Conheci Alguém Especial

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Capítulo — O dia em que eu voltei para mim


Conheci um homem insuportável.
Daqueles que chegam ocupando espaço demais, falando alto demais, confiantes demais. Metido a bom, metido a malandro, metido a conquistador. Um tipo que acredita que o mundo responde quando ele chama.


Um dia, ele me segurou pelo braço. Não forte o bastante para doer, mas firme o suficiente para marcar. Olhou dentro dos meus olhos e disse, como quem anuncia um destino já escrito:
— Eu vou casar contigo.


Eu ri. Ri com desprezo, com ironia, com a segurança de quem ainda se pertence.
— Boa sorte.


Ele insistiu. Meses de insistência. Flores que eu não pedi, chocolates que eu não quis, convites para cervejas que eu sempre recusei. Havia algo nele que me irritava — talvez o reflexo de uma fraqueza que eu ainda não reconhecia em mim.


Até aquela noite. Festa na casa de um amigo em comum. Música alta, copos cheios, corpos soltos. A conversa veio fácil, o riso também. Dançamos. Bebemos. O tempo escorreu entre uma música e outra. E, sem que eu percebesse, ele deixou de ser insuportável. Ou talvez eu tenha ficado cansada de resistir.


No fim da festa, ele me levou para casa. O beijo aconteceu como acontecem os erros importantes: sem alarde, mas com consequência. Algo se abriu em mim. Um lugar que eu não sabia que estava vazio.


Depois disso, viramos presença fixa na vida um do outro. Onde eu estava, ele aparecia. Onde ele ia, eu seguia. Não era amor ainda — era fusão. Confundimos intensidade com destino. Ele me contou seus sonhos, seus medos, suas faltas. E eu enxerguei ali uma saída. Um novo lar. Uma direção. Não percebi que estava apenas trocando de jaula.


Casamos quando eu tinha vinte anos. Ele, três a menos. Justo eu, que sempre procurei homens maduros, me entreguei a alguém que ainda não sabia ser. Vivíamos para o trabalho, para o cansaço compartilhado, para o futuro idealizado. Tínhamos um sonho comum: melhorar de vida, vencer, chegar lá. Nunca paramos para perguntar onde era “lá”.


Três meses depois do casamento, veio a notícia. Um bebê. Uma menina.
A alegria veio acompanhada do medo, pesado como pedra no estômago. Éramos jovens demais. Inexperientes demais. E, silenciosamente, sozinha demais.


Ele começou a se afastar antes mesmo do corpo dela crescer dentro de mim. Barzinhos, ausências, desculpas. Eu crescia por dentro e encolhia por fora. As consultas de pré-natal eram minhas. O medo era meu. O futuro, também.


No dia em que minha filha nasceu, eu procurei por ele com os olhos cheios de dor e esperança. Não estava. Só conseguimos achá-lo por telefone, quando já era tarde demais. Minha filha já respirava fora de mim. E eu, ali, entendia pela primeira vez o que era parir sozinha.


Trabalhava das cinco da manhã às sete da noite numa escola integral. Minha sorte era que minha filha ficava na creche da própria escola. Saía empurrando o carrinho, caminhava quilômetros com o corpo exausto e a alma em alerta. Chegava em casa e fazia comida. Marmitas. Banho. Mamadeira. Silêncio. Dormia para sobreviver. Acordava para repetir.


Os anos passaram. Quatro. A vida melhorou financeiramente. Mudamos para mais perto do trabalho. Cem metros. Conforto. Aparência de estabilidade. Mas por dentro eu já sabia: algo estava apodrecendo.


Descobri a traição numa tarde comum. Enquanto eu sustentava a casa, criava nossa filha e me anulava, ele me traía. Não foi o ato que doeu mais. Foi o espelho. Eu tinha me tornado exatamente o que mais temi: uma mulher vivendo a vida que não escolheu.


A ficha caiu com violência.
Minha mãe. A casa. A renúncia. O silêncio.


Arrumei as malas. Só roupas. Minhas e da minha filha. Nada mais importava. Enquanto dobrava tecidos, ele chegou. Olhou, riu, debochou, com a arrogância de quem se acha dono:
— Você me ama demais. Não vai conseguir ir embora. Você não vive sem mim.


Ele trocou de roupa e saiu, certo da minha desistência.


Mas eu fiquei.
Terminei de arrumar tudo. Peguei minha filha no colo. Abri a porta.


E fui.


Nunca mais voltei para ele.
Mas voltei para mim.


Minha alma respirava. Meu corpo tremia. Meu espírito gritava, sem medo, sem culpa, sem volta:
Liberdade.

LEILA

Conheci o poder das tuas franjas
e do teu sorriso
Tu trazias a lua pra varanda
E improvisava um paraíso

Aprendi s admirar mulheres de óculos
A desejar seus os óculos...
A acordar de madrugada
Sem ter saudade da namorada...

Aprendi a achar que o mundo precisa de Leilas
Dengosas , belas e meigas
Cheguei a achar que o destino
Contigo podia ser melhor,

Mas o destino te deu amor.
O mundo te deu paixão
E a vida te deu David, o Abrahão...

Agora me falas de Tempo,
Ninguém conhece mais o tempo do que eu...

A beleza não perece com o tempo,
Ela se protege na alma...
Continuas linda...
Quem te conhece sabe,
Quem tem sensibilidade vê...
FELIZ ANIVERSARIO

Amor que grita!




Conheci um amor que criou asas e voou em silêncio pousando como uma borboleta num infinito pulsante de cor vermelha,


No rótulo, vinha escrito sensação de vitória,


Na entrega, o diagnóstico foi de fidelidade,


Já na ciência das entrelinhas, identificaram através de uma lupa o símbolo crescente da felicidade.

Conheci os espinhos, não as rosas
Aprendi cedo que o belo também corta
Cada passo era farpa na sola
Enquanto prometiam jardim, me deram a porta
Cresci regando o que ninguém colhia
Mão calejada, pouca fantasia
Quando falavam de amor, eu via alerta
Porque todo afeto vinha com cerca
Não romantizo dor, só reconheço
Foi nela que eu aprendi o preço
Enquanto uns colhiam perfume e cor
Eu entendia o valor do suor
Espinho ensina mais que pétala
Te deixa atento, mente esperta
Quem só conhece flor se ilude
Quem sangra aprende atitude
Hoje se vejo rosa, eu desconfio
Beleza demais costuma esconder vazio
Mas se vier com verdade na mão
Eu planto com calma, sem pressa, no chão
Porque mesmo ferido eu sigo em pé
Espinho não mata quem aprende a fé
Não fé cega. Fé na própria visão
Conheci os espinhos… e isso me deu direção

Quando eu te conheci no verão
Você tirou a batida do meu coração
Nós nos apaixonamos
Enquanto as folhas escureciam
E podemos ficar juntos, baby
Enquanto o céu for azul.

Eu conheci um amor rebelde e juntos fizemos a revolução e cortejamos os perigos da paixão

Eu conheci um Salva Vidas


E ele nunca tirava férias

" Meus tesouros são sorrisos que recebi
amigos que conheci
e paixões que nunca esqueci
minha verdade foi reconhecer e dar o valor exato
sem média ou puxação de saco
do que cada um é merecedor...

⁠Conheci um cara que era feliz no casamento, mas se separou para não se arrepender mais tarde de não ter mudado.

Eu vim da Escuridão, conheci o fundo do poço e não foi por escolha minha ,foi porque a vida foi madrasta para comigo ..
Têm dias que tb choro ,que tb sofro e a alma Sangra ,mas não coloco meu fardo nas costas de ninguém..
Sou a melhor pessoa do Mundo para quem me merece ,e para não me tornar a Pior pessoa protego minha indetidade me afastado de quem me fere !
Aprendi que o desapego e a Solidão me são muito mais favoráveis!
Mary Gonçallves

Acreditei 1 vez na mentira, mas depois que conheci a verdade, a mentira nunca mais chegou perto de mim

​"A essência da minha existência fundamenta-se em Cristo. Através do Senhor, conheci a Verdade, e essa revelação permitiu-me aprofundar meu conhecimento e amor por Ele. Jesus Cristo é o meu sustento vital, o lírio que traz pureza ao lar e a esperança de salvação para o mundo."

Quando te conheci,
eu disse que nada era por acaso.
Que as quedas me ensinavam o voo,
que os fins eram portas disfarçadas,
e que talvez Deus estivesse me treinando
para suportar o mundo ou para encontrar você.


​Você, tão certo da sua dor antiga,
me disse que cada amor que termina
leva um pedaço da pureza embora.
Que nunca mais se ama
como no primeiro amor.


​Mas olha nós dois aqui.


​Se a pureza tivesse morrido,
não estaríamos reaprendendo
a rir de mãos dadas.
Se o amor tivesse ficado menor,
não caberia tanto cuidado
nos seus abraços.


​Talvez o primeiro amor
seja inocente.
Mas o nosso é consciente.


​Ele conhece o medo,
mas escolhe ficar.
Reconhece a dor,
mas prefere construir.


​O primeiro amor é primavera.
O nosso é raiz:
não nasce por impulso,
cresce por escolha.


​Se perdemos alguma pureza,
ganhamos profundidade.
Se a vida nos quebrou,
foi apenas para nos lapidar.


​E hoje eu entendo:
não amamos menos depois das quedas,
amamos com mais verdade.


​Porque o destino pode até não explicar tudo,
mas ele certamente sorriu
quando dois corações que já sabiam do fim
decidiram acreditar de novo.

Muito dom e pouca vida com Deus? No fim, ouvirá: ‘Eu nunca vos conheci.

Na solidão fui encontro comigo mesmo, conheci medos e passos que me guiam hoje, a solidão virou mapa para andar sozinho, assim encontrei força no meu próprio passo.

⁠🌷Descobri-me flor.
Conheci-me como flor🌹
🦋
O que acontece lá dentro do
casulo é segredo da borboleta.
Ela só mostra o resultado.
A transformação é íntima🦋
🦋
Esta sou eu.
🦋

"Conheci pessoas verdadeiramente humildes. Nenhuma delas jamais disse ou vive dizendo (e repetindo) que era ou é humilde. Nem umazinha sequer. Isso é ou não é exemplo de humildade?"
0764 | Criado por Mim | Em 2014


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Durante conversa, que parecia amena, ela perdeu o rumo, xingou a Mãe que não conheci e desejou que eu comesse 'todas as porcarias do mundo'! Eu disse que jamais faria isso com ela. Ela ficou ainda mais enfurecida!"
Texto Meu 0994, Criado em 2020


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"Água quente... Uma das mais confortáveis coisas que conheci neste planeta Terra!"
Frase Minha 0314, Criada no Ano 2009

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"De todas as mulheres que conheci, as melhores foram as vestidas. Sem roupa, somente na hora H."
Frase Minha 0371, Criada no Ano 2009

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