Confusão
Se você pudesse definir a vida em uma palavra, qual seria essa? Confusão, Alegria, ou Firmeza? Se eu tivesse que definir a vida em uma palavra,
eu diria confusão porque ela nunca vem com manual, mistura risos com lágrimas, certezas com dúvidas, e mesmo assim segue em frente. Mas talvez a vida também seja alegria, nos instantes simples que salvam dias difíceis, nos encontros inesperados, nos sorrisos que surgem do nada. E, no fundo, ela exige firmeza, pra continuar quando tudo balança, pra acreditar quando cansa, pra permanecer sendo quem se é
.Realmente a vida não cabe em uma palavra só. Ela é confusão, alegria e firmeza tudo ao mesmo tempo. Hoje, eu entendo que a vida nunca foi sobre ter respostas. Ela sempre foi sobre continuar, mesmo quando o peito aperta e a alma pede pausa. A confusão não é fraqueza… é sinal de que a gente se importa, de que ainda sente, de que ainda está vivo.
A alegria, ah… essa quase nunca faz barulho. Ela se esconde nos detalhes que a pressa insiste em roubar, como um pôr do sol visto em silêncio, uma risada que escapa no meio do caos, um “fica mais um pouco” dito sem palavras. Um “eu te amo” São esses instantes pequenos que, quando a solidão chega, viram abrigo na memória. E a firmeza… essa é construída na dor. É aprender a sorrir mesmo com os olhos cansados. É continuar amando depois de ter sido machucado. É acordar todos os dias e escolher seguir, mesmo quando o coração está pesado demais para carregar. Ser firme não é não cair é não se perder de si mesmo enquanto cai. Não endureça o coração. O mundo já é duro demais. Permita-se sentir, mesmo que doa. Diga “eu te amo” enquanto há tempo. Abrace mais. Escute com atenção. Viva menos preocupado em ser forte e mais disposto a ser verdadeiro.
A vida passa rápido… rápido demais. E no fim, não são os dias fáceis que ficam, mas aqueles em que, apesar de tudo, você não desistiu de ser quem é. Cuide da sua essência. Ela é a única coisa que o tempo não consegue levar.
Em minha confusão vivo o meu sentimento tentando desabrochar o meu eu;
Minha vida é uma lembrança de uma cena de um filme ou uma novela tentando adivinhar o meu futuro por qual quer razão;
Respiro o meu próprio filme procurando acertar os meus pecados que nem sempre foram meus;
Busco o absoluto controle dos meus sentimentos para não fazer confusão em meu coração;
Quero descobrir a minha cota para caber em algum coração que queira entrelaçar com as minha verdades;
Junto as minhas incertezas para o impacto autossuficiente que reata meu ser em alguma proporção devida;
Ando ansioso entre minha confusão, mas feliz pelos sentimentos nascentes em meu interior, me faço de um jeito agradável para lhe conquistar;
E de um jeito tão inocente te ganho para te levar a felicidade vendo as certezas de um amanhã justo e lindo;
Talvez eu esteja enganado com palavras precipitadas, mas o meu coração quase nunca erra com os meus sentimentos;
Mas em minha cabeça há uma confusão de coisas que ninguém gostaria de saber;
É um barulho em meu silêncio;
Um desconforto em meu alento;
Há pessoas de coração bom que erram, não por maldade, mas por medo, confusão ou dor. Ainda assim, são capazes de construir coisas bonitas quando encontram o perdão — não como esquecimento, mas como escolha consciente de seguir. A gratidão nasce nesse ponto: quando tudo o que doeu passa a fazer sentido. E, às vezes, é no silêncio da leitura que a vida encontra fôlego; saímos do lugar onde estamos, habitamos outras existências por um instante e voltamos mais leves, mais humanos, mais inteiros.
“Quando o sentido cai antes da identidade nova nascer, dá a sensação de
confusão na cabeça, postura no corpo.
Por fora: alinhado.
Por dentro: em obra.”
Quem tem teto de vidro, não pode envolver-se em confusão. A palavra é uma arma, e pode mudar de direção.
Baby, fica atento à confusão do mundo.
O que era sonho está sendo distorcido na calada da noite.
Ideias sem raiz viram promessas vazias,
e o que parecia descanso acorda como pesadelo ao amanhecer.
Vivemos um retrato de impasse sem freio.
A ordem perdeu o rumo,
o barulho virou regra
e o silêncio, abandono.
Ninguém escuta, todos opinam.
Ninguém cuida, todos cobram.
O controle não está mais nas mãos,
está espalhado no medo,
na pressa,
na falta de propósito.
As pessoas querem respostas rápidas
para vazios profundos.
E a pergunta que ecoa é simples e dura:
onde buscar ajuda quando o mundo adoece por dentro?
Talvez não fora.
Talvez no retorno à consciência,
à verdade que não se vende,
à fé que não é emergência,
à responsabilidade de ser humano antes de acusar o caos.
Enquanto isso, vigia.
Não se deixe moldar pela confusão.
Nem todo barulho é verdade,
nem toda direção leva à saída.
Tem dias que tudo pesa. A mente não para, e a solidão aperta no meio da confusão. Todos querem um pedaço de você, mas ninguém parece enxergar a sua luta.
Para. Respira fundo. Você não é essa pressão toda. Você é mais forte. Cada pequena coisa que você faz é um passo importante para a sua vida. A paz que você precisa já está dentro de você.
E se alguém sumir? Se o silêncio machucar? A verdade é essa: sua força não pode depender de quem não está. A sua luz é sua...
A necessidade de saber para onde ir na vida vem da confusão e do sentimento de estar sozinho. No dia a dia, se perdendo em trabalhos cansativos e distrações, esquecendo de nós mesmos. Para encontrar o nosso caminho, precisamos de acordar, entender as nossas experiências e crescer com elas. Podemos fazer isso sozinhos, pensando, ou estando perto de outras pessoas de verdade.
A pessoa que detesta CONFUSÃO tem que saber:
Faça tudo dentro das Leis e das Normas!!!
Não faça qualquer coisa que seja que vá prejudicar alguém!
Não minta.
Não faça fofocas.
Respeite seus vizinhos!!!
Não espalhe boatos.
Ecos Da Confusão (Haniely Rocha)
Diante de muitas incertezas, em um mundo que antes era vazio e de solidão,
surge uma luz que mora em meu coração.
Já que muitos não me notam em palavras ou expressão,
guardo tudo aqui dentro, minha simples confusão.
Escrever até que ajuda, já que aqui eu não sou vista.
Fiquem com minhas palavras, vivências jamais vividas.
Só desejo que a luz não vá embora outra vez,
pois achei lindo enxergar as cores da sensatez.
Cada um chama de ideias claras as que estão no mesmo grau de confusão que as suas próprias.
Inteiramente Inteira
Essa sou eu:
uma confusão o tempo todo
dentro de mim mesma!
Certezas? Quase nenhuma.
Às vezes sã,
às vezes insana.
Essa sou eu: menina, mulher!
Aquela que cala,
aquela que canta,
aquela que grita,
mas que ninguém ouve.
Aquela que escuta, de vez em quando,
a voz do próprio coração,
e que encanta quase todo mundo,
ou não.
Essa sou eu:
meio século de histórias contadas e contidas,
de sonhos regados a vinho,
poesias, música,
arte de rua e de amores.
Fui podada, eu bem sei!
Impedida também fui,
mas hoje eu sou livre, livre, livre
feito galho saindo pelos lados da árvore
fincada no chão,
cujas raízes entraram no inferno adentro
só para poder alcançar o meu céu.
Essa sou eu,
razão batendo o tempo todo na minha cara
e palpitando um coração que ama sem medo.
Essa sou eu,
um baú de mil segredos,
com milhares de histórias para contar.
Histórias que nem lembro.
Vou escrevendo, escrevendo, escrevendo e,
de vez em quando,
eu canto, eu canto.
Essa sou eu:
uma mulher inteiramente inteira
e despida.
Nildinha Freitas
Muitos causam problemas na vida de quem quer crescer por pura confusão mental. Chamar a vontade de prosperar de "errada" é o último refúgio de quem desistiu da própria nobreza.
