Frases sobre construção de casas
Conheço o sagrificio do João de Barro para construir sua casa,conheço a floresta porque jà vivi em uma delas,
conheço a terra boa para o plantil porque junto com meu pai, muitas coisas eu vivi,conheço a dor de uma perca, porque ja perdi demais,conheço, um rio porque criei abeira de um deles,enfim,tanta coisa jà passei em minha vida
Estar apaixonado sem reciprocidade, é como construir meia casa, possuir as paredes e o terreno, mas não desfrutar do aconxego de uma casa, sem ser queimado pelo sol e ser molhado pelas chuvas constantes, é como ser morador de rua, ter um espaço, mas que não é seu, e saber que alguem pode construir uma mansão, num espaço que não é seu por direito e sim por desejo.
Tijolos por tijolos eu construo a minha casa
Zé povinho é mato e caminha igual rato
Eu too na humildade dando os pulo igual gato
Dizem que mineiro gosta de comer calado
Eu sou dessa família e represento no sapato
A amizade verdadeira é como uma casa de alicerce forte, pode demorar dias ou anos para ser construída, porém, suporta todos os fenômenos naturais e não cai, pois é firme e forte.
Em meu jardim construí uma casa onde eu pudesse descansar. Construí ali uma vida, dentro do meu mundo, dentro de mim pude notar a diferença que a cada dia crescia mais e mais, pois, acreditava no que era o novo, inesperado, acreditava no belo.
Dentro de minha casa eu podia ver os dias amanhecerem, e podia me deliciar no deslumbrante crepúsculo que se formava em meu céu nas tardes de outono.
As folhas que caiam das árvores, eu nunca as recolhia, pois, a mistura de tantas cores naturais me trazia conforto e paz. E a cada dia que amanhecia em meu jardim, era com uma bela pintura, pois o vento como um todo se incorporava àquelas folhas fazendo-as voarem a cada dia em um lugar.
Durante a noite eu me deitava junto a minha lareira e olhava para o alto, e bem no alto eu podia ver as estrelas brilharem onde que em meus pensamentos eu podia tocá-las e assim, por um momento eu podia sentir o divino dom da vida eterna.
Eram frézias, gérberas, peônias, flores do campo, orquídeas, inúmeras orquídeas, e nas árvores – Sim nas belas árvores – lindas bromélias. Mas eu poderia ficar por aqui descrevendo muitas das espécies de flores e plantas que em meu jardim existiam, mas o tempo que me resta é pouco. Pouco, por que meu jardim se desfez. A casa que construí em meu jardim era transparente, e eu vivia como se fosse numa redoma de vidro. As pessoas que por ali passavam se admiravam com meu jardim e minha casa, mas eu não fazia questão de notá-las, pois para mim, o que apenas existia era meu jardim.
O tempo passava e aquilo tudo foi envelhecendo assim como eu. Descobri em mim uma solidão imensurável, que me causava infortúnios. Eu queria alguém para poder compartilhar comigo toda aquela graça que existia em meu mundo, eu queria poder compartilhar com alguém todos os ensinamentos que os livros puderam me dar. Mas as pessoas não me notavam, não me olhavam, e não me queriam, talvez pelo fato de eu não querer com que elas me vissem, e de fato assim, eu não existia para elas.
Todo aquele sentimento, aquela dor estava ficando cada dia maior, e eu queria poder mudar, poder existir, mas como? Eu mesmo não sabia como! Não poderia deixar ninguém entrar em meu jardim, pois, eles poderiam destrui-lo. Eu não só via, mas eu podia sentir a maldade nas pessoas que por ali passavam. Elas não podiam me notar, mas eu as notava, e via coisas.
Solidão, medo. Um profundo suspiro na escuridão de um pesadelo. Olho para o céu e percebi que dormia minha respiração acelerada, meu coração naquele instante poderia saltar de mim. Dúvidas, dúvidas, muitas dúvidas. Por que as pessoas escolhem isso, por que elas fazem o que fazem...
Eu queria respostas, e queria naquele exato momento, queria poder sentir o gosto de cair e poder levantar, pois para isso eu teria amigos para me estenderem a mão. Queria sentir o vento de uma tempestade que se aproxima, e na mesma poder encharcar minha roupa, eu queria buscar minha felicidade. Queria entender as pessoas, o motivo pelo qual elas têm tanto o que sofrer e chorar, mas a única maneira de tudo isso acontecer era saindo do meu jardim.
Saindo do meu jardim eu sabia que não poderia mais voltar, não poderia mais vê-lo. Essa era uma decisão que por muito me causou infortúnios. Mas eu precisava entender as pessoas e descobrir o gosto e as sensações de algumas coisas que me pareciam tão simples, mas que significavam muito mais que uma vida. Mesmo assim, minha curiosidade falou mais alto e fui em frente com meu pensamento.
Hoje eu sei que em meu jardim eu seria feliz eternamente, até o último suspiro de vida que em mim existisse. Meu jardim não resistiu a minha perda, mas eu já pude superar à sua, pois aprendi ser como as pessoas que eu observava, aprendi amar. Engraçado nos livros a palavra amar significa: Ter amor, afeição, estima. Querer bem. Mas aqui fora as pessoas não têm amor como nos livros, como nos contos que eu tanto li. E assim que pude, amei, amei. Estranho amor. E amando descobri que as pessoas não acreditam nas coisas belas que podem acontecer em suas vidas, pois um dia uma pessoa me disse: “Amor. Isso não existe. Que quer que mantenha famílias, casais juntos não é amor. É imbecilidade egoísmo ou medo. Amor não existe. Existe interesse pessoal, ligação baseada em proveito pessoal. Existe prazer, mas não amor. O amor deve ser reinventado".
Reinventado de que maneira, de que jeito? De que modo as pessoas precisam aprender a amar?
Mas hoje eu mesmo posso responder. O amor na vida real é irreal, ilusão daqueles que procuram a felicidade em outra pessoa, pois somos felizes da maneira que somos.
Ao cair da noite eu olho para o céu e não consigo ver as mesmas estrelas, que antes em meus pensamentos eu as tocava. Lembro do meu jardim - como eu queria ainda estar lá -, mas esta é uma escolha que não podemos simplesmente dizer não. Todos nós vamos abandonar nossos jardins. Aos meus olhos eu não era visto, notado pelas pessoas, hoje eu entendo, eu não era invisível, eu apenas não era compreendido pelos incoerentes adultos que por ali passavam e não me notavam.
Sei que posso continuar cultivando flores e plantas. Mas hoje, preciso arranjar tempo e lugar. Aquele meu lindo jardim desertificou-se, desvaneceu-se, agora eu vou fazer um novo em uma outra pessoa, pois meu objetivo será reinventar o amor em mim, quero provar que sempre o bem vence e sempre podemos sermos felizes, pois todos nascemos para amar sermos amados.
A construção de uma casa tem que começar pelo alicerce, depois tem que se erguer as colunas, paredes, teto e por fim dar os devidos acabamentos, da mesma forma devemos construir o nosso ministério cristão, alicerçados na palavra de Deus então construiremos colunas firmes, paredes fortes e teremos uma cobertura que nos protegerá! Assim como a nossa casa protege nossas vidas, nós como casa de Deus devemos proteger aqueles que estão sem uma cobertura, e perecem a mercê de cuidados!
-álvaro.carvalho
Não se trata apenas de construir uma casa: trata-se de viver a vida em sua plenitude.
A construção de um espaço torna-se um momento sagrado, no exato instante em que desperta sentimentos congelados.
Latente é a vontade de olhar nos olhos e pegar com as mãos, as ferramentas que nos são úteis.
Inerente a vida que desperta é a vontade de manifestar a alegria através do corpo, da mente e da emoção.
Sagrado é o ato de construir a casa, porque dela fazemos parte. A terra não tem pressa. Nós também não devemos ter.
Cada casa, uma casa. Uma casa, tantas histórias e vidas que se enlaçam.
A conquista da dignidade é como a construção de uma casa: precisa de pequenos, porém muitos tijolinhos de boa qualidade. Quanto maior o empenho, mais rápido ficara concluída.
Ter uma família estruturada, é melhor que prata e ouro. Por isso mesmo devemos construir nossa casa sobre um forte rochedo , e com boas fundações. Isso serve para o casamento , e a construção de uma família.
Deixando os dogmas religiosos de lado! Uma família paseada no amor e em um diálogo aberto e franco é bem provável que suportará todas as adversidades que com certeza aparecerão ao longo da vida . É certo que tudo isso vem acompando de muito trabalho, e humildade entre os cônjuges e consecutivamente entre os filhos...
TODA CONSTRUÇÃO EMITE BARULHO AOS OUVIDOS , SEJA CONSTRUÇÃO DE CASA, PREDIO, MOVEL ATE UMA ROUPA(MÁQUINA DE COSTURA)....NOSSAS CONSTRUÇÕES INTERNAS DE PENSAMENTO E ATITUDES TAMBÉM GERAM E EMITEM BARULHO. E ISSO PODE ATRAPALHAR OS OUVIDOS DE ALGUÉM
Luvas"
Comprei num boteco chamado pelos espertos, casa de construção. Lá vende de tudo um pouco: ferros, cimentos, argamassa, remédio para quem tá rouco. Coisa de louco!
Fui em busca de algo concreto, a chuva castigava e molhava todo o teto, escorria até o piso, onde o salário tá liso, muito escorregadio.
Recebi uma indicação que mudou minha opinião, pois a chuva é um dom, quem reclama perde o tom, neste lugar vazio.
-Ouça meu rapaz, você não precisa de pás, tampouco de cartaz, para mudar este lugar sombrio.
Perguntei assustado o que disse o pobre coitado que me vendia um barril: Qual a solução para evitar o alagamento, pois sem areia e cimento, não se faz a contenção deste horrível sofrimento?
-Você precisa de luvas, mas não é qualquer uma, disse o homem, convicto de seu conhecimento.
-Explico rapidamente, pois quem chega neste ambiente, sempre vira meu cliente.
Diga meu amigo, respondi-lhe meio impaciente.
-Com Luvas você trabalha de tudo nesta vida... Não faz calos nas mãos, evita infecção, esconde até sujeiras que as vezes ficam expostas, quando a mão é mais ligeira e agarra sorrateira, um maço de pregos, cabeça de macaco...
Mas como vou trabalhar, se não tenho o material que aqui vim procurar?
-A luva é solução, pois com ela não tem infiltrações que penetram nas paredes dos corações vazios...
Cabra bom de vendas, me convenceu com uma frase que minha vida ia mudar.
Saí de lá satisfeito, com um par de luvas e um quilo de pregos...
Quem precisa de concreto, se o abstrato convence que você não molha mais?
Hoje uso as luvas e mesmo no meio da chuva, faço com elas, construções em mim...
Bom moço que trabalha na quitanda, se não fossem seus conselhos, até hoje estava na varanda, preocupado com meu telhado...
Vozes perseverantes
És deficiente, claro amigo!
Sim, uma casa bem construída,
Mas não se faz um abrigo,
Não sentes o amor desmedido...
Verdade! Meus olhos não veem.
Confesso, sonhei enxergar,
Vejo com o coração, não minto!
Enxergas, mas teu afago não sinto!
Não tenho pernas fortes!
Cadeira, rodas... Sina minha.
Você comigo não caminha
Mas sou asa mesmo sozinha!
Dizem que é lindo o cantar.
Gonzaguinha, Keréto, o sabiá...
Mesmo sem ouvir, voam cantos.
Muitos me ignoram, são tantos!
Sei que a fala sempre me faltou,
Nunca a encontrei na língua.
Deixas-me no silêncio profundo
Mas meus gestos reviram o mundo!
Estou na estrada e sou como você,
Nado, brinco, faço o acontecer...
Do cume ao fundo profundo do ser
Surfo, paraquedas... Menos temer
Para construir uma casa é necessário projetar e planejar.
Assim também é na nossa vida.
Para ter nossos projetos concretizados, temos que planejar e projetar nossas metas, construindo assim, uma linda vida dos sonhos.
Condenado por Minhas Próprias Palavras
Eu tinha em meu coração a construção de uma casa de descanso para a arca da aliança do Senhor. - 1 Crônicas 28: 2
Escritura de hoje : 1 Crônicas 28: 1-10
Eu dediquei meu coração aos ministérios de adoração na igreja porque adoro ajudar as pessoas a conectar a adoração de domingo com a adoração pessoal diária. Servi em comitês e como capelão de coro e orquestra; Escrevi orações semanais para a pasta de adoração e promotores diários de oração para a leitura bíblica de cada dia; Trabalhei com nosso pastor de adoração para planejar serviços. Então ele renunciou.
Quando o comitê de busca foi formado para encontrar seu substituto, não me pediram para participar, e soube que me sentia usada e não apreciada. Tentei me defender da minha má atitude, mas com pouco sucesso. Então, enquanto trabalhava na pasta de adoração da semana seguinte, fui interrompido por palavras que havia escrito um ano antes. Ao digitar o promotor de oração em 1 Crônicas 25-29, que inclui o relato do desejo não realizado de Davi de construir o templo, minhas próprias palavras me convenceram: “Ore para que não fiquemos ressentidos quando Deus der a tarefa a outra pessoa nós estávamos esperando fazer. ”
Liguei imediatamente para o presidente do comitê de busca para confessar minha má atitude e prometer que o apoiaria na difícil tarefa que estava pela frente. E continuo fazendo isso porque o trabalho pertence a Deus, não a mim! —JAL
Refletir e orar
Senhor, ajude-nos a apreciar
o trabalho que os outros fazem,
o serviço prestado em seus corações, o
sacrifício por você. —Sper
Seja fiel - e deixe os resultados para Deus. Julie Ackerman Link
Rebocando as paredes da vida.
Um construtor ordinário.
Brincou até na casa do vigário.
E por aí foi colocando tijolos.
Pela adolescência e transição.
Levantando a bandeira da emoção.
É o vago coração que vai se enchendo de pinturas.
A junção de massas até parece obras maduras.
Mas na verdade essa obra é fajuta.
A operação tapa buracos.
Ser perfeito é pros fracos.
É que o comportamento de uma velha puta.
Rebocando as paredes da vida.
Recompensando o alicerce fraco.
É o que tinha a oferecer aquele prato.
Ou a cartilha que não foi lida.
Mestre na obra ou carpinteiro.
Pedreiro ou engenheiro.
A praga maior é o dinheiro.
Por conta dessa agonia.
Minha obra continua no estaleiro.
Construa uma casa
Que tenha ressonâncias
De sua infância
Que seja tão ninho
Quanto as choupanas de Van Gogh
Ou tão forte
Quanto o endométrio
De seu primeiro abrigo.
Construa uma casa
Cristalina
Como seu coração
Meigo
Grato
Que entoe sempre
O exercício fugitivo das saudades.
Construa uma casa
Onde haja o convívio
Da escuridão e da luz
Onde insetos e nepentes
Travarão um pacto
De néctares e cantos
Ninguém precisará evadir-se
Não haverá amantes trágicos
Ou reféns
Nas manhãs silenciosas de inverno.
Construa uma casa
Onde tudo seja permitido
Bailar com os morcegos
Acariciar as estrelas
Ao som dos soluços da madrugada.
Construa uma casa
Onde possa ouvir
O ruído das águas subterráneas
E o adormecer das cigarras
Onde possa ver um imenso ramo de oliveira
Fraternal,
Devorando a indiferença dos homens.
Livro: O Outro Braço Da Estrela – Poemas
Capa e ilustrações - M. Cavalcanti
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