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Como Lidar com Pessoas Falsas

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Não tenha dificuldade em desistir das pessoas, se elas não merecem não perca seu tempo, energia buscando mudanças e ajudar ela a solucionar seus pormenores.

Algumas pessoas entram na nossa vida não para ficar…mas para nos acordar. É o despertar emocional.

As pessoas recebem o que permitem, lição para quebrar o orgulho e fazer escolhas mais sábias na próxima.

Tem gente que acha que o problema é o lugar, as pessoas, o ambiente. Mas nem sempre é isso... Às vezes, você muda tudo ao redor… e mesmo assim continua se sentindo preso. Porque não adianta trocar de cenário se por dentro nada mudou. Você até tenta recomeçar, mas acaba vivendo as mesmas coisas de novo. O que precisa mudar não é onde você está, é quem você está sendo. Quando isso muda, tudo começa a mudar junto.

✍🏻Tenha cuidado para não ser odiado por pessoas de pouca inteligência que tenham CARGO DE PODER.
😕🧿💔👣👣💪🏻🤞🏻

Para um grupo seleto de pessoas, o espelho tem uma função muito nobre e incontestável: ele, simplesmente, reflete a verdade.

⁠Uma prisão promovida pela liberdade

Em certas ocasiões, para determinadas pessoas, a pior prisão que existe é a liberdade.

A liberdade de fazer escolhas, fazem-nas prisioneiras da angústia, encarceradas pela ansiedade.

Reféns do medo, desejam não ter essa responsabilidade, que chamamos de liberdade.

A angústia da indecisão pode machucar mais que uma possível má escolha.

De fato, sofremos mais pelo que imaginamos, que pela realidade que vivemos.

Lembremos, que somos moldados por nossas escolhas, somos livres para escolher, e escravo das consequências.

Quanto mais opções de escolha tivermos, mais difícil será tomar decisão, e serão grandes as chances de não escolher nada, mas não decidir nada, também é uma escolha.

Pode parecer contraditório, mas muitas pessoas preferem abrir mão da liberdade de escolha, preferindo que escolham por ela.

Há também um fato relevante, quanto mais opções, menor satisfação teremos com opção escolhida.

Uma dica para tomar decisões, é tornar consciente de que tudo na vida é arriscado, ou seja, nada é garantido, tudo é imprevisível, por mais segurança que temos no momento presente.

Essa conscientização, faz com que tomemos a decisão, mesmo sabendo das probabilidades.

Saiba que, existe uma dor pior que a de se fazer uma má escolha , é a dor de não ter decidido nada.

Não tenha medo de errar, não digo para sermos inconsequentes, mas correr risco faz parte da vida, se a queremos “viver.”

Escolher é determinar o rumo da vida, e não deixá-la nos levar.

Como não existe escolha sem risco, nem opção com tudo que desejamos, o equilíbrio da razão com o coração pode ser a melhor ferramenta.

Só erra quem tenta, só acerta quem tenta, só vive quem faz suas próprias escolhas. É impossível agir sem algum grau de influência, somos altamente influenciados, pela cultura, ambiente, pessoas e vida pregressa; A chave é ter a percepção do que nos foi introjetado.

Por isso, o autoconhecimento é fundamental para uma boa escolha, quem pouco conhece de si mesmo, mas vulnerável é em suas escolhas.

Portanto, se queremos ser o cavaleiro, e não o cavalo de nossa história de vida, devemos investir em autoconhecimento, mas até isso é uma decisão pessoal.

Pessoas de sucesso se blindam de triangulações, do falar mal, por trás do outro, de traições, manipulações. O problema do outro é do outro, sabedoria é não trazer conversinhas para si.

Pessoas de sucesso fazem tudo para protegerem seus sentimentos, elas se blindam.

Quando em política algumas pessoas passam de seres pensantes a meros seres existentes é porque o vício pelo poder já os consumiu e personagem é quem vive e consome a mente do ser real.

Idiocracia: quem ama coisas mais que pessoas 🤪💔

É um erro acreditar que todas as respostas estão nos livros; elas também se encontram nas pessoas. 👥

As pessoas julgam a verdade de Deus pela percepção de resultados imediatos, mas tudo na vida depende de tempo e fé. De que vale estudar por décadas se não for pela fé de conquistar um bom emprego?

Nada é mais ensurdecedor do que
o silêncio hipócrita de pessoas barulhentas, quando percebem que estão erradas.

Se você não souber o seu valor,
as pessoas vão te dar
apenaso que julgarem suficiente,
depois de priorizarem a si mesmas.

Cuidado com os conselhos de pessoas frustradas: a “luz” que elas emitem não está indicando o fim do túnel,
é um convite para o fundo do poço.

Muitas pessoas profundamente feridas falam sobre si para aliviar a dor e ressignificar seus traumas com um olhar menos agressivo. E, ao contrário do que muitos pensam, não buscam elogios: querem provar que quem tentou destruí-las estava errado.

Não adianta trancar as portas se você permite que pessoas ruins entrem pela internet.

Eu sei o que é o Amor
Eu também sei o que é a Dor
As pessoas podem tentar ofuscar o seu valor
Podem tentar tirar o seu chão
Mas elas jamais poderão ser o que não são
Quando você tem raízes fortes
Ninguém te derruba, ninguém te ofusca!


Karin Raphaella Silveira
Autora de 'O Palco Das Flores'
e 'Cavaleiros de Beltane'

A POBREZA HEREDITÁRIA QUE MOLDA A SUA VIDA

Existe um peso silencioso que muitas pessoas carregam sem nomear. A pobreza. Não como uma fase pontual, mas como uma herança. Algo que atravessa gerações, molda escolhas, limita horizontes e ainda assim é tratada como falha individual. Você, homem ou mulher, em algum momento já sentiu essa culpa disfarçada de responsabilidade excessiva. Como se bastasse querer mais, trabalhar mais, tentar mais, para sair de um lugar estruturalmente desigual.
A pobreza não é um fracasso pessoal. Ela é um fenômeno histórico, social e familiar que se repete porque cria ambientes onde as opções são reduzidas desde cedo. Você não começa do zero. Começa do menos. E isso muda tudo. Muda o tempo que você leva para aprender, as oportunidades que aparecem, a margem de erro que você pode ter sem ser destruído ou destruída.
Quando alguém diz que basta esforço, ignora o custo invisível de crescer sem rede de apoio. Ignora o cansaço acumulado de quem precisa resolver o presente antes de pensar no futuro. Ignora que errar para quem tem pouco custa muito mais. Um erro financeiro, uma escolha profissional mal informada, uma doença, uma crise familiar podem empurrar você anos para trás.
A narrativa do mérito absoluto é confortável para quem recebeu reforços. Educação estável, apoio emocional, referências, tempo para errar, incentivo para tentar de novo. Quando esses elementos não existem, o esforço sozinho vira uma corda curta. Você puxa, mas não alcança o outro lado com facilidade.
Isso não significa que sair da pobreza seja impossível. Significa que é raro. E quando acontece, costuma envolver algo além da força de vontade. Um encontro, uma oportunidade específica, um acesso inesperado, alguém que estendeu a mão, uma política pública, uma mudança estrutural. Reconhecer isso não tira o mérito de quem consegue. Tira a culpa de quem ainda não conseguiu.
A pobreza também molda a mente. Cria urgência constante. Você aprende a resolver o agora, não a planejar o depois. Aprende a sobreviver, não a expandir. Isso não é falta de visão. É adaptação. O problema surge quando essa adaptação é julgada como limitação moral.
Você não escolheu nascer onde nasceu. Não escolheu o nível de instrução da família, o bairro, a escola, as referências. Essas condições iniciais influenciam diretamente o quanto de energia sobra para sonhar, arriscar e persistir. Dizer que tudo depende apenas de esforço é ignorar a realidade concreta da vida.
A pobreza atravessa gerações porque se reproduz no cotidiano. Na necessidade de trabalhar cedo. Na interrupção de estudos. Na normalização do cansaço extremo. Na falta de tempo para errar com segurança. Cada geração herda não apenas menos recursos, mas mais responsabilidades.
E ainda assim, você é cobrado e cobrada como se tivesse recebido o mesmo ponto de partida que todos. Essa cobrança cria vergonha, e a vergonha paralisa. Ela faz você acreditar que não merece querer mais, que sonhar é ingenuidade, que tentar é perda de tempo. Esse é um dos danos mais profundos da pobreza. Não é só material. É simbólico.
Reconhecer isso não é se vitimizar. É se localizar. É entender o terreno em que você pisa antes de se culpar por não correr mais rápido. Quando você entende o contexto, pode buscar estratégias mais realistas. Pode valorizar pequenos avanços. Pode procurar reforços externos sem sentir que está trapaceando.
Esforço importa. Mas ele não opera no vazio. Ele precisa de estrutura, de tempo, de margem para erro. Sem isso, o esforço vira exaustão crônica. E exaustão não liberta ninguém.
Você não é menos capaz por ainda estar onde está. Você está operando dentro de um sistema que exige mais de você para entregar menos. Isso não define seu valor. Define a dificuldade do caminho.
Sair de uma hereditariedade de pobreza exige mais do que vontade. Exige acesso. Exige suporte. Exige rupturas que nem sempre estão sob controle individual. Entender isso devolve dignidade. E dignidade é o primeiro passo para qualquer transformação real.
Você não precisa carregar a culpa de um sistema inteiro nas costas. Pode carregar apenas a responsabilidade possível, aquela que cabe dentro da sua realidade atual. O resto não é fracasso. É contexto.
E quando você para de se tratar como defeituoso ou defeituosa por não ter vencido uma corrida desigual, algo muda. Você passa a se mover com mais consciência e menos vergonha. E isso, embora não resolva tudo, já rompe um ciclo silencioso.
A pobreza não define quem você é. Ela explica parte do que você enfrenta. E entender essa diferença é um ato profundo de lucidez e respeito consigo mesmo e consigo mesma.