Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Eu não consigo sair da minha zona de conforto - que não é tão confortável como o nome diz.
Quero dizer que não consigo me "mexer", fazer algo de útil e tornar o meu dia produtivo.
Eu queria ter a facilidade em cumprir deveres. Queria ser disciplinada e ter muita motivação. Mas tudo que sei fazer é reclamar e choramingar.
Minha vida é um completo tédio. Eu poderia está apaixonada e ocupar minha mente em amar alguém que não fosse minha família. Porém, não existe ninguém. Não tem ninguém pra tampar meu vazio.
E os dias passam, passam, as horas passam, e eu não me importo.
Eu não me importo, inclusive, com minhas responsabilidades.
Não sei nem que dia é hoje...
Nada é interessante.
Nada faz sentido, principalmente a vida: viver não faz sentido.
Queria entender tudo e ser um robô como os outros, mas eu simplesmente não vejo prazer.
NÃO HÁ PRAZER EM VIVER. Porque eles são robôs. Robôs prestes a morrer. Robôs que, a qualquer momento, instante, pode falhar e nunca mais ser ligado.
Robôs sim. Eles nascem, vão para a escola, estudam e depois estudam, depois se casam, filhos e filhos, trabalha (muito trabalho) pra poder ter grana e viajar. Pra poder ter grana e viajar...
Sim, apenas por isso.
Chamam isso de vida? Chamam isso de "felicidade"?
O pior de tudo é, e se eu não conseguir nada disso? Serei um fracassado?
O que não entendo é, do que adianta todo esse sacrifício, se no final todos nós iremos morrer?
Se você é rico ou pobre, bonito ou feio, legal ou chato, humilde ou egocêntrico, não adianta NADA.
Todos, todos, exatamente todos nós iremos morrer.
E eu?
Eu prefiro pular essa parte de ter que me sacrificar pelo resto da minha existência, e ir logo para a parte onde eu morro de uma vez.
Não cultive esse sentimento horrível, ódio cresce como erva daninha, a princípio parece inofensiva a gente olha aquele ramo inocente no meio da nossa plantação e quando menos esperamos se torna viçosa e destrói tudo o que plantamos... O certo é que aquilo que não nos agrada devemos desviar do caminho, uma linda e abençoada noite na Santa paz do Senhor pra vc e sua abençoada família.
Não cultive ódio , esse sentimento horrível, cresce como erva daninha ,a princípio parece inofensiva ,pequenina, quase imperceptível. Então, a gente olha aquele ramo inocente,no meio da nossa plantação e matamos sua sede, a alimentamos e quando menos esperamos se torna viçosa ,e ao invés de ser grata ,ela destrói tudo que plantamos...Autora Ada Fronzzi
Aqueles que me respeita e me aceita como sou...Tem de mim mais do que uma sociedade...INTERESSEIRA! Tem de mim minha consideração.
Não te ter é como estar condenada a prisão perpétua!
Sinto tanta falta de tudo. Por onde você anda? Gostaria de saber, me sinto presa aqui, essa condição que você me deu é como a de um preso, posso presumir sua vida, mas não posso estar presente nela, por que tem que ser assim? Eu preciso de você, ainda estou aqui te amando. Ainda penso em você e sonho com a gente juntas todas as noites, isso me machuca tanto, só queria ser livre.
Já se passou um ano e eu continuo aqui, chorando por você, o que é que tem de errado? Por que eu não consigo te esquecer? Eu só queria te ver e conversar, é tão triste ter que me colocar em relacionamentos vazios tentando seguir minha vida. Eu não tenho vida sem você, espero todos os dias que em algum momento você volte e troque ao menos algumas palavras.
Você é a melhor parte de mim, você não esta aqui. Sou livre, é eu sou, mas por que é que meu coração insiste em ser seu? Há uma parte minha que se nega te deixar, eu juro que se eu soubesse como eu fazia isso parar, afinal, você realmente acha que eu queria estar aqui, pelos cantos me escondendo desse amor?
Aqueles dias nunca irão voltar, e eu sei claramente sobre isso, eu só queria que você conseguisse falar comigo.
Como está sua vida? E o Dex ta bem? Você conseguiu entrar na faculdade? Eu só queria jogar conversa fora da mesma forma que fazíamos até tarde. Eu sinto tua falta mesmo tendo tanto de você aqui.
Eu mudei tanto, foram tantas transformações, tantas experiências, seria tão bom se você tivesse feito parte disso.
Me desculpe
Saudades é algo que não há como explicar...um desejo incontrolável de..."Ouvir,ver, amar",é sentimento de quem quer bem...muitos falam...poucos têm. Porque saudades mesmo é verdadeira quando a gente ama alguém. Autora Ada Fronzzi.
o pó e o amor
como o poema
são feitos
no dia a dia
o pão come-se
ou deita-se fora
embrulhado
(uma pomba
pode visitar o lixo)
o poema desentropia
o pó deposita-se no poema
o poema cantava o amor
graças ao amor
e ao poema
o puzzle que eu era
resolveu-se
mas é preciso agradecer o pó
o pó que torna o livro
ilegível como o tigre
o amor não se gasta
os livros sim
a mesa cai
à passagem do cão
e o puzzle fica por fazer
no chão
Era uma vez uma mulher que tão depressa era feia como era bonita.
Quando era bonita, as pessoas diziam-lhe:
- Eu amo-te.
E iam com ela para a cama e para a mesa.
Quando era feia, as mesmas pessoas diziam-lhe:
- Não gosto de ti.
O que é noção de ridículo? Eu nunca soube. Quem define esse ridículo? Como os seres humanos todos podem ter a mesma noção do que é ridículo e do que não é?
O signo dela representa um belo tiro no escuro – nunca se sabe como, quem, muito menos quando você irá acertar. O símbolo do signo dela, já diz tudo: arco e flecha, ou, liberdade e ação. Quem sabe, dualidade, metade razão, e a outra emoção. A fera e o humano, juntos num duelo pacífico.
O signo dela pulsa vida, adrenalina. Calmaria? Só nas fotografias, estáticas lembranças. O signo dela quer hoje e amanhã nunca mais. O signo dela exige molejo e jogo de cintura. O signo dela não tira as rebarbas, não muda a cara, a alma, nem faz “bonito” – valoriza seus desastres naturais.
O signo dela é um imã de tempestade, o raio que cai inúmeras vezes no mesmo local – ou coração. O signo dela é contra a gravidade - quer flutuar o máximo possível.
A paz é um absurdo, como a realidade concreta é um absurdo que é preciso recriar para que se torne afecto do homem, obra sua.
É extraordinário como nos tornamos violentos quando queremos agradar ao mundo. Agradar ao mundo resume o comportamento da sociedade nos seus aspectos mais retóricos.
Como a chuva não cessasse de cair em caudais,
Tiras de tinta começaram a aparecer na fotografia
O tecto da chuva rompera o abrigo da sua alma
E o verde circulava a deriva rompendo as plantas.
Elvira deixara cair seus olhos de objectiva nas
Folhas verdes. Verificava que era sobre elas e como
Elas que sempre olhara a natureza. Ver o real
Em folhas era amá-lo ininterruptamente. Essa
Contiguidade acabara por compor uma rede
Que tinha tanto de próximo como de diferente,
E a chuva não era chuva, transparecia. Eis, pensou.
Por que chove na fotografia, por que chove
Em correntes sobre as folhas?
O poema ensina a cair
sobre os vários solos
desde perder o chão repentino sob os pés
como se perde os sentidos numa
queda de amor, ao encontro
do cabo onde a terra abate e
a fecunda ausência excede
até à queda vinda
da lenta volúpia de cair,
quando a face atinge o solo
numa curva delgada subtil
uma vénia a ninguém de especial
ou especialmente a nós uma homenagem
póstuma.
A inveja é a incapacidade de não se ver como uma pessoa completa. Sempre querendo e desejando o que está distante e não perceber a própria riqueza.Ela é irmã do ciumes e filha de dona Descontentamento e do Sr. Dissimulado.
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