Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
E como último ato de amor, deixei-te em paz. Para que pudesses ser como sempre quiseste, como sempre foste e como sempre serás.
Meu Calor
Ela é o meu calor.
Quando penso nela, o meu corpo arde sem fim, como se cada célula queimasse num fogo doce e cruel.
Não sei em que feitiço me meti — mas sei que não consigo, nem quero, sair dele.
Pensar nela é uma tortura… uma sede impossível de saciar, um sofrimento de querer, mas de não saber se é certo.
O meu apocalipse pessoal.
Aqueles olhos… pequenos, mas infinitos.
Olhos que dizem mais do que mil palavras.
Eu conheço todos os seus rostos — sei ler cada nuance, cada sombra, cada brilho, como se fosse um livro de romance que só eu pudesse folhear.
Os seus lábios… pequenos, carnudos, únicos.
Chamam-me, silenciosos, como se soubessem que eu viria sempre.
Cada dia que passa, ela brilha mais do que no dia anterior.
Não sei se, isto é, amor ou paixão — talvez seja um veneno disfarçado de mel.
Mas sei que me prendeu neste jogo sem regras.
Não porque me acorrentou…, mas porque eu quis ficar.
E sofro. Sofro para entender o amor.
Dizem que ele move céus e montanhas…
Mas o meu, ah… o meu moveria o que é visto e o que não é.
Amor — quatro letras.
Suficientes para me destruir e me reconstruir,
para me fazer mudar por algo que não vejo, apenas sinto.
Assim como o calor.
O seu cabelo molhado brilha mais que qualquer estrela,
a sua pele é seda quente e suave.
Ela surge nos meus sonhos e parte sem explicações,
deixando o vazio perfumado de lembrança.
Quero correr com ela na chuva.
Quero contar estrelas ao lado dela.
Quero escrever as melhores histórias da nossa vida para que os nossos filhos saibam que ainda há brilho no mundo —
brilho que nasce do seu sorriso tímido e bondoso.
Eu sempre me imaginei com ela,
porque só comecei a sonhar quando a vi pela primeira vez.
Foi um amor puro, crescendo devagar, ameaçando apagar-se com o tempo…
Até que eu me perdi na escuridão.
E foi quando a vi novamente que todas as sombras dentro de mim se desfizeram.
Naquele instante prometi nunca mais deixá-la ir.
Tornei-me prisioneiro do amor.
Ele acorrentou-me, torturou-me…
e eu gostei.
Gostei porque a dor tinha a forma de calor.
E então enlouqueci — enlouqueci por ela.
Mataria, morreria, por um único sorriso seu.
Gosto do seu jeito.
Despreocupada, mas cuidadosa.
Forte onde eu sou fraco.
Ela é o meu demónio e o meu paraíso, o meu calor e o meu pôr do sol.
E eu… eu sou o escravo voluntário deste amor.
Não sei quanto custa o amor para o mundo,
mas para mim o preço é este:
o sofrimento de estar amarrado sem saber
se algum dia serei liberto.
A perda de um ente querido é como uma bomba radioativa: devastadora, intensa e avassaladora. Com o tempo, o luto, assim como a radiação, se dispersa até atingir um nível suportável. Quanto maior o amor por essa pessoa, maior a intensidade da bomba.
Lembranças antigas são como cadáveres. Nunca são as mesmas depois de desenterradas.
(Vovó Hester)
o corpo vai morrendo como uma folha que cai...
uma sombra infiel, que conta uma história, dentro de muros fechados.
Eu te amo,uau,como eu te amo,
assim como o sol ama a lua,e a abelha
ama o mel eu te amo,mas assim como eles
também se separam,este também será meu papél,pois embora eu te ame,vocênão me ama,mas como eles eu também sempre te amarei eternamente,pois continuaremos a olhar para o mesmo céu,
mesmo seguindo caminhos diferentes.
ESQUERDISTA: Sua natureza nunca desaponta. Pregam o amor, humildade e ódio ao rico, mas como tudo não passa de hipocrisia, mentem e mentem, acreditando que só assim, depois de repetida muitas vezes, a Mentira se tornará "Verdade". Odeiam o rico, mas querem o seu lugar. Torcem pelo crime e criminoso, sob alegação que esse é vítima da sociedade e por isso tem o direito de ofender, atacar e cometer crimes contra pessoas, as quais nada fizeram contra os mesmos, todavia, quando esses crimes são praticados contra ele ou pessoas queridas, o mesmo conceito é descartado e querem tão somente que a justiça seja feita por autoridades, que eles desprezavam e atacavam. Nada diferente de se esperar da ESQUERDA, pois a HIPOCRISIA e MENTIRA são seus sobrenomes.
Seu cabelo é como ondas no verão;
Seus olhos brilham a cada passar de estação.
Sua personalidade é incrível;
Como gotas de chuva, inesquecível.
Você é radiante;
Traz felicidade nos dias mais distante.
Você se destaca em uma chuva de estrela;
A única com imensa beleza.
~B26 🌷
Imagino a mentira, como uma máscara que esconde o rosto. Um dia ela terá
que ser tirada, pois, ninguém viverá a vida inteira usando uma máscara!
Rogerio Germano
Da minha janela
Vejo a chuva da minha janela,
pingos que dançam no vidro,
como se quisessem trazer tristeza,
mas não é bem assim.
Daqui observo o mundo,
dias e noites se sucedendo,
ventos que arrastam tempestades,
sol que aquece e devolve o calor.
Acompanho o tempo,
não o que veste o ar de frio ou de fogo,
mas o que se estende, invisível,
bordando a vida com sua passagem.
O tempo nunca caminha só:
vem de mãos dadas com o sol e a chuva,
com flores que se abrem,
galhos que se despem,
árvores que morrem e renascem.
E eu, aqui dentro,
descubro que o tempo não mora em mim.
Ele corre lá fora,
nas ruas, nos céus, nos ventos,
enquanto em mim há apenas silêncio —
um espaço onde o instante repousa,
e nada envelhece.
Roberval Pedro Culpi
26/08/2025
Da Janela no sertão
Da minha janela vejo a chuva,
e ela cai como se fosse choro do céu.
Mas não, não é tristeza não:
é só o sertão do mundo molhando sua pele,
pra lembrar que até a pedra dura
se rende à água mansa.
O tempo corre lá fora,
feito cavalo brabo,
ora levantando poeira nos ventos,
ora abrindo o peito pro sol quente da vida.
Dias e noites se alternam,
como se Deus brincasse de fiar luz e sombra
na roca invisível da eternidade.
Eu fico aqui, de dentro,
vendo árvore nascer, perder folha,
morrer e ressuscitar no mesmo tronco.
É como se cada galho fosse profeta
dizendo que nada se perde:
só muda de roupa,
feito romeiro no caminho.
E aprendo que o tempo não mora em mim,
mora lá fora, correndo nas águas,
cantando nos ventos, ardendo no sol.
Dentro de mim só tem o silêncio,
um silêncio grande,
onde o instante fica parado —
feito retrato da alma,
feito milagre da vida.
Roberval Pedro Culpi
26/08/2025
Você já parou pra pensar em como seus gatilhos emocionais influenciam suas escolhas, reações e até seus relacionamentos? Ignorar isso é como tentar limpar a casa jogando a sujeira pra debaixo do tapete. Assistir vídeos pode entreter, mas não transforma. Que tal trocar alguns minutos de distração por uma leitura que te cutuca, te faz pensar e te convida a evoluir? O SHD – Seja Hoje Diferente – é mais que um nome: é um convite diário à mudança consciente. Comece hoje. Não precisa ser perfeito, só precisa ser diferente.
"Assim como uma criança chora ao nascer, um récem nascido em Cristo chora ao pecar. O chorar pelo pecado previne o chorar no inferno. Melhor é derramar lágrimas de arrependimento, do que lágrimas de desespero".
Bicho Papão
Você foi como um bicho papão escondido debaixo da minha cama.
Igual às histórias que ouvimos na infância: o medo de sair no meio da madrugada para ir ao banheiro.
E, por causa dele, a gente preferia se encolher e acabar molhando o colchão.
Era mais confortável sentir o calor úmido que logo virava frio, do que ter coragem de levantar.
Porque a simples ideia de que você estaria ali, debaixo, pronto para agarrar meus pés assim que eu tocasse o chão, já era aterrorizante.
Com o tempo, o frio deixou de ser castigo e passou a se disfarçar de aconchego.
E assim acontecia noite após noite: o pavor se instalava no quarto, e a única saída era gritar, esperando que alguém abrisse a porta e acendesse a luz.
Mas esse alguém era você.
Assim como estava debaixo da cama, você também era quem me consolava quando eu chamava.
Você era o motivo do meu medo e o conforto no qual, iludida, eu me refugiava.
Me pergunto qual foi o começo de todo esse amor…
Como eu poderia esquecer dos dias em que apenas te admirava à distância? Dia após dia, me perdendo em teu sorriso, me encantando com teu jeito, me alegrando apenas por te ver.
Como colocar em palavras que, além de tua beleza única, ainda havia tua energia — uma energia calma e brilhante, que me fazia sentir cada estrela no céu e no mar?
Após tantos anos, ainda tento descrever tudo o que sentia ao te ver…
E, duvido que algum dia eu consiga escrever todos os poemas que meu coração te recitou.
Sigo, então, comparando-te a todas as coisas belas que há no mundo — já sabendo que nenhuma delas chegará aos teus pés. E mesmo que o mundo inteiro brilhe, ainda me falta tua luz.
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