Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Como é bom: se apaixonar pela pessoa certa e ser correspondido. Rir a ponto de não aguentar mais. Um banho quente num dia de muito frio. Sem limites em um shopping. Aquela encarada de fazer tremer. Receber e-mail de alguém de quem você gosta e que não manda nunca.
Andar por um lindo caminho. Escutar sua música favorita tocada no rádio. Tomar aquele banho e dormir na sua própria cama depois de acampar durante 4 dias. Toalhas ainda quentes, recém passadas. Uma ligação de alguém que está distante. Um banho de espuma. Uma boa conversa. A Praia. Achar uma nota de 50 reais na calça. Rir de você mesma. Ligações depois da meia-noite que duram horas. Ter alguém pra dizer o quanto você é linda. Rir de algo que acabou de lembrar. Amigos. Acidentalmente ouvir alguém falando bem de você. Saídas com amigos. Acordar e descobrir que ainda pode dormir por mais algumas horas. Fazer novos amigos ou gastar tempo com os velhos. Ter alguém mexendo no seu cabelo e mesmo com pontas duplas e todo embaraçado, você escultar que é o cabelo mais lindo do mundo. Sonhar com coisas boas. Realizar um sonho antigo. Fazer brigadeiro e depois lamber a calda que ficou na panela. Ganhar dos amigos presentes ou cartões feitos em casa. Segurar na mão de alguém que você realmente gosta. Encontrar um velho amigo e perceber que algumas coisas (boas ou ruins) nunca mudam. Ver a expressão no rosto de alguém quando abre o seu tão esperado presente. Olhar o nascer do sol. Ver o por do sol no verão. Ter sorte. Tirar dez nas provas. Acordar toda manhã e agradecer a Deus por mais um lindo dia, mesmo que esteja chovendo. Conseguir enxergar essas pequenas coisas boas da vida e saber dar muito valor a isso!
Poema do Menino Jesus
Num meio-dia de fim de Primavera
Tive um sonho como uma fotografia.
Vi Jesus Cristo descer à terra.
Veio pela encosta de um monte
Tornado outra vez menino,
A correr e a rolar-se pela erva
E a arrancar flores para as deitar fora
E a rir de modo a ouvir-se de longe.
Tinha fugido do céu.
Era nosso demais para fingir
De segunda pessoa da Trindade.
(...)
Um dia que Deus estava a dormir
E o Espírito Santo andava a voar,
Ele foi à caixa dos milagres e roubou três.
Com o primeiro fez que ninguém soubesse que ele tinha fugido.
Com o segundo criou-se eternamente humano e menino.
Com o terceiro criou um Cristo eternamente na cruz
E deixou-o pregado na cruz que há no céu
E serve de modelo às outras.
Depois fugiu para o Sol
E desceu no primeiro raio que apanhou.
Hoje vive na minha aldeia comigo.
É uma criança bonita de riso e natural.
Limpa o nariz ao braço direito,
Chapinha nas poças de água,
Colhe as flores e gosta delas e esquece-as.
Atira pedras aos burros,
Rouba a fruta dos pomares
E foge a chorar e a gritar dos cães.
E, porque sabe que elas não gostam
E que toda a gente acha graça,
Corre atrás das raparigas
Que vão em ranchos pelas estradas
Com as bilhas às cabeças
E levanta-lhes as saias.
A mim ensinou-me tudo.
Ensinou-me a olhar para as coisas.
Aponta-me todas as coisas que há nas flores.
Mostra-me como as pedras são engraçadas
Quando a gente as tem na mão
E olha devagar para elas.
(...)
Ele mora comigo na minha casa a meio do outeiro.
Ele é a Eterna Criança, o deus que faltava.
Ele é o humano que é natural.
Ele é o divino que sorri e que brinca.
E por isso é que eu sei com toda a certeza
Que ele é o Menino Jesus verdadeiro.
(...)
A Criança Nova que habita onde vivo
Dá-me uma mão a mim
E outra a tudo que existe
E assim vamos os três pelo caminho que houver,
Saltando e cantando e rindo
E gozando o nosso segredo comum
Que é saber por toda a parte
Que não há mistério no mundo
E que tudo vale a pena.
A Criança Eterna acompanha-me sempre.
A direcção do meu olhar é o seu dedo apontado.
O meu ouvido atento alegremente a todos os sons
São as cócegas que ele me faz, brincando, nas orelhas.
Damo-nos tão bem um com o outro
Na companhia de tudo
Que nunca pensamos um no outro,
Mas vivemos juntos e dois
Com um acordo íntimo
Como a mão direita e a esquerda.
Ao anoitecer brincamos as cinco pedrinhas
No degrau da porta de casa,
Graves como convém a um deus e a um poeta,
E como se cada pedra
Fosse todo o universo
E fosse por isso um grande perigo para ela
Deixá-la cair no chão.
Depois eu conto-lhe histórias das coisas só dos homens
E ele sorri porque tudo é incrível.
Ri dos reis e dos que não são reis,
E tem pena de ouvir falar das guerras,
E dos comércios, e dos navios
Que ficam fumo no ar dos altos mares.
Porque ele sabe que tudo isso falta àquela verdade
Que uma flor tem ao florescer
E que anda com a luz do Sol
A variar os montes e os vales
E a fazer doer aos olhos dos muros caiados.
Depois ele adormece e eu deito-o.
Levo-o ao colo para dentro de casa
E deito-o, despindo-o lentamente
E como seguindo um ritual muito limpo
E todo materno até ele estar nu.
Ele dorme dentro da minha alma
E às vezes acorda de noite
E brinca com os meus sonhos.
Vira uns de pernas para o ar,
Põe uns em cima dos outros
E bate palmas sozinho
Sorrindo para o meu sono.
Quando eu morrer, filhinho,
Seja eu a criança, o mais pequeno.
Pega-me tu ao colo
E leva-me para dentro da tua casa.
Despe o meu ser cansado e humano
E deita-me na tua cama.
E conta-me histórias, caso eu acorde,
Para eu tornar a adormecer.
E dá-me sonhos teus para eu brincar
Até que nasça qualquer dia
Que tu sabes qual é.
Esta é a história do meu Menino Jesus.
Por que razão que se perceba
Não há-de ser ela mais verdadeira
Que tudo quanto os filósofos pensam
E tudo quanto as religiões ensinam ?
Adotarei o Amor
Adotarei o amor por companheiro
e o escutarei cantando,
e o beberei como vinho,
e o usarei como vestimenta.
Na aurora o amor me acordará e me conduzirá aos prados distantes.
Ao meio dia conduzir-me-á à sombra das árvores onde me protegerei do sol como os pássaros.
Ao entardecer conduzir-me-á ao poente, onde ouvirei a melodia da natureza despedindo-se da luz, e contemplarei as sombras da quietude adejando no espaço.
À noite o amor abraçar-me-á, e sonharei com os mundos superiores onde moram as almas dos enamorados e dos poetas.
Na Primavera andarei com o amor lado a lado!
E cantaremos juntos entre as colinas!
E seguiremos as pegadas da vida, que são as violetas e as margaridas!
E beberemos a água da chuva, acumulada nos poços, em taças feitas de narciso e lírios.
No Verão deitar-me-ei ao lado do amor sobre camas feitas com feixes de espigas, tendo o firmamento por cobertor e a lua e as estrelas por companheiras.
No Outono irei com o amor aos vinhedos e nos sentaremos no lagar!
E contemplaremos as árvores se despindo das suas vestimentas douradas e os bandos de aves migratórias voando para as costas do mar.
No Inverno sentar-me-ei com o amor diante da lareira!
E conversaremos sobre os acontecimentos dos séculos e as histórias das nações e dos povos.
O amor será...
Meu tutor na juventude!
Meu apoio na maturidade!
Meu consolo na velhice!
O amor permanecerá comigo até o fim da vida!
Até que a morte chegue, e a mão de Deus nos reúna de novo!
Assim como a semente traça a forma e destino da árvore, os teus próprios desejos é que te configuram a vida.
O amor deveria ser como espelho,
teria que ter reflexo,
pois se é amado
deveria amar
agora se esquecido e não correspondido
apenas sinto muito por você
e procure algo melhor
isso se conseguir achar...
VIVA SEU HOJE...
Assim como há dias de luz, risos e felicidades haverá também dias de sombra, dor e lágrimas, mas tudo será necessário para nos ensinar os valores de cada uma das coisas que viermos a acumular ao longo da vida, sendo assim vamos viver o nosso hoje da melhor maneira possível, pois o amanhã é incerto, o amanhã é apenas um talvez para cada um de nós...
A felicidade, assim como a bebedeira, vai e vem. A felicidade, assim como o sexo, entra e sai. A felicidade, assim como ele, era impossível. Mas não é pra tentar ser feliz que a gente vive?
E lá ficaram, mas não tão entregues como durante a noite. Ela buscava algo e ele buscava algo, ambos furiosos, fazendo caretas; enterrando a cabeça um no peito do outro eles se buscavam e seus abraços e seus corpos arqueados não os faziam esquecer, mas lembrar-se da obrigação de continuar buscando; como os cães raspam desesperadamente o chão, eles raspavam os seus corpos e, desamparados, decepcionados, para alcançar ainda uma última felicidade, eles às vezes passavam à larga língua sobre o roso do outro. Só o cansaço os acalmava e os tornava mutuamente gratos.
E encontrei tanto liberdade como segurança em minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós.
Pensar, pensar
Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de reflexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, não vamos a parte nenhuma.
É difícil fazer alguém feliz,
assim como é fácil fazer alguém triste.
É difícil dizer "eu te amo",
assim como é fácil não dizer nada.
É difícil ser fiel,.assim como é fácil se aventurar.
É difícil valorizar um amor,
assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil parar e agradecer pelo dia de hoje,
assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil se convencer de que se é feliz,
assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil se por no lugar de alguém,
assim como é fácil olhar pro próprio umbigo.
É difícil fazer as coisas certas?
Mas quem disse que é fácil ser feliz?
A MORTE PARA O EU
Quando você for esquecido ou negligenciado,
Ou propositalmente tratado como nada,
E não se ressentir, nem se magoar,
Com um insulto da negligência, mas seu coração,
Se mantiver feliz, por ter sido digno de sofrer por cristo,
Isso é morrer para o “EU”
Quando o bem que faz é tomado como mal
Quando seus desejos são contrariados,
E seus conselhos postos de lado,
As suas opiniões ridicularizadas,
Você se recusa a permitir que a ira se acenda em seu coração
Ou se quer defende-se a si mesmo,
Mas aceita tudo com paciência,
E em silencio cheio de amor,
Isso é morrer para o “EU”
Quando você se satisfaz com qualquer alimento,
Qualquer dádiva,qualquer vestuário,e qualquer clima,
Qualquer sociedade,solidão, interrupção
Segundo a vontade de Deus,
Isso é morrer par o “EU”
Quando você com amor e paciência,
Suporta qualquer irregularidade,
Qualquer desacerto ou qualquer aborrecimento,
Quando você puder enfrentar face a face o desperdício,
A loucura, e a extravagância a insensibilidade espiritual,
E suportar tudo isso como Jesus suportou,
Isso é morrer para o “EU”
Quando você não mais se importar em ouvir as próprias suas palavras durante uma conversa,
E ver boas obras registradas,
E envaidecer-se com elogios feitos,
Quando realmente preferir-se manter desconhecido,
Isso é morrer para o “EU”
Quando você receber correção e censura da parte de alguém
“inferior” a você e puder sujeitar-se humildemente tanto por dentro tanto por fora,
Não sentindo revolta, nem ressentimento, levantar-se no coração
Isso é morrer para o “EU”
Quando puder ver seu irmão prosperar,
Satisfazendo suas necessidades, e em seu espírito alegrar-se,
Sinceramente com ele,
Não sentindo inveja nem cobrando de Deus.
Mesmo que suas necessidades sejam muito maiores,
E suas circunstancias desesperadoras,
Isso é morrer para o “EU”.
FONTE: LIVRO QUATRO REALIDADES
Você é uma pessoa diferente, que tive o prazer de conhecer. É incrível como as coisas surgem do inesperado, foi assim você chegou do nada e conquistou um pedaço de mim. E como um belo dia, que temos certeza que todos os dias vai chegar, eu sei que quando precisar posso contar com você...
... Confesso que sei quando te deixo irritada, mais você sabe esse é meu jeito louco de ser, eu sei que você sabe disso, mais sempre me entende, acho incrível essa paciência que tem comigo. Suporta esse chato que insiste tanto, ah ... você sabe do que estou falando...
... Gosto desse seu jeito lindo de ver as coisas como se comporta quando briga comigo, mas também tem sempre alguém entre a gente né...
... As pessoas vivem procurando motivos pra sorrir, mais você me deu apenas um riso que basta querer e a gente consegue ser feliz, você é uma pessoa única, e especial que tive o prazer de te conhecer. Você é especial pra mim...
(pra você com muito carinho, isso eu digo de coração)
P/ Maya Souza
Não há dúvida de que a memória é o estômago da mente. Da mesma forma como o alimento é trazido à boca pela ruminação, assim as coisas são trazidas da memória pela lembrança.
Não é apenas como general que se conquista o mundo, subjugando-o, mas também como filósofo, penetrando nele, e como artista, acolhendo-o em si e recriando-o.
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