Conforto da Morte da Avo da Namorada
Nós não temos como julgar as pessoas do presente, por isso quando queremos tomar o valor de alguém, sempre é feito baseado no passado. Mas o passado não é mais, e sua tomada de valor já está errada.
O filósofo não é necessariamente aquele que sempre rumina, mas sim aquele que rumina quando necessário.
Os pensamentos conturbam a “alma” (psique); a sequência é ilógica, a velocidade é incalculável, a ânsia pelos resultados sejam eles qual for, esconde ou destorce as verdadeiras imagens. O corpo avança e atropela as paradas obrigatórias, na vontade de sentir ou de deixar de sentir; o encontro aos sentimentos é irresistível; o coração palpita descompassado e os comportamentos compulsivos tornam-se o refúgio e ou alivio da “alma” atormentada.
AMOR COMPLICADO
Quando te encontrei
Comecei a te olhar, e naquele momento comecei a te amar,
E imaginei que nunca ia te deixar
Quando eu fico longe,
fico com saudade
e quando você chega,
Volta a felicidade
Por mais que eu te amo
Vou deixar você ir
Pra que ficar chorando?
se você não liga pra mim.
Grão de terra
Eu sou a terra.
Sou a grama verde.
Sou o chão sob os meus pés.
Sou a brisa leve que oscila o cabelo da moça.
Sou a ave que voa rumo à liberdade.
Sou o claro do dia.
Sou paisagem escura do anoitecer.
Sou incansável viajante em busca de novas rotas.
Sou a melancolia das horas bucólicas.
Sou a realidade derramada no quotidiano.
Sou tudo e sou nada.
Eu sou atmosfera.
Quem dança com convicção nú levas outros sem convicção a dançarem também nús mais quem ta vestido vé o quanto aquilo e ridículo...edione silva da paixão
Gente feliz não se incomoda com pouco
Eu acho que a felicidade não vem só
Os meus amigos eu escolho
São sócios da alegria que eu gosto de levar
Gente feliz não se incomoda com os outros
Cada um tem sua maneira de existir
Se cuide para não ficar amargurado
Não seja o tipo que reclama e fica sentado
Não procure mais
Gente que te faz sofrer
Pra que o autoabuso
Dar o rosto a bater
Há problemas sim
Sem beijo na boca
Sem solução mágica
Vamos trabalhar
Eu vi o sorriso de Nelson Mandela
É quando meu coração desmantela
Ouvindo as notas precisas de Fela
E vendo as cores que pintam na tela
Sinceridade, sinceridade
O sorriso do bem tem que ser de verdade
Sinceridade, sinceridade
O sorriso do bem tem que ser de verdade
Eu vou fazer uma mandinga pra tirar Quizila
E o sorriso amarelo descer na banguela
e mergulhar no teu juízo
Eu vou fazer uma mandinga pra tirar Quizila
E o sorriso amarelo descer na banguela
e mergulhar no teu juízo
Não procure mais
Gente que te faz sofrer
Pra que o autoabuso
Dar o rosto a bater
Há problemas sim
Pois estamos vivos
Se existe vida
Vamos celebrar
Não deixe que ninguém te tire o sorriso
Há sempre alguma coisa para celebrar
Não deixe que ninguém te tire o sorriso
Há sempre alguma coisa para celebrar
Jamais desista, seja perseverante, lute, acredite, o alcance dos seus OBJETIVOS só sera possível com o fruto do seu trabalho.
Nasci em 1976, na Alemanha, mas sou lusitano e escrevo quando o silêncio já não chega.
Penso sobre identidade, tempo, sombra,
e sobre a estranha nobreza que persiste no imperfeito.
Vejo-me como uma figura quixotesca,
uma espécie de poeta da triste figura,
não por heroísmo, mas por partilhar a teimosia dos valores,
a lucidez da honra
e a coragem de enfrentar os meus próprios gigantes…
e ilusões.
Não procuro glória.
Escrevo para dar forma ao que, de outro modo, me consumiria.
Se tiver mil montanhas: Escale todas. Mas jamais desista dos seus bons projetos. Não se relacione com alguém apenas por gratidão ou por interesse financeiro. Quem aprendeu a beijar olhares começou a entender o verdadeiro sentido de amar.
O dinheiro, depois de certa quantia, parece deixar de ser estimulante sexual. Já o poder funciona como um Viagra sem limite de idade.
Veem-me cinzento.
Mas não é por falta de cor —
é por não pintarem devagar.
Não sou o que mostro.
Sou o que seguro para não cair.
O que calei para não ferir.
O que deixei por dizer
para não gastar palavras em vão.
Aprendi a vestir sombras
com a dignidade de quem sabe
que até a noite tem camadas.
Ergui castelos no ar
com mapas rasgados.
Com linhas tortas, sim,
mas desenhadas com silêncio aceso.
Não procuro a luz para brilhar…
prefiro arder por dentro
a que me apontassem o fogo.
E quando me tentam convencer falsamente
que o mundo é preto ou branco,
guardo as cores no bolso.
Não para esconder —
mas para aqueles que as querem mesmo ver.
Sou feito de todas as coisas
que não se veem à primeira.
De silêncios que gritam.
De memórias que ainda não aconteceram.
De palavras que nasceram antes da boca.
Não preciso de ser lido.
Mas se me lerem, que não me distorçam.
Procurem a cor, não as trevas.
As que tremem.
As que resistem.
As que sou.
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.
Entrar no canal do Whatsapp