Conforto da Morte de um Filho
Me aconselha para ter esperança
Com seu ramo de folha
Sua magia pessoal
Deslizando sobre minha auréa
As palavras contra o mal
E do pó dessas folhas
Círculo de pedras formei
Avisando aos ventos do Leste
A caçada que meus inimigos tanto querem
Tanto ferem
Tanto perdem em sua frieza infinita ...
Deixem os clãns, e faça do seu clãn uma "tribo universal", sem separações de classes, de poder, de guetos, um dia pode estar rico e no outro pobre, más se cativa amigos nunca estará só. Bom mesmo é ter amigos de todos os tipos, e poder ouvir todas as linguagens.
Que não seja coveiro os meus pecados,
nem o tempo sem cor e sem medida,
se a vida não quer mais os meus dizeres
eu lhe furto o amor e os prazeres
e enterro com a pá de algum passado.
Que não seja escusável, todavia,
sua culpa tão grande que desprezo,
nem rezo que Deus, que tanto prezo,
perdoe sua audácia e perfídia .
Pois mesmo que acabe o meu pranto,
não ligo pro amor e pro encanto,
pois fez- se de amargo o veneno
nos lábios, tão rubros e pequenos,
que ainda despertam meu silêncio.
Dizer, isso tudo sempre eu quis,
já disse, contudo, não ouvis,
pois o canto que agora tanto quer
enegrece na noite que vier
as palavras jogadas a qualquer custo...
Hoje eu quero
me embriagar de noite
e esquecer
que o açoite
dos meus tormentos
é fruto da minha ilusão.
Mas não se pode
culpar de amor
bêbado um coração.
A incorrespondência
de alguns sentimentos,
que orbitam corpos diferentes,
machuca, fere e aprisiona
num mendigar sem valor.
Mas o que contravenha
aos meus costumes,
nem ligo.
Suspiro em silêncio
os meus algozes,
e terei sorte
se me faltar pudor.
Dois dedos de prosa
As vezes o tempo conta história
que as páginas do destino
não esquecem jamais
E a vida é um pouco de memória,
Pois nem a lembrança
Impõe derrota à areia
que a ampulheta esvai.
E a voar no infinito
A mente não tem limites,
Ou horizontes para pensar.
Pois nem o mar
Impossibilita o homem
de se soerguer e
mesmo sem chão, se elevar.
Vivemos buscando certezas nessa vida, optamos por escolhas que nos pareçam serem mais convenientes (mesmo quando não desejamos) porque aos nossos olhos, o conveniente nos oferece alguma garantia. Tendemos com o tempo a deixarmos de lado nossos sonhos, nossos desejos, nossas paixões... Pela pseudo - garantia que o conveniente nos oferece. Como diria o ditado : ''Melhor um pássaro na mão do que dois voando". Aos meus olhos, não há pior arrependimento do que abrir mão de um sonho quando se pode lutar por ele. E você com certeza não irá perceber isso agora...Tudo é um talvez, não se engane. Certeza, só temos de que a vida é agora. Todos os dias temos a possibilidade de ''abrirmos os olhos'' para enxergarmos novos caminhos, mudarmos algumas certezas (não tão certas assim). Palavra mágica: Possibilidade. Nós possuímos, todos os dias a possibilidade de fazer diferente.
Eu queria participar das manifestações que almejam dias melhores para o povo do meu país mas, sou obrigado a pegar o trem de madrugada para garantir o sustento de minha família.
Como é difícil entregar o coração para alguém. Normalmente esse alguém não sabe como tratar bem nosso coração, muitas vezes deixa que coisas, ou pessoas, que não tem importância, ceguem seus olhos e coloquem dúvidas em seu coração.
As pessoas acreditam que sabem a verdade. Que tem a verdade, e que a "sua" verdade é absoluta.
Aceitam e acreditam naquilo de uma maneira que não querem ouvir, e às vezes até enxergar, que a verdade é subjetiva, que cada um a enxerga da sua maneira, e que muitas vezes você está estragando a sua felicidade porque é preconceituoso, porque não aceita que o outro seja diferente, pense diferente, ou veja o mundo diferente.
Por isso há tantos corações partidos no mundo.
Por isso há tantas pessoas solitárias.
Deveríamos AMAR mais e odiar menos!
Sorrir mais e chorar menos!
Ouvir mais e falar menos!
Conversar mais e brigar menos!
Quando entregamos a alguém o nosso coração, estamos dando a maior prova de confiança a essa pessoas. Ao abrirmos nosso mundo, nossa vida, estamos dizendo à ela que ela pode entrar sem reservas, que pode se mostrar e ser simplesmente ela, assim como nós seremos simplesmente nós.
É tão simples amar e ser feliz!
Mas o mundo insiste em querer complicar a vida.
Em querer complicar os sentimentos mais simples.
E aí, ao invés de podermos viver esse amor, viver o enorme amor e felicidade que podemos dividir com quem amamos, passamos a maior parte da nossa vida, perdemos o nosso tempo brigando, discutindo, acusando, julgando e humilhando...
Que pena de nós!
Que pena do homem que desaprendeu o que é o amor! O que é amar!
eu ainda acredito no amor, principalmente no amor ao próximo. Por isso:
Sofro, choro, me desespero.
Sinto saudades. Saudades demais.
Mas sou daquelas que ainda acredita que o Bem sempre vence o Mal.
E espero ainda a hora em que apenas aproveitarei o amor!
E que chegue logo esse dia, pois meu coração está dado, e está cansado de sofrer...
Dentre muralhas montanhosas alguém faz pedidos aos deuses a unir duas nações em pé de guerra enquanto uma linda princesa dormia.
Ao acordar em plena madrugada depois de levitar sobre a face de um sonho. Victoria se enche de esperanças e logo pela manhã procura Debreth, um sábio intérprete de visão profunda.
-Do que se trata a ilustre visita de Victoria?
-Pergunta Debreth, já num aspecto de reflexão. Victoria então resolve contar as boas novas. Mas não sabia ela que o parecer de Debreth fora tão péssimo, tão enigmático quanto o seu próprio sonho. À ponto de ir a um encontro que sempre às escondidas com o seu amado, cujo nome Missim, o destemido soldado.
Às margens de um rio esta Missim colhendo flores para a sua amada, que desce do cavalo com a ajuda de seus braços fortes e se amam apaixonadamente como nunca.
Victoria diz a Missim o que havia então se passado e ao ouvi-la Missim aspira mais uma vez aos deuses. E os gritos de socorro já tiniam pelos campos.
Victoria morreu a caminho de casa e Missim flechado na batalha...
Uma vez você.
Outras vezes você.
Por tantas vezes eu fiquei.
Até onde os olhos podem ver ?
Eu te amava sem limites.
E a ainda te amo a cada despedida.
Por tantas vezes eu voltei.
Numa plena falta de amor.
Algo que não sei como descrever.
Uma porta se abre.
Foi quando disse adeus
E pra você nunca mais voltei.
Feito uma flor lançada ao mar que a onde levou, tão pálida estava quando uma linda sereia a encontrou e a pôs em seus cabelos.
Feito uma garrafa lançada ao mar que a onda levou, levou para o infinito meus versinhos de amor.
Assim e muito mais me sinto
quando distante de você.
Que preciso para ser feliz
Liberdade sem fronteiras
Amor sem disciplinas
Me ensina a domar a fera
Ferida de espinhos
Por causa do bem que há em mim
o mal de mim se perdeu
Por causa do mal que não há em mim
o meu bem prevaleceu
Entre o bem e o mal ruínas
escombros do que florescia
Beija-flor quer beijar as flores, as mais intocáveis de todas. Brilham num jardim suspenso, deslumbram à luz do luar.
O céu é um jardim, a lua, o sol e as estrelas são flores, rosas de diversas essencias que o arco-íris rega da imensidão do horizonte.
Para fugir da concorrência que a natureza lhe propôs, o Beija-flor bate asas a procura de refúgio, um lar que seja tão doce quanto o néctar das flores. Mas quando dá por si, paira num deserto de espinhos.
Quando eu estou sozinho
O velho barreiro me acompanha
Com limão espremidinho, e torresmo frito na banha
O Evangelho não é religião nem tem nada parecido com os rituais que os homens criam em sua vã maneira de tentar agradar a Deus.
Não vamos embarcar nessa de que todos são iguais, se todos fossem iguais seriamos politicos e não seres humanos.
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