Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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Flores, Espinhos e a Luz de Tutancâmon


A saúde mental floresce como lótus no Nilo antigo, mas carrega espinhos que ferem a alma. Tutancâmon, menino-faraó de ouro e maldições, viveu frágil e real ossos tortos, intrigas palacianas, provando que viver é melhor que sonhar; Sonhos são vapores, de névoa; a vida, com espinhos, corta fundo, mas liberta.
Liberdade não é palácio vazio, ecoando ausências. É escolher espinhos para colher flores: enfrentar ansiedade, restaurar a mente com coragem cotidiana. Neste Natal, sob luzes como estrelas do deserto, celebramos a vida palpável, dor e graça, onde esperança brota entre provações. Viver é erguer-se, livre e inteiro.
Cuide da mente como uma coroa, colha flores sem temer espinhos.

Sob o céu azul que se estendia como um véu esquecido, as laranjeiras sussurravam segredos ao vento, suas frutas maduras pingando sumo dourado sobre a terra seca. A tristeza pairava, invisível, entre os pinheiros altos e sombrios, cujas sombras alongadas devoravam o chão como dedos de um gigante adormecido. Eu carregava um cesto de trigo vazio, colhido de memórias que o tempo ceifou, e seguia vivo aonde ninguém mora e um ermo de silêncios eternos, onde o eco de risos antigos ainda tremia no ar. Ali, no coração desse nada povoado apenas por fantasmas de folhas, brotou uma planta que nasceu hoje, frágil e teimosa, suas raízes finas rompendo a crosta do solo. Sua semente, no entanto, será plantada amanhã um mistério cíclico, onde o fim precede o começo, e a vida dança no limiar do impossível.

No riacho cantarolante, um beija-flor gira no ar leve e fino como um suspiro. Ramsés projeta pirâmides de espuma, enquanto George Floyd murmura ao Curupira, pés virados no Oceano Pacífico. Ondas de concreto devoram gritos antigos; pele vira névoa, o rei ri com os dentes afiado, o guardião costura ruas sobre o peito ofegante, afinando o ar até pulsar vazio. Mas esse caos esconde um riacho real: do Nilo às ruas de Minneapolis, onde um joelho de um tirano ceifou a vida de Floyd no pescoço, sem ar, ecoando opressões antigas. Ramsés, construtor de impérios, reflete Floyd, vítima do poder que sufoca a dignidade. O Curupira inverte caminhos, guiando o beija-flor a polinizar justiça em dores coletivas. O Pacífico engole monumentos e protestos, mas o riacho persiste, fluxo de resistência que afina o ar dos opressores. Do faraó ao homem comum, mito e rua se unem no pulso vivo: beija-flor voa livre, Curupira ri nas matas, Ramsés cai em pó, Floyd inspira mudança, e o mar pulsa e o rarefeito só para tiranos.

A brisa e o vendaval
Um manso rio e a fúria de um temporal
Tudo tem o seu lado bom como também o mal.


Morte e vida se complementam, uns para viver dependem de outros a morrer.


É um ciclo fatal, como também algo tão natural.


Vida e morte faz parte do teatro existencial.

Fingir ser uma pessoa boa é como oferecer água a quem tem fome, é uma ação que não atinge quem recebe.
E isso não é sobre fome!

⁠O amor é como a morte, um dia chega e quando chegar deixa saudades.

Viva como se não houvesse amanhã, mas tenha em mente que, se houver, você terá consequências de ontem.

Hoje chorei. Como havia muito tempo não chorava. Não havia razões claras. Apenas chorei. Talvez por razões passadas, histórias ancoradas no porto do meu ser, ali onde a dor não se ossificou, não se fez concreta, não mostrou a face, mas pairou soberana e silenciosa.
Talvez por razão nenhuma. Nem sempre a dor tem razão. Dói por doer, por não ser outra coisa, por ser dor apenas.

Quem decide como e o que quiser sonhar, nunca acordará para a realidade.

O psicopata no jogo atravessava a sala como quem engole o próprio reflexo, os batimentos cardíacos 100 por hora riscavam o ar feito giz invisível, quase sem pulsação e ainda assim vivo demais, enquanto a cachoeira que mais se parece ao deserto do Saara despejava areia líquida sobre pedras que ardiam de frio, nada fazia sentido porque o relógio caminhava para trás e os passos ecoavam antes de tocar o chão, e no entanto cada detalhe obedecia a uma lógica secreta, pois o jogo nunca foi tabuleiro, era consciência, e o psicopata não era um monstro, mas a parte estratégica que aprende a sobreviver onde a água evapora antes de matar a sede, os batimentos 100 por hora não eram pânico, eram alerta, quase sem pulsação não era morte, era controle absoluto, a cachoeira desértica era o paradoxo da mente que chora por dentro enquanto por fora se mantém seca como o Saara, e assim o que parecia ruído se revela cálculo, o que parecia loucura se revela método, porque no fim o jogo é interno e cada grão de areia que cai da água invisível marca o tempo exato entre sentir demais e não sentir nada.

"" Risque e rabisque
Mas não traduza
Envolva a trama
Como quem seduz na cama
Amarre as peças
Sem perder o jogo
No final nada mal
Se puder colar
Se puder pintar
Se atreva
Se não puder
Escreva...""

"" Quero teu ouro
essência plena
como lembranças de um fogo
que nunca a morte temeu
enquanto luz
levará ao passado
lembrado nas cinzas...
de algo maior
que um dia sem querer
se perdeu

"" Como posso fugir de você se nem sei por onde começar...""

" A quem interessa minha derrocada?
Como é mesmo meu nome?...
Eu me chamo luta. Eu me chamo paixão...
Sou a voz que amarga o pranto, não canto...Sou a escoria de quem me julga, sou
o tempo de quem me condena. Quanto a pena, que pena não suavizar o doce de quem saboreia o melhor. Que pena o cavaleiro mascarado, com sua espada justiceira, se esconder atrás da capa. Capa do insano poder, que marginaliza a luta de quem sucumbe em paz.De quem amordaçado deseja dias melhores. De quem na prisão da vida ousou atirar-se. De quem não quis simplesmente sonhar...
...
" Prefiro a incerteza da coragem, a covardia da prisão."

Oscar.

“” Como é doce ser feliz..
Não, doce engorda.
Então acorda
Pra ser feliz é preciso de um pouco de loucura...””

⁠Foi me pegando devagar, aos poucos dominando
suave, doce
como a dizer te amo
foi ficando, mostrando que era para sempre
e de fato é
se sou feliz com ela?
nem um pouco, preferiria não tê-la conhecido
ela é dominadora demais
e não dá folga dia e noite
se gosto dela?
claro que não!!
maldita diabetes...

Carta a uma amiga que sugeriu em uma rede social, querer se casar .
depois de notar como foram as investidas dos rapazes e senhores, verifiquei que poderia ter uma chance, pois agiria assim:

Prezada (nada de querida num primeiro momento) amiga, lendo seu perfil de postagens, percebi algo que me chamou bastante atenção, que gostaria de se casar. Confesso que de imediato viajei na ideia, pois também comungo do mesmo desejo. Assim gostaria de candidatar-me para me conhecesse melhor e permitir-me também conhecê-la um pouco mais.A principio as suas fotos e seu modo de agir, mostram uma mulher interessante e especial. Pois bem, quero convidá-la para logo mais à noite sairmos para um jantar, passarei com meu motorista particular em sua residencia por volta das 21:00 hrs (prefiro com o motorista, pois assim podemos quebrar o gelo do primeiro encontro), ficando um pouco mais à vontade, podemos inclusive apreciar o céu maravilhoso e perfumado de nossa amada (peguei do Greca) Curitiba. A ideia é poder saborear um vinho todo especial em sua presença, bem como curtir amenidades, levando um papo qualquer. Desprovido da necessidade de dirigir, podemos nos tocar levemente com as mãos enquanto conversamos,quem sabe começa aí um relacionamento mais apurado e gostoso.Como sou um homem fino e educado (modéstia à parte) fique tranquila, jamais a colocarei em uma circunstancia constrangedora. Óbvio que devemos deixar as coisas seguirem o rumo natural.Saliento porém que tenho um pequeno problema, pois sou muito rico e confesso que isso às vezes causa inconvenientes, mas estou confiando em seu charme e delicadeza, para esse detalhe não mudar qualquer intenção. Ao chegarmos no restaurante,meu maior desejo será vê-la brilhar, nos passos que a conduzirão à nossa mesa.(acho que estou apaixonado).Espero que seja uma noite extremamente agradável e reveladora..
Para terminar, espero não ter causado uma impressão falsa e descabida, pois tenho certeza que além das estrelas que posso lhe dar, ainda tentarei conquistar o mundo para fazer dele, um reinado, onde só você será a minha rainha.( já estou aceitando o convite de casamento)
Para comemorar e eternizar o encontro, levarei um presente que ficará como recordação do momento vivido. uma joia que espero, aprecie bastante, apenas como um mimo. (a joia fica por conta da sua imaginação)
Rapazes, mandar recadinhos, tipo oi gatinha , estou aqui... ou o "Lacrou". me ajudam bastante, por favor continuem...
Mulheres gostam de sucesso, carinho, romantismo e amor.
e para isso me preparei a vida inteira

[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.

[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.

[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.

[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.

[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.

[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.

Como queria, rasgar o peito e arrancar, toda tristeza, todo sentimento de pesar, todas as lembranças tristes, que insistem em ficar.
Como queria, deitar e acordar, livre das desilusões, das fadigas também.
Dor na alma, quem não tem? Muitos dissimulam e fingem ser fortes, conseguem ocultar.
Dor na alma, como proceder? Não há remédio humano capaz de curar.
Quando a alma chora ninguém pode ver Porquê água dos olhos não escorrem, um sorriso oculta a face triste do ser.
Muito se fala sobre ter empatia, solidariedade, e o que mais vemos é o mal prevalecer. Até mesmo os doutores, destilam horrores contra seres humanos que a alma implora o socorro ao ser.
Quando a alma dói não tem como explicar, se compreensão não existe, dobrado é o sofrer.

Na época eu tinha 9 anos, e como todos os dias chegava na sala de aula e arrumava minha mesinha, eu achava o máximo isso. Eu tinha um pote, desses de banheiro de colocar pasta de dente, que eu colocava meus lápis de cores, todos juntinhos aí... me encantavam.
Um dia de aula como outro qualquer, eu cheguei e comecei a arrumar a minha mesinha, coloquei os lápis no potinho, organizei minhas borrachinhas de todas as cores e meu caderno azul de capa dura com meu nome. Tudo igual, até que eu derrubo o pote com todos os lápis no chão, normal, sempre fui desastrada. Recolhi todos, voltei a sentar e derrubei mais uma vez. Em seguida, umas outras cinco vezes, e na última, quando eu já estava pensando em deixar tudo jogado no chão, minha professora estava me observando e me disse:
- Vamos, apanhe. Deus está testando sua paciência!
Eu a obedeci.
Hoje, 16 anos depois, estou aqui e sigo pensando:
- Será Deus testando minha paciência?
Não sei, mas obedeço.