Contos de amor
Na verdade, a data certa é desconhecida, mas com certeza, o dia que ocorreu foi de suma importância, uma das grandes provas do amor de Deus, quando nasceu o menino Jesus, A Luz de Esperança para este mundo finito, onde o mal não descansa, então, aquele nascimento trouxe consigo um bem grandioso, imprescindível para a salvação humana, uma ocasião muito especial, consequentemente, que o simbolismo do Natal seja sempre trazer esta lembrança e que tenhamos uma conduta como o respectivo reflexo atemporal.
As suas lágrimas tristes derramadas sem dúvida foram o banho de libertação que a sua alma tanto precisava, assim, o seu choro não foi em vão e se fosse segurado por muito tempo, teria uma carga bastante desagradável, seria inconveniente para sua superação, seu amadurecimento para seguir em frente, um rico florescimento após uma forte tempestade, graças a Deus, um momento transformador, portanto, chore quando tiver vontade, trate a si com amor em todas as suas fases, na alegria e na dor.
Fases, facetas, façanhas em seus momentos de simplicidade, de descobertas, diversos sentimentos, verdades, também algumas contrariedades necessárias, provocando o pulsar do seu coração intenso, grandes vitórias, perdas e aprendizados, risos e choros que não foram vistos, ocasiões de instabilidades, então, o seu ânimo e a sua fé foram testados várias vezes e renovados em outras oportunidades, graças ao Senhor, tem conseguido ser uma pessoa resiliente, de tudo que passou felizmente pôde tirar algum proveito, a arte se manteve presente assim como o grandioso amor de Deus e daqueles que lhe amam e demonstram constantemente, portanto, o seu entusiasmo não pereceu, continuará seguindo em frente.
Nossas almas podem ser alimentadas de várias formas e um de suas principais é através dos simples momentos com pessoas especiais partilhando sorrisos bobos, situações engraçadas, olhares animados, boas rizadas por serem algo espontâneo e muito renovador com um sabor de esperança, uma dádiva de Deus que nutre a vontade de viver contrariando certas circunstâncias, uma prova do seu Infinito Amor e que um dia ainda será uma amada lembrança.
És sincera, cativante, intensa, inconfundível, sabes demonstrar quando estás amando, triste de quem não perceber isso por correr o risco de perder um amor de verdade, de um sentir nítido pertencentes a uma mulher de muita graciosidade, acertos e falhas, que não se esquece que somos de carne e osso, portanto, não gosta de falsidade, assim, és capaz de trazer bastante regozijo com de sabor reciprocidade.
Linda fonte de vitalidade que nutri um sensato equilíbrio entre a descontração e a seriedade, faz da arte, um dos seus principais abrigos, pitando com amor cada detalhe, um resultado mais rico do que o outro, assim, uma dose de vivacidade, algo que traz sentido graças ao seu coração caloroso, afagado pelo romantismo, além dos seus olhos ativos para a simplicidade como aquela contida numa boca bela e delicada, reflexo da sabedoria divina, a qual é muito admirável, fiel, distinta e saudável.
Benesse divina, uma existência que enriquece e prontamente aviva, sendo um alimento para a alma, agradável como um sono profundo, representa ainda uma porção de felicidade, expressada na liberdade dos seus cabelos, na luz amável dos seus olhos, resultado do seu coração repleto de amor, que vale mais do que ouro, fruto do Senhor, portanto, um mundo de sentimentos ricos e de muito significados, um frescor de regozijo, cujo valor é inestimável.
Ao contemplar uma bela paisagem, uma arte a céu aberto, de águas tranquilas e uma graciosidade de cores harmônicas, trago uma tranquilidade benquista a minha alma, um amor sereno que vivifica numa preciosa brevidade que marca e que a minha mente inspira com um frescor de liberdade, sendo ricamente expressiva em lindos detalhes.
Diante de ti, nesta ocasião fascinante e tão singular, enfatizo que estás linda, usando o azul da noite estrelada de van Gogh, revelando um ar muito sedutor no teu olhar, um encanto certeiro, radiando um amor demasiadamente vivo, profundo, algo que se eu não pudesse notar seria um verdadeiro absurdo.
Na medida certa, a calmaria é sempre bem vinda e merece ser amada, aquela que é trazida por um abraço acolhedor, um amor genuíno, a que se encontra nos lugares com sabor de lar, nos beijos de um querer forte e recíproco, em cada pessoa singular, cuja presença traz sentido, daquela também alcançada na arte, na natureza, floras e bichos e, principalmente, a calmaria quando se percebe que vale à pena sonhar, que tudo acontece por um motivo e que Deus não vai mudar e será constantemente um amável abrigo.
O sofrimento egoísta pela perda de um ente querido surge quando nos concentramos mais na ausência que sentimos do que na libertação e continuidade do caminho daquele que partiu. É natural sentir dor, mas o apego exagerado demonstra uma visão limitada da vida como um todo. O verdadeiro amor deseja o bem ao outro, mesmo além da matéria, compreendendo que a morte é apenas uma passagem e que o espírito segue vivo, amparado e em evolução. Transformar a dor em resignação e prece é a forma mais elevada de honrar quem amamos e de contribuir para sua paz e progresso espiritual.
Todas as manhãs temos a grata oportunidade de pensarmos e agirmos, diferentes. Parece me mesmo que as mudanças tenham haver com a forma mais límpida, simples e clara, que desponta o sol brandinho aos primeiros instantes da alvorada. O silencio interior ouve em serenidade os pedacinhos dos burburinhos da vida das pequenas coisas que se prosseguem, a vida não para. Devemos criar uma nova rotina, menos rígida, por que tudo está certo na liberdade de existir com esperança e mais amor.
O querer obedece toda uma exigência social, cultural, conveniente e compatível segundo padrões especulativos inexatos mas o amar é bem diferente, o amor verdadeiro não segue regra alguma é uma virtude plena e certa de dois espíritos que se querem e se completam, independente das humanas convenções.
Até hoje só conheço um único poderoso remédio para curar a profunda tristeza e a depressão. A inicio parece difícil mas aos poucos vai ficando mais fácil. A receita não tem qualquer contra indicações, e é bem simples, procure dar aos outros todo amor, carinho e atenção da forma exata que sempre quis e você nunca recebeu. Em pouco tempo estará curado.
Pela Sabedoria do Tempo aprende se que as mesmas coisas e os mesmos acontecimentos, passam a ter novos sentidos na vida da gente com o passar dos anos. Assim dizendo, hoje tive uma alegria enorme quando me deparei com um fio de cabelo retorcido e branquinho, preso a tampa da garrafa térmica de cafe durante o lanche da tarde, com minha filha-mãe de noventa e quatro anos. Desconheço forma de carinho maternal maior. Saber que ela ainda cuida de mim.
Respeito a vontade e a liberdade inalienável de cada um de se posicionar junto a mim como um estranho mas na verdade em essência todos que participam comigo desta jornada dimensional conhecida como vida, são e os tenho como amigos e alguns um pouco mais como amigos irmãos. Quão bom viver em abundancia a amizade e nunca ter inimigos.
Em uma feliz convivência entre um animal que adota um ser humano, a parte bem mais amorosa vem sempre mais do animal que confia em alguém que ele escolheu, cegamente.Pois amar e cuidar são emoções naturais da natureza humana de quem ama mas o amor brando, companheiro e sereno de um animal para seu dono é infinitamente distante de todos seus instintos genéticos e de tudo que envolve sua própria natureza selvagem.
Hoje a contemporaneidade propõe um viver inesperado, como isto cada vez mais me torna e me sinto como um ser inacabado. Nunca imobilizado pelo novo, diante disto vivencio e experiencio novas ações, pensamentos e reformulações inusitadas bem longe do que sempre acreditei viver mas vida que segue, e não nos atropele pois só ela que oferece a verdadeira direção e movimentação.
Cheguei por aqui só e vou voltar pra lá só. Algumas saudades de algumas pessoas e alguns lugares serenos e refrescantes mas levarei também muitas tristezas de muita gente que não entendeu por amor como é e deve ser a verdadeira vida passageira e insólita, por este mundo tão raso, tênue e nada profundo.
Minha vaidade é pouca, afinal sempre fui um ser inacabado. Esforçado sempre, em parecer o mais comum possível mas sem exageros. Meu ego, foi passear um dia e nunca mais voltou, que bom, tenho aprendido muito bem, a viver sem ele. Já minha liberdade, é infantil vinda da terra do nunca, nunca cresceu. Vive na rebeldia de achar que tudo que é muito serio, é chato. Procurando um arco-íris hoje de novo.
