com sua magnitude, não cabe a nós nos revoltarmos. A inteligência que a nos foi concedida, não é tão onipotente para paralisar o tempo. Podemos retardar sua crueldade mais nem de longe, podemos vencê-lo.
Não sei lembrar de tudo isso sem chorar.
preciso de qualquer musica que me faça feliz
e tire de min toda essa nostalgia.que fiz de min ?
encontrei-me já perdido enquanto esse estranho
mundo dorme num sono confuso.Eu vago sozinho a
te procurar .Te procuro mesmo sabendo que nunca encontrarei.
Perdido na lucidez de dessa noite, sozinho sem respostas me lanço
Nesse abismo de duvidas hereditárias e que não me levam a lugar algum
A não ser o fundo do posso.
Nunca devemos esquecer das pessoas que nos deram à mão na hora de levantarmos, pois às vezes ela não nos tirou os problemas, mais apenas da ponta do penhasco, mais depois disso ainda temos uma montanha para descer, só que às vezes é tarde de mais para corrermos atraz da pessoa que estava do nosso lado, e ai trilharemos nosso caminho sozinho,
O pior caminho não é aquele cheio de desníveis, e sim aquele caminho vazio, pode ser uma estrada reta, mais é sempre bom ter alguém para conversar.
Versão
Um sistema que causa náusea
De fato é muito comum
Precisamos derrubar os muros
Dessa velha prisão
Libertar o povo sedento
Para uma nova situação
Onde tudo será claro
E o raro, escuridão
São tantos os textos
Tantas são as possibilidades
Em instituir saídas
Bem vindas nas finalidades
Concentrar idéias tolerantes
Debater um futuro melhor
Que seja menos preocupante
E ao centro correr,
Torcer e vibrar
Quando a grade romper
Espero algo de você
Inspire essa massa
Se for um pensador
Nos mostre a farsa
E apresente sua versão
De liberdade e ação
Eles
Eles tentaram nos impedir
A passagem pela ponte
Travando palavras e desenvolvimento
Nesta boa busca
Na estrada do melhor horizonte
Eles tentaram sem sucesso
Fragilizar nossas defesas
Superiores a cada momento
De ataques e incertezas
Eles são tão fracos
Pobres almas adormecidas
Em sentimentos menos nobres
Continuarão eternas desmerecidas
Eles seguirão cegos
Enquanto nós, vacinados
Seguiremos outras direções
Imunes, livres e adiantados
...
Canções
Olha o brilho das canções
Que renovam as lições
Aprendidas nas calçadas
Em ruas, becos e estações
Senti a força dessa luz
Que invade a mente
Arrancando tudo
O que não produz
Conhecimento é autor
Do caminho da alma
E de um destino sedutor
Vibre uma vez no show
Emanando suas energias
Pode ser nas alegrias
Do seu time a cada gol
Mas não esqueça
De compartilhar emoção
Então, aproveite e cante alto
O seu melhor refrão
Olha o brilho das canções
Velhas, novas soluções
Procure sempre encontrar
O que te faz bem
E te torna alguém leve
Mesmo ao forte vento
Canta, dança e escreve
Futuro Ilegal
Aos que fogem da dominação
Que ainda não caíram na teia
Este é o seu sistema
Protegido pela lei suprema
Do divino poema de amor
A todos os resistentes
O mais puro sentimento
Em agradecimento ao esforço
De manter bons ventos
Na direção certa
Sem temer a rejeição
E a hipocrisia daquele irmão
Vai ser difícil
Alguém destruir a emoção
Vai ser difícil
Alguém barrar o mundo em construção
Temos a força precisa
E a delicadeza da perfeição
Esses pássaros que voam
Eles anunciam a chegada
Dum tempo mais legal
Onde quem não sabe amar
Será o pobre ilegal
De que adianta sonhar, se ao amanhecer não tenho sua presença.
De que adianta falar se num tenho vc para me contrariar.
De me adianta, lutar se a guerra já foi perdida.
De que me adianta sair, se o único lugar onde quero num existe mais.
Só me resta aguardar que a dor passe, que os pesadelos se tornem reais a a realidade venha a tona e eu caia em si e veja o quanto perdi, mas tbm saiba o pq lutar.
Coração perdido
Sim... entreguei-me a ti
De corpo e alma.
Sei de sua infidelidade,
Mas me torturo em calma.
Quero estar convencido
De que me tens lealdade,
Mas não faz sentido
Esconder de mim a verdade.
Sei que me traíste.
Oh! Bandido!
O meu coração roubaste,
Deixou-me ferido.
Por tudo não posso odiar-te,
Pois meu coração
Levaste, contigo.
Maldito!
Senti o vento de asas batendo
Abri os olhos e vi um clarão verde
Percebi que esse verde eram seus olhos
E que as asas eram suas
Asas desse anjo tão lindo que veio me amparar
Esse anjo que me zela em qualquer momento
Conforta meu peito e se deixa confortar
Queria ter asas para voar junto com você
Mas não tenho e tão pouco sei voar
Mas uma coisa é certa
Que meu amor consegue e vai onde você estiver
Esta noite tive um sonho que levou a refletir algumas situações, que, o que levaria o ser humano a um statu absoluto? Devido às festa de fim de ano , grandes mesas de jantar, presentes, bebidas, férias, viagens e etc... Todo mundo ama todo mundo.
Grande parte da população certamente passa o ano todo reclamando, revindicando e acusando o próximo sem saber a real circunstâncias do que está acontecendo, esta não é uma forma compreensiva de lhe dar com o ocorrido. Não somos perfeitos e justos igual foi nosso irmão maior, mas podemos ser leais naquilo que fazemos.
A supremacia de um homem indulgente consiste nas virtudes que caracterizam o verdadeiro cristão e que se expressa pela postura complacente, compreensiva, que se adota perante as faltas e imperfeições do próximo. Por tanto! "Ser indulgente é saber relevar, perdoar, esquecer, dissimular, diante de tudo que possa ser reprovável no comportamento dos semelhantes.
Então fica a dica ,não finja que está tudo bem ....
Perdoe, tolere, releve, mas de todo seu coração
