Mensagens de pesar pelo falecimento de um amigo que dão conforto
Nos Teus Braços
Hoje,
senti aquela dor...
(uma saudade intransponível)
uma busca em teu nome;
colhendo um carinho em pensamento.
Deixa-me ficar
nos teus braços, Mãe!
me ausenta do mundo...
(Suzete Brainer do Livro: Trago folhas por dentro do silêncio que me acende)
Em cada pessoa deixamos um resquício de nós, para uns somos saudade, para outros simbolizamos distância, alguns outros fomos escada e para outrem fomos socorro, e sabe o que mais importa disso tudo? É que em cada pessoa deixamos marcado uma história!
De tanto amor se fez saudade
De tanta ausência, solidão
De tanto querer, ansiedade
De tanto desejo se fez paixão
solidão
A solidão é transparente...
É parente da saudade
É prima de uma prima ausente...
A solidão é irmã de quem não veio,
Amiga de quem faltou,
A solidão é multidão em lugar nenhum...
Moveis empoeirados, teias de aranhas
Catando assombração...
Passos no porão...
Um gotejar inoportuno madrugada afora...
A solidão é um riso sarcástico na lembrança,
É uma lembrança fugaz de um doce momento,
É vulto passando, e cortina balançando com o vento...
A solidão me fez poeta,
E cria espaços, mas me aperta contra a parede,
Mostra-me um mar de desejos
E me mata de sede...
A solidão mente,
Diz que eu posso voar da cobertura,
É uma ternura delinqüente
Me oferecendo chocolates com cianureto
Saldade é essa coisa salgada que me diz nunca mais...
Saudade é esta coisa doce que se avoluma
e te traz pra bem perto de mim...
AQUI MORA A SAUDADE
o teu olhar perdido na esquina,
o teu sorriso escondido atrás da cortina,
a vida pouca vai se apagando
como uma vela a cada olhar,
esses silencio, essas cruzes, esses avestruzes
que passeiam em nossos cemitérios
segura a mão da lembrança,
e se apóia, não submerge,
somos túmulos de nós mesmos
no nosso funeral diário,
mas sobreviva na fé do amor e da paixão
não se entregue, se entregue...
e se não der certo, deu certo,
esse tropeço também é viver,
essa capela, esses sinos esses sinos
assassinos esses túmulos ...
essas cruzes, esses avestruzes que passeiam...
desligueseuscelulares
AQUI MORA A SAUDADE
o teu olhar perdido na esquina,
o teu sorriso escondido atrás da cortina,
a vida pouca vai se apagando
como uma vela a cada olhar,
esse silencio, essas cruzes, esses avestruzes
que passeiam em nossos cemitérios
segura a mão da lembrança,
e se apóia, não submerge,
somos túmulos de nós mesmos
no nosso funeral diário,
mas sobreviva na fé do amor e da paixão
não se entregue, se entregue...
e se não der certo, deu certo,
esse tropeço também é viver,
essa capela, esses sinos esses sinos
assassinos, esses túmulos ...
essas cruzes, esses avestruzes que passeiam...
aqui mora a saudade!
O MONSTRO
Sei do que se passa,
Não sei como mas sei...
E morro de saudade
Nem sei de que
E é por isso que às vezes escrevo
E nem descrevo
Porque nem sei o que é isso
Ás vezes um monstro emerge do lago
E eu tenho medo
Mas me fascina e eu escrevo...
. Quando a saudade perguntar por mim
Diga que a solidão que já me esqueceu
Solidão sempre pergunta por saudade
Saudade pra mim já morreu
Passa a manhã
passa a tarde
passa a noite
passa a morena
passam lembranças
passam saudades
passa a banda...
jumentos cabras cavalos num pasto...
cafezal, laranjal e canavial
passa o lago,
o gado,
a pipa a voar
passa a ponte,
passa o rio,
passa o pai e o filho
o campo, bola na rede
e comemoração
casa de taipa,
vereda, carroça, mula teimosa
casa de varanda,
Vila, quitanda
Igrejinha azul e amarela
mulher batendo roupa na beira da lagoa
crianças brincando à toa,
varal embandeirado delimitando a pobreza...
favela subindo o morro,
antenas e ”gatos” acessos indevidos,
passa o trem,
passamos nós
porque o comboio da vida segue seu destino...
Pelos contos que eu não conto
Dá um desconto ao meu silencio
Não conto dos versos tristes
Não conto da estrela cadente,
Dos girassóis reluzentes
Que reluzem nos meus contos,
Não conto do meu silencio
Pois assim não o seria,
Não conto da minha alegria,
Que não valem nem um conto,
Pelos contos que eu não conto,
Conto pelos e apelos
Só não conto meus segredos
Pelos contos que eu não conto
A coisa mais bonita do mundo dá uma ansiedade,
Quando não acontece dá uma saudade
Então eu penso que o mundo dá tantas voltas...
E eu não mudo... já ficou tarde e eu ainda penso em você
Uma canção de longe quando amar não era brega
Me devolve momentos bonitos,
Agora eu fico aflito e tenho que obedecer regras
Mas nada impede que eu sonhe e acredite no verso
O amor é sem dúvida todo esse universo
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