Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Não vejo por que a pergunta pela identidade nacional deva se concentrar na busca de 'constantes'. Uma identidade nacional, como uma consciência pessoal, é sobretudo uma história, uma narrativa cujo sujeito não vem pronto, mas se forma e se deforma, se acha e se perde, se salva e se dana no curso dela mesma.
***
Nenhuma conclusão frutífera se obterá sobre a questão da 'identidade nacional' sem fazer primeiro uma 'história da consciência nacional', mapeando, na vasta bibliografia disponível, o horizonte de consciência dos nossos intelectuais e suas mutações ao longo das várias gerações. Tenho a visão clara do que pode ser essa história, mas jamais terei o tempo de escrevê-la, embora alguns artigos meus sejam capítulos inteiros dela. Uma coisa eu garanto: esse horizonte de consciência jamais foi tão estreito quanto é hoje.
Até logo
Sonolento, poeta? Deixe fluir! Deixe ir embora! que fuja... Que se vá em busca da frase, e que se volte com o verso!
E a folha poeta? Onde foi parar? Onde está escrito teu poema? E onde estão tuas poesias?
Cadê o teu lápis? cadê tua borracha? cadê teu entusiasmo?
Para onde foi tua sede?
Tua fonte secou? Bebeste do veneno que criaste? Não culpo a letra, nem o compasso… culpo o descaso!
Deixaste atingir-te pelo que tanto descreveste em fuga... Levanta! Faz-se presente novamente! Ergue tua mão, e monta da escrita tua corrente, tua alma...
Não se esqueças quem tu és! Não se valha de um pobre moribundo… apesar de tal, ser um retrato de teus contos oriundos.
Não é porque caíste em mera desgraça, que dela deva fazer teu fardo!
Tira-se do imundo o intuito, e do passageiro a direção! Ainda te lembras como se faz? Montas de novo em tua montaria!
E dela redija novamente o teu caminho. Desistir poeta? Para que? E por que? Sonolento ainda poeta? Que pena...
Se o mestre domina a matéria, não terá tempo para dominar o aluno, mas se dominar o aluno, não terá tempo para domina a matéria.
Aí, a gente aprende que só se aprende com o tempo. Ensinar o aluno a aprender é o mesmo que ensinar o professor a ensinar.
A natureza ensina com tragédias, enquanto a escola, com estratégias, pelo menos velem as rimas! E salve a socialização.
Que ninguém me condene por aquilo que já me condenei. Pois não sou idiota, "idiota é quem faz idiotice": Tipo, julgar os outros.
Os nossos alunos só nos obedecerão se formos os deuses deles. Não por que somos seus amigos. Temos de ser mais: seus tiranos.
É silenciosa, mas sua influência é poderosíssima. Apenas produz algum ruído, quando inspirando para uma realização maligna.
O bom professor reconhece o poder da influência. Escreve antes de querer que seus alunos produzam bons textos. Lê para ser lido.
Quem escreve se liberta e deixa em seu lugar o leitor, ou melhor, escraviza-o pela condução do texto. E se não segui-lo é mesquinho leitor.
"Primeiro o aborto é autorizado, depois recomendado, por fim imposto obrigatoriamente. É sempre assim. Cada novo 'direito' contém em si o germe de uma imposição totalitária. Quando vão entender isso?"
O professor que não responder adequadamente as perguntas dos alunos, perderá o respeito deles! Porque elas são para testá-lo.
DAS COISAS QUE TRAGO
As mãos cheia de conchas
Um presente do mar entregue pelas mãos das ondas,
Levei um pouco de mar,
Deixei um tanto de mim
O mar das poesias, músicas, sonhos e cantorias,
Mar dos apaixonados,
Mar que limpa, renova, ilumina,
Mar, mar, mar
Três pedidos faço a ti,
Me permita sempre,
Amar, amar, amar
Mar.
Roberto de Souza
A gratuidade enfraquece a vontade, porque nivela todos por baixo! A abundância, o excesso, a facilidade, roubam a dignidade, porque tiram o valor das coisas. O governo oferece o estudo gratuito, e isso tira a vontade de estudar. A dificuldade desenvolve tônus no caráter. E como se não bastasse, agora a escola é de tempo integral: o mais educação: mais isso e mais aquilo, exagero! E a EJA e outras modalidades condensadas privam os jovens da espera, treinado-os para a impaciência.
Uma pessoa se aproxima da outra por um interesse egoísta e até para provar que pode. Depois é abandonada por esta, quado a má intensão se descobre. Que os envolvimentos amorosos sejam sem planejamento. O destino já se encarregou disso. Deixemos os planejamentos só para quem quer atrapalhar bem.
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