Conforto da Morte de um Filho

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Minha vida amorosa é tão organizada quanto gaveta de meia: você abre achando que vai encontrar um par certinho e sai com três meias diferentes e nenhuma serve. Eu até tento levar a sério, mas o amor sempre me olha e fala: “não hoje”. Kakakakakaka


Sou aquela pessoa que se apega rápido, desapega devagar e sofre no meio do caminho inteiro. Prometo não criar expectativa… cinco minutos depois já tô imaginando o nome dos filhos, a cor da parede da sala e o cachorro chamado Thor. Ksksksksks, patético? Sim. Humano? Também.


Quando finalmente parece que vai dar certo, a pessoa some. Não avisa, não explica, não deixa bilhete. Some igual wi-fi bom em casa cheia. E eu fico lá, encarando o celular, como se ele fosse criar consciência e dizer: “calma, campeão, é só trauma mesmo”.


E o pior é quando eu falo “agora vai”, porque toda vez que eu digo isso o universo dá uma gargalhada alta: KJKKKKKKKK. Agora vai… pra terapia, talvez. Porque relacionamento pra mim é igual promoção falsa: promete muito, entrega pouco e ainda deixa sequelas emocionais.


Mas tá tudo bem. Eu rio, faço piada, sigo em frente. Um dia dá certo… ou não. Enquanto isso, sigo solteiro, bonito (às vezes), emocionalmente confuso e colecionando histórias pra contar.


— Cyrox

Tenho 19 anos e um talento especial: vacilar com estilo. Não é qualquer vacilo, é aquele vacilo bem pensado, bem executado e, claro, repetido. Porque aprender na primeira vez é coisa de gente comum, e eu claramente me acho acima disso.


Eu olho pra trás e penso: “não, dessa vez eu fui gênio”. Não fui. Fui emocionado. Confundi intensidade com conexão, drama com profundidade e achei que minha presença resolvia instabilidade alheia. Olha a audácia. O ego de um garoto de 19 anos é uma coisa linda e perigosa ao mesmo tempo.


O melhor é que, mesmo errando, eu erro confiante. Eu entro nas situações achando que sou o ponto de equilíbrio, o cara lúcido, o diferentão. Resultado? Saio com mais histórias pra contar e menos certezas sobre mim mesmo. Mas calma, faz parte do charme.


Eu ignoro sinais óbvios com uma elegância impressionante. Bandeira vermelha pra mim não é aviso, é decoração. Eu vejo tudo, entendo tudo… e sigo mesmo assim. Porque, na minha cabeça, “comigo vai ser diferente”. Nunca é. E ainda assim, eu insisto.


O sarcasmo vem depois, quando eu finalmente percebo que fui o palhaço da própria narrativa. Aí eu rio, balanço a cabeça e penso: “ok, pelo menos rendeu caráter”. Vacilo vira aprendizado, aprendizado vira ego inflado, e o ciclo recomeça.


No fim das contas, eu me acho incrível até quando erro. Não porque o erro foi bonito, mas porque eu sobrevivi a ele com consciência, ironia e uma autoestima teimosa. Errar faz parte. Errar do mesmo jeito várias vezes já é personalidade.


E no fim, sou só um jovem de 19 anos, especialista em vacilos, dono de um ego questionável e totalmente convencido de que, no próximo erro, vai fazer melhor. Ou não. Kkkkkkk


— Cyrox

Associar a amizade ao princípio ativo da sensação do bem estar, é de um obscurantismo monstruoso. Não existe amizade quando o objeto desejado, é alvo em comum. Isso independe da forma de governo, ou do sistema econômico, faz parte do ser, é intrínseco de cada um.


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Quando uma mulher tem um rosto lindo,um corpo lindo,ela é apenas linda. Mas quando esta beleza está na alma,no coração e resplandece nos seus olhos através do seu sorriso,nos seus atos dóceis,ela se torna mais do que linda,se torna esplendorosa.

Um dia tudo acaba. Não importa se você está rindo numa festa ou chorando num quarto escuro. Não importa se tem dinheiro sobrando ou se falta até o básico. Não importa se está cercado de gente ou sozinho no silêncio. A vida não pergunta, não avisa, não negocia.
O fim chega. Seja pela doença, pela velhice, pelo acaso ou pelo destino. O campo fica vazio, a igreja se cala, a casa se fecha. O que você acumulou, o que você conquistou, o que você perdeu — nada disso muda o fato de que o último suspiro vem para todos.
A única diferença está no caminho até lá: como você vive, o que você faz, o que você deixa. Porque o fim é igual para todos, mas o peso da história que carregamos é o que nos distingue.
Então não se engane: o tempo é curto, a vida é dura, e o fim é certo.
O que você faz agora é o que vai ecoar quando não houver mais voz.

Ela era um presente de Deus e eu um moleque que só brincava com o coração dela.

Ela era um anjo que chegou na minha vida e foi embora tão cedo.

⁠Nenhum cristão pode evitar a teologia. Todo cristão é um teólogo. Ele pode não ser um teólogo no sentido técnico ou profissional, mas ainda é um teólogo. A questão não é ser ou não ser um teólogo, mas se somos bons ou maus teólogos.

A Escritura é como um par de óculos que dissipa as trevas e nos dá uma visão clara sobre Deus.

Somos micro fragmentos da expressão finita de um Ser infinito.

Inegociável: onde não há respeito, a saída é um ato de dignidade.

“Debaixo da Casca”


Bom dia.


Acordei com um desejo que pede voz há anos:
organizar o mundo que carrego dentro.
São ideias demais, caminhos demais, emoções demais —
como se minha mente fosse um cruzamento onde ninguém obedece o sinal.


Ser escritor, ou algo próximo disso, é caminhar com excesso.
Às vezes as palavras correm;
às vezes param todas, como se fizessem greve.
Eu falho, assumo, e recomeço — sempre.


Hoje declaro meu querer mais sincero:
reunir minhas crônicas, dar forma ao que sinto e penso,
e transformar tudo isso num livro dedicado aos meus alunos,
meu verdadeiro conteúdo.


Digo sem medo: não dou conta sozinho.
E aceitar ajuda também é política —
a política da humildade, da construção, da responsabilidade.


Quero romper minha própria casca.
Deixar sair o que é frágil e forte,
íntimo e público,
poético e indignado.
Quero transformar minhas aflições em páginas
e minhas páginas em memória viva.


Bom dia a quem tenta não viver só por fora.
Bom dia a quem insiste em ter miolo num país de cascas polidas.
Bom dia a quem escreve, tropeça, levanta
e segue —
porque a palavra sempre encontra seu destino.

O excesso de possibilidades pode ser um fardo maior que a própria realidade.

Quando alguém para a própria vida para ouvir a sua, cria-se um laço que o relógio não desfaz.

Um dos maiores sinais de maturidade é aprender a não reagir a tudo. Algumas situações simplesmente não merecem resposta; reconhecer o que merece nossa atenção é, por si só, uma vitória.

O pensamento é um labirinto seguro .

Estar disponível é um ato silencioso de coragem num mundo viciado em desculpas.

“Às vezes, viver sendo quem você é parece um desafio grande demais para caber no peito.
É como tentar respirar num mundo que nem sempre entende as suas dores, os seus medos, os seus sentimentos.
Muitas vezes você quer fazer o certo, quer seguir um caminho de paz, mas existe um receio silencioso de ser machucado de novo.
Porque a rejeição dói. E a incompreensão pesa.
As pessoas olham, apontam, deduzem…
mas quase nunca enxergam o coração por trás da história.


No meio de tantas opiniões, existe Alguém que vê além da aparência, além das escolhas, além das falhas: Deus.
Ele conhece a batalha que você trava no silêncio.
Ele sabe dos seus conflitos, dos seus pedidos, da sua vontade sincera de acertar.
E mesmo quando o mundo tenta te definir, Ele te chama pelo nome.
Ele não te abandona, não te despreza, não te coloca à margem.
O amor d’Ele não muda.


Por isso, mesmo cansado, você continua.
Porque lá dentro, onde ninguém enxerga, existe a certeza de que o único que pode julgar é Deus —
e Ele escolheu te amar antes de qualquer palavra, rótulo ou opinião humana.” - Carlos Brum Oficial

"Quem caminha com Deus não retrocede; cada passo, mesmo cansado, é avanço para um propósito maior"

Em cada passo que eu dou
Levo um gesto de amor.