Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Existem duas formas de estragar filhos, querer que o seu filho seja o que você é, e querer que os filhos sejam o que não conseguiu ser.
Faça da persistência a sua estrada.
Faça da constância o seu escudo.
Faça de Deus o seu antídoto.
Escute a sua essência.
E acredite mais na voz que existe dentro de você.
Nosso pior erro é colocar medo naquela pessoa.
Um dia aquela pessoa vai se esclarecer. Vai receber exemplos melhores do que o medo que impusemos naquela pessoa.
Achamos que vamos prender aquela pessoa para sempre impondo medo.
Pode durar muito tempo, mas esse tempo um dia vai chegar. E quando chegar, esses agentes do medo um dia vão ter de se responder pelo que fizeram. O medo nunca vai prender ninguém para sempre. Alguns ainda fogem desta verdade. A esperança, o amor, esses sim vão ajudar a desenvolver, a esclarecer, a seguir rumo à felicidade.
A brisa é aquele vento suave
que nos convida a navegar
rumo aos nossos objetivos.
Não raramente,
deixamos essa brisa passar.
E quando isso acontece,
é a tempestade
que acaba nos forçando
a sair do lugar.
"Ama o teu vizinho -- mas não derrubes a cerca que separa as vossas casas. (proverbio americano)"
Intimidade demais com o vizinho não é aconselhável. Há maridos que perderam às esposas e esposas que perderam o marido"
"As lutas são a chama que alimenta a nossa paixão, a força que nos impulsiona em busca de um futuro grandioso. Que a jornada seja árdua, mas gratificante, repleta de aprendizados e conquistas."
O instinto selvagem se alimenta da inocência dos que são puros e sem maldades, a inocência é alimento para os que são selvagens, a natureza do selvagem é capaz de eliminar qualquer ser que não tenha o mesmo instinto.
Tenho medo que o sol se vá e a noite cheguei trazendo uma escuridão perversa nesse mundo.
Quero que o sol volte nessa hora entre as montanhas com seu brilho sobre meu olhar.
O sol voltará ele vai voltar pra me iluminar...
"A primeira forma de se reconhecer um mendigo (derrotado) é pela forma de vestir. Para você reconhecer uma pessoa polida é através do linguajar: se a pessoa fala muita gíria e palavrão pouco crédito merece"
"O rico fica cada vez mais rico, o pobre não aproveita às oportunidades e fica cada vez mais pobre, culpando o infortúnio (a sorte), te liga. Não quer mudar - nasceu com a síndrome de Gabriela -- Eu nasci assim, vou morrer assim, eu sou sempre assim"
"PRECISAMOS TOMAR CUIDADO; se estamos andando numa estrada de areia movediça, (finanças vulnerável) qualquer descuido vamos pro BURACO. E até obrigado a morar num lugar que não gostaríamos, talvez, parar no DESENROLA. Que humilhação; crescer tipo rabo de cavalo: para baixo"
Até o juízo final temos que lidar com fragmentos da verdade, ninguém tem domínio e o árbitro da verdade, a verdade pertence a todos da sociedade e a cada um será julgado diante sua verdade e o uso do livre arbítrio, direis a verdade e a verdade os liberta...
13/04/2024.
A "POSSE" DOS LIVROS
De nada vale a inteligência adquirida pelos livros?
Quando eu desmereço a leitura aos "deslivrados",
Quando os impeço ou os escondo da História escrita,
Quando lhes impeço do protagonismo da escura cor.
Não aprender a compartilhar as fontes da construção
É não abstrair da evolução o intelecto, a real lição.
É ilusão pensar-se como sábio, intelectual ou mestre,
Comprimido pela avareza e a condição da ignorância.
Sabedoria é abstratismo, depósito, mas não é refúgio!
É verbo, mergulho, navegação, não culto a si mesmo.
Por vezes, inversa, desobedecendo as normas de ser,
Voa livre das folhas, para além, nem sempre escritas.
Ah se os meus livros saíssem todos voando por aí!
Ah se viesse um tempestuoso vento forte, a tempo.
Um vento desses que com descaso causam o caos!
Que açoita o ego, ou as folhas do limoeiro ácido.
Ah se visse um vento intruso, rabugento e mal criado,
Capaz de "livrar" os "meus livros" do pueril cativeiro!
Prisões, "minhas posses", insanidades, "meu apego",
Levando-os aos lugarejos "desmerecidos e opacos".
Ah se esse vento me deixasse, sem "ter meus livros"!
Jogando-os todos sobre as minhas carrancas tristes!
Dando-me lições abstratas, inversas, desconhecidas,
Mostrando-me as faces atrofiadas pelo meu egoísmo.
Ah se esse vento viesse sem avisar-me de seu tempo!
"Livrando-me" ante as crenças, os apegos e os muros.
Entulhos que aprisionaram-me ao abismo da ilusão,
Impedindo-me a refrigeração dos mundos externos.
Ah se esse tempo chegar e causar o caos nos livros!
Isso seria literalmente um atentado, um "livramento"!
Seria como uma recomposição, uma composição!
Talvez eu saberia lutar, mas não faria o contra-tempo.
Talvez eu sentiria prazer, por uma estranha liberdade...
A "minha liberdade"; por não ver "meus livros presos".
Talvez a liberdade dos livros me causaria inveja, dor!
Libertando-se, libertam outros seres, outros livros.
Alguns contos ou poesias não existiriam à revelia,
Sem que o vento causasse um caos nos incipientes.
Os livros vêm com o caos, a sabedoria vem depois!
Os livros sopram o vento, o tempo cristaliza os livros.
(Pedro Alexandre).
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