Condolências de Falecimento
Me pego olhando o horizonte pela janela, as luzes das casas e dos postes iluminam a noite, porque infelizmente é impossível ver as estrelas na cidade, me pego pensando em você, na gente, em tudo o que vivemos e poderíamos ter vivido. Estou aqui nessa noite calada e pacata, tomando uma latinha de cerveja e vendo o cigarro queimar lentamente, sabe você odiava me ver bebendo ou fumando, você odiava me beijar quando eu estava cheirando cigarro, acho que no começo de tudo eu fazia isso pra te esquecer, mas hoje sabe, cheguei a conclusão que ainda bebo e fumo para me lembrar, de quando você tava brava e eu fazia algo bobo e você dava risada, pronto logo estávamos de bem novamente. Hoje eu notei que bebo e fumo para me lembrar de você, isso é errado não é!? Passado deveria ficar no passado, mas te esquecer e deixar você ir, dói tanto, mas vou aprender a lidar com isso aos poucos, e quero dizer que estou me saindo bem, hoje eu bebo e fumo sim, mas não te mando mais mensagens e nem penso em te ligar no meio da noite enquanto tenho uma crise de ansiedade. A coisa mais difícil é ver aquele monte de poesias que eu escrevi e nunca te entreguei!!
Toda noite meu coração chora... Penso em você as lágrimas jorram.
"Meu anjo, minha princesa, meu amor, minha linda"
Quais palavras usar para a pessoa que não vai mais voltar...
A esperança é como brasa em carvão
A vontade de ter você, já não cabe mais no peito...
Todo dia quando acordo, só queria sentir teu cheiro...
Amor da minha vida, não se vá, ainda existe brasa no carvão que estás lá fora...
Não deixa a chama morrer, ela está queimando a procura de você...
Meu amor estou aqui, de braços abertos pra você...
Saia pra fora, venha me receber...
Me abrace e me beije como nunca fez antes...
Minha linda, permita eu ser o amor da sua vida.
Anderson_rosa
Além da fronteira da vida, onde tudo se dissipa, O amor é a força que a morte não antecipa. Na escuridão do adeus, uma luz resplandece, O amor é a ponte que a morte não conhece.
Quem me dera poder sentir
O pôr do sol minha pele aquecer
Ouvir tua voz o momento enaltecer
Deixar a paz do instante fluir
Separados! estamos assim
O crepúsculo que outrora nos uniu
Sol da meia-noite se tornou e nos baniu
Como a rosa vermelha carmesim
Efêmero, brevemente, fugaz
Sentimento lindo que se vai
No infinito do ápice levou a paz
Cá estamos seres viventes de luz
Um é noite, calmaria e solidão
Outro é sol, radiante que reluz
E com o passar do tempo, aqueles momentos que duravam horas na companhia de mamãe, foram criando intervalos entre dias, meses, anos..Há 2 anos e 2 meses de sua partida, vivemos uma saudade infinita que a cada dia aumenta mais.
Saudades eternas de Raimunda Enes Carvalho.
Nem sempre temos o que desejamos
Mas nunca será o motivo de não amar o que não temos
Podemos até estar distante... mas os sentimentos sempre estarão bem próximos...
Dia 17/1
Ontem te mandei a última mensagem!
Tudo bem, vai... a segunda última mensagem! Mas, aquela foi realmente a última!
Bom, pelo menos, até a próxima vontade chegar e me obrigar a enfileirar palavras!
Funciona sempre assim... eu sinto, e elas vão saindo.
uma a uma...
Como se eu as arrancasse de dentro mim, e fosse estendendo elas sobre as linhas.
Então,
Se por acaso, acontecer de vc ler essa msg, espero que elas consigam entrar em você, te fazendo sentir a mesma dor que me causaram ao sair.
Dessa última vez.. Tá.. tá Boom, dessa "segunda" última vez,
você respondeu! No seu tempo, na hora certa, calmamente... respondeu!
Firme e certeito... sem dúvidas ou receio. (Coração duro, né? Vc disse...)
Você queria que fosse a última!... eu senti que queria... Você esperava por ela!... Em silêncio... ansioso, para comer fria, a minha sopa de letrinhas!
Ontem, quando aquelas lá.. as palavras, teimavam em sair de mim, eu tentava impedir.. Incansavelmente!!
Mas elas, me convenciam a todo instante, que elas eram uma fórmula de te fazer mudar de ideia.
Aí, eu deixei que elas saissem, saltitantes!
(mas, tão doídas).
Em um determinado trecho do texto..
* ah! Me perdoe.. trecho, é uma espécie de complô que elas fazem contra mim pra piorar as coisas...
Elas me convenceram, que aquele trecho, te faria sentir saudade! Vc acredita? ... Não? Pois eh! eu acrediteeei!!!
Affe! que boba... rs..
E aí, eu escrevi e usei a minha saudade para falar de nós!!
-E eu escutei a sua voz, (lembrando das nossas horas de papo).
-E senti o gosto das nossas comidas,
( lembrando dos nossos jantares delícia).
-E senti seu cheiro, e seu coração batendo.
(Qdo encostei minha cabeça no seu peito, e procurei meu medo naquele mar... seu mar.. Engraçado... ali, naquele momento, meu medo não tava lá!).
Da conchinha, não quis lembrar muito não! Elas estavam tão vazias das últimas vezes..
Vc já dava sinais de que diferente do que eu imaginava, vc não tinha jogado a boia!
Acho que já treinava a entrada triunfal e derradeira do cruel escorpião negro e seu ferrão letal... Vc é tinhoso, moço!! Misericórdia..
E depois de ontem, eu tô aqui! escrevendo essa última mensagem!
Ainda na esperança de que vc sinta saudade!
E que a sua saudade seja maior do que essas palavras que insistem em sair de mim, desse jeito torto, dizendo um adeus triste a beça!
Mas em outras palavras, querendo que você entenda que esse é meu jeito de desistir...
* sempre implorando por dentro pra ser impedida!*
Eh! A mãe é frouxa!
Mas, olha, eu juro!... essa é a última mensagem.
Tá boom...
A terceira última!!
*daqui, ainda não enxergo a areia.
Eu sou confuso, confuso ao ponto de às vezes, no meio da madrugada quando a solidão me toma de forma violenta e avassaladora, eu pensar em te ter novamente, pois naqueles momentos era quando estávamos falando ao telefone.
Você foi minha primeira vez. Minhas muitas primeiras vezes, assim como eu fui suas muitas primeiras vezes.
A chuva é forte, a tempestade assusta, mas existem dias de sol em que é possível ir para a praia, que eu sei que você adora.
Mesmo sabendo que um dia a vida acaba, a gente nunca está preparado para perder alguém. Eu tento não lembrar da sua partida pois isso me faz sofrer ainda mais!!!
incrível como existe certas coisas que o tempo parece não afetar.
Aquela dorzinha no peito, aquele desconforto no coração, ao te ver,como é vívida e forte.
Meu amor, hoje eu acordei com uma vontade louca de te abraçar, de de aninhar em meus lençóis, de estar contigo...
Meu amor, esse sentimento está transbordando, meu coração está te esperando, aflito e com saudades.
Hoje eu escrevi no tempo,
Escrevi nossos momentos,
Escrevi nossas memorias,
Eu pedi um pouco mais de tempo,
Para te amar e te viver!
Nas sombras do tempo, ele caminhava solitário pelas ruas de memórias desbotadas. Seu coração, um mausoléu de amor, guardava o fogo sagrado por ela. Ela, a musa imortal de seus sonhos, vivia na penumbra de sua ausência, uma presença tão vazia quanto as ruínas de um templo esquecido.
Anos haviam se passado desde que suas vozes se entrelaçaram em canções de promessas e suspiros. Anos desde que seus olhares se perderam nos labirintos da alma um do outro. Mas para ele, o tempo era apenas uma cortina fina entre o que foi e o que poderia ser.
Ela era como a névoa da manhã, presente, mas intangível. Ignorava-o como se ele fosse uma sombra indesejada em seu horizonte. Seu silêncio era uma sentença, sua indiferença, uma espada que dilacerava sua alma a cada dia.
Mas mesmo na morte ficta de sua conexão, ele persistia, seu coração como um farol na escuridão, esperando por um vislumbre da chama que um dia ardeu tão intensamente entre eles. Ele a amava além das palavras, além do tempo, além da própria morte.
Em seu amor, ele encontrava uma imortalidade que transcende os limites do mundo físico. Seu amor era uma epopeia, uma saga de esperança contra toda a lógica, contra toda a razão.
E assim, nas brumas do esquecimento, ele continuava a tecer os fios do seu amor, esperando pelo dia em que a morte ficta que os separava se dissolveria, e eles se encontrariam mais uma vez nos braços do destino, onde o tempo não teria poder sobre o eterno laço que os unia.
Na dança efêmera da vida a findar,
Cada alma encontra seu término a vibrar.
Não são os anos que moldam a jornada,
Mas sim o viver, na estrada iluminada.
Em cada passo, um conto a tecer,
O tempo, efêmero, a desaparecer.
Importa mais a essência, a intensidade,
Do que a contagem fria da saudade.
A vida é um poema breve a declamar,
Cada instante, uma chance de amar.
Na fugacidade, a lição se revela,
O valor da existência, joia singela.
Assim, em despedidas que ecoam,
Encontramos sentido no que ficou.
Pois no palco efêmero da mortalidade,
A arte é viver com autenticidade.
Na passagem do vento descobrir o tão simbólicas são as rosas das quais de teu perfume saiu, pois por elas que me lembro da sensação da sua presença.
No passar dos anos aprendi o quão deslumbrante seriam os dias de verão se as estrelas que estão nos céu brilhassem Como seus olhos exultantes fulguravam.
No passar dos meus pensamentos em minha mente lúcida descobri tantos detalhes em que o oceano se inspirou no seu corpo para que as ondas pudessem serem criadas.
Na sua falta foi quando descobri outro sentido se não o qual amor que sentia quando estava com você .
DEPOIS QUE MARIA PARTIU...
... partiram a alegria, os sorrisos, os louvores, os cochilos no sofá.
Aquele terço de pedras azuis e brancas esteve com ela até o fim. Certamente escutaram cada dor, ouviram em silêncio cada prece, sentiram o arder dos joelhos de uma fé inviolável.
O cheiro do café não é o mesmo, já não se acorda cedinho na rede, ouvindo a TV alta sintonizada na reza do terço ou na celebração da missa.
E as 18h não se vê mais o mesmo encanto nem a mesma dedicação para ligar o rádio ou mudar a frequência para ouvir o programa Jesus te ama.
O cuidado com os de fora e com os da família era invejável. Uma preocupação, um querer perto e querer bem. Coisas de Maria...
O quintal já não ouve as mesmas gargalhadas das reuniões em família.
Olhar os quadros na parede de sua casa ou observar as fotografias dos álbuns que ela guardava com maior primor causa no peito uma emoção tamanha de memórias impagáveis.
O pé de cajueiro chora, pois, a espera todo ano para, ali em sua sombra, Maria quebrar castanha.
O fogão a lenha já não queima com a mesma simpatia.
A comida não tem o mesmo cheiro e nem o mesmo sabor.
A égua velha caducou em solidão, chorando noite e dia com saudades de Maria. As demais criações, como seu cachorro Surubim, ficaram desoladas, impotentes com tamanha perda.
Quem dera pudessem assinar um contrato de esperança, ficando, além da lembrança, a certeza de que Maria iria voltar.
E, como no ato ligeiro de balançar a rede ou fechar uma janela, tudo se modifica... tudo se modificou.
As frechas da janela verde relembram um ambiente onde, apesar das dores e desarmonias de um lar, o amor de Maria sobrepôs tudo.
E se a saudade tivesse outro nome, sem dúvidas seria Maria.
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