Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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Eu não mudei. Apenas não te amo mais.

Nem todo dia tem Sol, nem toda sobremesa são morangos e nem toda relação homem e mulher é romance. Por isso vive a vida e curte o que ela tem de melhor.

A vida não é como uma corrida,mas como um tiro ao alvo,o que conta não é a poupança de tempo mas a capacidade de se descobrir um centro.

A perfeição e o poder são superestimados. Você foi muito sábio ao escolher a felicidade e o amor.

(Iroh)

⁠Está na hora de você olhar para dentro e começar a se fazer as grandes perguntas. Quem é você? E o que você quer?

Você não precisa conhecer todas as pessoas do mundo para aprender que todos erram, mentem, traem e tem um lado verdadeiramente traiçoeiro. Se você conhece a si mesmo terá consciência disso.

No momento em que alguém se convence de que está certo em um relacionamento, já entrou numa luta pelo poder.

Pra que tomar decisões precipitadas se podemos tomar um vinho, um bom banho e se amar o restinho da noite, moço?

⁠O amor brilha mais no escuro.

Por que as pessoas buscam reconhecimento das outras pessoas? Em muitos casos, isso se deve à influência da disciplina de recompensa e punição.

É difícil demonstrar amor quando você não sente motivação. Mas, amor no sentido mais verdadeiro, não é baseado em sensações, mas na determinação de agir com consideração, mesmo quando parece não haver recompensa.

Nunca deixe seu parceiro para trás.

Infelizmente quando as pessoas prometem na alegria e na tristeza. É só na alegria...

⁠Existem razões pelas quais cada um de nós nasceu. Nós precisamos encontrar essas razões.

Com o tempo você aprende que não importa quantas pessoas você tem ao seu lado, mas em quantas coisas alguém faz pra te ver realmente bem.

Se uma pessoa fracassa, ela tentou. Se uma pessoa vence, ela tentou. Mas quando alguém nada se tem, nem nada se faz, não vence ou fracassa, ela está no ápice da derrota.

Um sentimento saudável de inferioridade não é resultante da comparação com os outros; e sim da comparação do eu com o eu ideal.

⁠Nós não somos monstros. Somos subversivos culturais.

⁠Deve haver um jeito de livrar essa comunidade e, de quebra, uma nação, desse câncer da intolerância.

⁠O fato de pessoas não gostarem de você prova que você está vivendo em liberdade.

A coragem de não agradar
KISHIMI, Ichiro; FUMITAKE, Koga. A coragem de não agradar. Rio de Janeiro: Sextante, 2018.