Conforto da Morte da Avo da Namorada
MEMÓRIA NACIONAL ÀS CINZAS!
O Museu Nacional em chamas, 200 anos de histórias reduzida às cinzas. Uma perda irreparável a memória da nossa NAÇÃO. Literalmente o PASSADO de nossa NAÇÃO se tornou cinza. O presente uma sensação de caos, e o futuro imprevisível. O que podemos construir das cinzas da memória Nacional?
POVO BRASILEIRO não disperse sua atenção, mas em estado de ALERTA e ATIVO vamos das Cinzas construir uma nova história para nossa NAÇÃO.
Assim como um pequeno barquinho que zarpa perdido sem destino, sobre as ondas ferozes buscando um caminho, na esperança de almejar um pedacinho de ilha, a natureza não é a única arma mortífera onde o mais forte que sobrevive é o mais esperto que escapa.
Os juristas não têm compromisso com egos engomados, com olhares disformes ou com leis sem proporção.
Como se faz para sair dos ciclos, repetições, padrões? Tudo isso é tão complexo e depende de cada um. Seus apegos, manias, vícios, vontade de não se deslocar. Muitos têm vícios na dor, no romance que não ficou, fiéis ao que não deu certo. Muitos têm vícios na falta, na mesma conduta, no errar e magoar. No errar no emprego, nos mesmos erros que o levaram ao nada. Na perda, no dizer a si que não é nada. No se martirizar e se imprimir como fracassado. Muitos não se revigoram nas pequenas conquistas do dia a dia. O que fazer para sair dos ciclos que não nos fortalecem nem amadurecem? Para mim a chave de tudo está dentro! Amadurecer dói, mas a dor de estar acostumado com ela, repetindo a vida toda os mesmos movimentos é uma dor pior! É preciso mudar sempre, evoluir!
"Do ponto de vista do tempo e dos acontecimentos, o passado é irreversível, o presente condicionado e o futuro inatingível. A mente humana é o único lugar que é possível a Coexistência e concorrência simultânea das fases convencionadas do tempo".
mas querida eu sei que você espera uma mensagem minha
Mas não espere,
Porque naqueles dias que eu sofria, e meu coração muito batia
Você não me procurou para consolar-me
Não irei também curar tuas feridas ardidas.
Não posso agradar a todos, única coisa que posso fazer é ser verdadeiro, ser eu mesmo, quem aceitar vai está ao meu lado e vai conhecer minha verdadeira face, quem não aceitar... vá em buscar de pessoas perfeitas e conhecerão a falsidade.
Só para constar: Machado de Assis não era “dipromado” e, independente disso, ele é e continuará sendo Machado de Assis. E você, com seus “dipromas” e currículo estufado, apesar disso, é e continuará sendo apenas o que sempre foi: um conjunto vazio burocraticamente documentado.
