Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Quer conhecer alguém de verdade? Veja como ela age com raiva. A raiva revela o que o sorriso esconde.
Olho para cima e penso
Como será quando eu morrer
Depois eu sento
Sinto o sopro do vento
E espero acontecer
Como quem protege um jardim.
Sou passo leve, atento ao detalhe escondido,
Guardo o mundo nos olhos, nada passa esquecido,
Cuido das palavras como quem protege um jardim,
E no silêncio dos gestos, revelo quem sou em mim.
Carrego a verdade como um peso sagrado,
Não sei vestir mentira, nem fingir outro lado,
Minha voz não negocia com atalhos ou ilusão,
É reta como estrada aberta no meu coração.
Prefiro o caminho difícil que me deixa em paz,
Mesmo quando o erro é fácil e o certo custa mais,
Escolho o que é justo, ainda que doa escolher,
Pois sei que é no caráter que aprendo a viver.
Mas perto dela eu perco o controle que construí,
Minha razão se desfaz no desejo que senti,
Não confio em mim mesmo quando estou ao seu redor,
Pois o querer me domina… e eu me torno algo maior.
Os meus lábios querem o seu.
Quero chegar perto, esse sou eu.
Meu corpo se expressa sem ter achado voz.
Querendo ficar tão perto que não tenha nem ar entre nós.
Às vezes erramos.
Às vezes erramos, e como somos covardes; e não queremos assumir o nosso erro. Quando somos punidos, então procuramos colocar sobre alguém a culpa da nossa sentença.
Isso me faz ver o quanto somos covardes a ponto de não ser capaz de assumir que erramos e o nosso erro nos puniu. Aí, em vez disso, nos fechamos dentro de nós e botamos a culpa do nosso erro em alguém que apenas fez justiça, nos fazendo pagar pelo crime que cometemos contra alguém.
Os passos da moça eram como plumas aos olhos do moço. E a música um samba de alegria para ambos . O amarelo refletia feito o brilho do sol no sorriso alheio.
Encontrar, neste mundo, almas puras, sinceras e honradas
é como tocar o invisível valor de um tesouro escondido —
uma raridade silenciosa,
como quem descobre, entre pedras comuns,
uma joia de brilho eterno.
Atila Negri
eu espero que você saiba que não é sua responsabilidade ensinar aos outros como te tratarem como um ser humano que merece amor, respeito e empatia. você não precisa se desgastar em busca de um amor e respeito que não são seus por direito e sim porque você implora por eles
Seja Águia, saia do rebanho.
O povo tornou-se como gado: segue o rebanho sem perguntar para onde vai.
Perdeu a direção, perdeu o espelho interior, e agora apenas repete os passos de quem caminha à frente, como se a vida fosse uma trilha já traçada e não um caminho a ser criado.
Mas há um chamado silencioso para poucos: ser águia.
A águia não se confunde com a multidão. Ela não teme a solitude, porque sabe que a visão mais ampla só nasce em grandes alturas. Enquanto o rebanho pisa o chão batido, a águia observa o horizonte inteiro, distingue possibilidades, reconhece perigos e escolhe o seu próprio voo.
Ser águia é recusar a prisão das opiniões alheias.
É pensar com profundidade, decidir com clareza e enxergar além da névoa do imediato.
É compreender que singularidade exige coragem — e que liberdade verdadeira nunca foi destino dos que apenas imitam.
O rebanho sobrevive.
A águia transcende.
— Átila Negri
Quero sumir .
Hoje quero sumir
porque a sociedade negocia almas
como moedas de troca.
Até os laços de sangue
enxergam valor apenas na utilidade,
enquanto definhamos lentamente,
com medo da solidão —
até descobrirmos que a solitude
é menos cruel que a companhia vazia.
Hoje quero sumir
porque sinceridade virou risco,
solidariedade virou discurso,
e respeito, uma peça de museu.
No lugar disso,
valores distorcidos governam,
usurpando o que havia de mais puro:
a alma limpa,
a verdade sem cálculo.
Quero sumir
para não testemunhar
os exploradores da fé,
os corruptos de consciência,
os vampiros da inocência
devorando o melhor das pessoas.
A humanidade se corrompe a cada instante,
se autodestrói chamando isso de progresso,
e elimina o simples,
o básico,
o essencial de ser feliz.
Criaram uma manada domesticada,
entorpecida por um sistema
que destrói o intelecto,
atrofia a consciência
e sepulta a justiça e a honestidade.
Hoje quero sumir
porque me sinto um estrangeiro neste mundo,
um erro fora da engrenagem.
Prefiro caminhar só
a viver no meio do caos
que desacredita os afetos
e transforma amizades em personagens.
Percebo que não me encaixo mais.
Vivo em conflito constante
entre o certo e o errado,
entre o bem esquecido
e o mal normalizado,
entre o homem que ainda sente
e o homem sociopata que aprende a sorrir.
Cansei de confrontar
manipuladores da mente,
que usam fragmentos da verdade
para sustentar grandes mentiras.
Hipócritas —
raça de víboras,
túmulos caiados,
limpos por fora,
ocosos por dentro.
O mundo conseguiu me expulsar.
Hoje sou uma alma errante
em meio ao caos,
à discórdia
e à ganância que impera.
E talvez sumir
seja apenas
uma forma silenciosa
de continuar sendo inteiro.
Esse é o grito que muitos retém dentro da sua alma. O medo do despertar e de manter a sua essência.
Atila Negri
Assim como os olhos revelam o que os lábios muitas vezes escondem,
o diálogo sincero permite ver o que habita no mais íntimo da alma.
Pois quando dois seres realmente se escutam,
não são apenas palavras que se encontram —
são almas que se reconhecem.”
Atila Negri
UM AMOR PARA RELEMBRAR
Tem pessoas que chegam em nossas vidas como a água do Mar para nos refrescar em dias quentes, você tem sede, mas sabe muito bem que aquela água não serve para tomar, então você se delicia nela, relaxa em seu banho e sente sua refrescância, mas continua com aquela sede que não vai conseguir saciar. Essas pessoas costumam ser pessoas formidáveis, amigas de todos, sempre generosas, bondosas, de um coração enorme, com inúmeras qualidades que você aprecia e reconhece.
Mas, embora tenha tantas qualidades, você sabe que essa pessoa não é para você e que vocês jamais dariam certo juntos, que as suas diferenças sempre falariam mais alto e por este motivo você prefere deixar ir e fica amando, admirando, torcendo e acompanhando as suas vitorias de longe.
Amor este que nasceu para ser sentido e não vivido, faz parte e tá tudo bem, você lembra sempre dessa pessoa com muito carinho pelo pouco que estiveram juntos, com uma saudade, mas que não pode mais matá-la e se conforma, porque é a única coisa que te resta.
Rindo ou chorando, você segue relembrando e amando essa pessoa toda vez que se lembra dela.
Cabelos negros caracois ao vento,
livres como quem não gosta de prisão.
Olhos verdes que guardam mistérios,
brilhando forte em qualquer direção.
Tem um jeito rebelde de viver,
de não seguir o que mandam fazer.
Caminha firme, sem medo do mundo,
como quem nasceu para surpreender.
Mas por trás dessa alma indomada,
existe um coração cheio de emoção.
Que se perde nas palavras simples
de uma bela conversa sentada no chão...
Você pode não ser uma princesa da Disney
E talvez não acredite no amor
Mas você é o poema mais doce, puro e sincero
Jessica, você é princesa de Caçador
Eu fico pensando como, às vezes, ainda somos ignorantes… com os outros e até com nós mesmos.
Como ainda é comum ver pais tentando prender os filhos, em vez de deixá-los voar. Sim, faz parte ensinar o certo e o errado, mostrar caminhos, formar caráter com amor, respeito e limites. Mas a gente não pode esquecer de algo essencial: filho a gente cria pro mundo, não pra si.
Porque chega um momento em que aquela criança cresce. E quando cresce, ela passa a ter suas próprias opiniões, seus próprios sonhos, seus próprios caminhos. E ninguém tem o direito de decidir por ela o que é viver “certo” ou “errado”.
A verdade é que a gente tem pouco tempo aqui. Pouco tempo pra viver, pra sonhar, pra sentir felicidade de verdade.
E mesmo assim, as pessoas insistem em rotular.
Se alguém estuda, trabalha, corre atrás de um diploma, é motivo de orgulho. Mas se outro alguém escolhe viver mais leve, viajar, sair, curtir, logo é julgado.
Se um jovem decide focar na carreira, tudo bem. Mas se ele vira pai ou mãe cedo, parece que “acabou a vida”.
Mas quem decidiu isso?
Quem disse que existe só um jeito certo de viver?
Cada pessoa tem sua própria história, seu próprio tempo, seu próprio jeito de crescer. Tem gente que encontra felicidade construindo uma família cedo. Tem gente que encontra felicidade conhecendo o mundo. Tem gente que precisa se perder um pouco pra depois se encontrar.
E tá tudo bem.
A vida não é uma fórmula. Não é uma linha reta.
Eu sei como é cansativo viver nessa cobrança de “tem que estudar, tem que trabalhar, tem que vencer”. Eu vivo isso. E por isso, eu nunca vou julgar quem escolhe ser feliz do seu próprio jeito.
Porque no fim… todo mundo aprende. De um jeito ou de outro, a vida ensina.
Alguns se perdem, e isso entristece. Mas muitos se encontram no caminho. E é isso que importa.
Então, pra quê tanto julgamento?
Pra quê tantos rótulos?
No final, todos nós vamos para o mesmo lugar. A gente nasce, cresce, vive… e um dia parte. E com o tempo, quase tudo se apaga.
Então por que não viver da forma que faz sentido pra você?
Por que não aproveitar a sua própria vida?
É isso que eu penso.
Sinto-me como um eco perdido entre o que fui e o que se quebrou, carregando um silêncio que dói — mas ainda tentando encontrar um lugar onde eu possa respirar de novo.
Eu te amo como o mar ama a lua
sem tocá-la nunca, mas puxando o mundo inteiro
para mais perto de si.
Há em você uma espécie de silêncio
que me envolve como um segredo antigo,
é um lugar onde tudo em mim encontra repouso.
Como se o tempo, cansado de correr,
se deitasse no teu ombro
e aprendesse, enfim, a respirar.
Quando penso no teu nome,
ele não vem como palavra
vem como vento atravessando janelas abertas,
como cortinas dançando sem motivo,
como um arrepio que não pede explicação.
E ainda assim,
há algo em você que pesa.
Não como dor,
mas como as ondas do mar à noite
densas, profundas, inevitáveis
carregando histórias que ninguém ousa traduzir.
Te amar é isso:
um equilíbrio impossível
entre leveza e abismo.
É caminhar sobre a linha fina
onde o céu encontra o oceano,
sem saber se estou subindo
ou me afogando.
Mas não importa.
Porque se for para me perder,
que seja em você
como o vento se perde no horizonte,
como o mar se entrega à escuridão
sem jamais deixar de voltar.
Que o tempo leve tudo aquilo q se tornou aprendizado;
que se torne apenas história como de um livro o qual não fazemos parte.
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