Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
A ironia da vida é correr atrás de algo com todo o coração e não conseguir; e, se conseguir, perceber tarde demais que já não faz sentido.
Os que abre mão da humildade, na verdade, abrem mão da própria vida, porque só os que se mantém humildes continuam respirando.
Não há juízo maior na vida de um ser humano do que sentir que Deus já o rejeitou. Creio que nem a expectativa da morte é tão devastadora para a alma de alguém quanto ser rejeitado pelo próprio Senhor.
Por meio de um único homem, a vida de Paulo e a de milhões foram mudadas. Quem é esse homem? Barnabé! A lição que fica é: dê uma chance a esse jovem que está ao seu lado, pois amanhã ele pode se tornar o Paulo da nossa geração.
Deus nos concedeu o fôlego de vida para que sirvamos uns aos outros. Agora, cabe a você entender como, quando e de quem deve ser servo.
Jesus deu a vida por amor a você e a Paulo; Paulo perdeu a vida por amor a Jesus e à obra. Áquila e Priscila quase morreram por amor a Paulo e a Jesus. Agora, cabe a mim e a você morrer para este mundo por amor a Deus e a Jesus.
Vida
Nasce de uma flor. É apenas mais uma semente de sua espécie.
Cai ao solo, talvez fértil ou talvez árido. Assim já aprenderá que durante toda a sua existência, estará submetida aos fatores “sorte” e “azar”. Nunca em vida saberá exatamente o que significam.
Talvez germine.
Verá ao longo do passar do tempo, muitas alvoradas onde o sol irá presenteá-la com luz, calor e energia.
Assistirá a cada espetáculo do entardecer, sem nunca se cansar de vê-los.
Verá as noites cobrirem com seu manto negro o chão que a acolheu. Em cada uma se deslumbrará com diferentes imagens do infinito, ora apenas vazio, ora forrado de estrelas. Sob a luz da lua, se fará banhar de luar. Será nova, crescente, cheia, minguante...
Talvez cresça, se torne viçosa e adorne a paisagem com seus encantos. Conhecerá muitas espécies de insetos e pássaros que sugarão do seu mel, mas irão lhe fornecer o pólen da vida eterna.
Assim conhecerá o amor e dele fará surgir um novo botão, que protegerá com espinhos, até que se torne uma bela flor.
Assim será, até que suas pétalas percam a cor, o aroma, o brilho e se dobrem, deixando cair ao chão, uma nova semente...
Texto: JRUnderavicius
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" Se emocionar com a vida abnegada e missionária de Jesus e não buscarmos a reforma íntima competente a cada um no dia a dia equivale mantê-lo ainda dentro de nós no trajeto do golgotá à infâmia da cruz. "
" A vida alheia pode nos ser luz em abundância pela paz que devemos realizar ou também ser pela tributação de nossa consciência, o abismo que se compraz em nos atender na similaridade junto às sombras que nos atemos. "
" A Doutrina Espírita muda inteiramente a maneira de encarar o futuro.A vida futura não é mais uma hipótese,mas uma realidade;o estado das almas após a morte não é mais um sistema, mas um resultado da observação.O véu está levantado; o mundo invisível nos aparece em toda a sua realidade prática. Não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa,mas foram os próprios habitantes desse mundo que nos vieram descrever sua situação.Nós aí os vemos em todos os graus da escala espiritual,em todas as fases da felicidade e da desgraça Nós assistimos a todas as peripécias da vida de além-túmulo. "
Allan Kardec.
Temos um grande erro nessa vida é confiar com que as pessoas pensam em seu modo de estar ou na suas preocupações, eu sei que as pessoas não estão nem ai mais prefiro confiar, pois nem todos nós somos iguais, e tem gente que pensa igual a gente, mais tem algumas que não, então cada um oferece o que tem.
Degraus da Vaidade
A vida é feita em degraus,
e cada degrau, uma entrega.
Subimos com esperança,
mas a escada é feita de brumas.
O primeiro degrau brilha com sabedoria,
mas logo aprendemos que saber não salva.
O tolo e o sábio partilham o mesmo pó,
e o tempo apaga ambos os nomes.
No segundo degrau, plantamos com suor,
mas a colheita, por vezes, vai às mãos de estranhos.
O herdeiro não labutou,
mas ceifa o que não semeou.
O terceiro é o do propósito —
mas há planos que não nos pertencem.
O Altíssimo ri dos acúmulos dos ímpios,
que servem, sem saber, aos justos.
O quarto degrau é o sucesso,
espelho dos olhos alheios.
Corremos por glórias vazias,
esquecendo que pó não segura troféus.
O quinto degrau é o da solidão dourada:
o homem que junta, mas não se alegra,
sem mãos que lhe toquem o ombro,
sem olhos que o chamem de irmão.
O sexto é a coroa da fama,
que brilha até o trono se esvaziar.
O povo esquece o nome do rei,
e suas obras morrem com seu eco.
O sétimo é o ouro que nunca basta.
Quem ama a moeda,
nunca ama o bastante.
A alma faminta não se farta com cifrões.
O oitavo é a cobiça —
o desejo de sempre mais.
Mas o que se contenta com pouco
já possui o que o mundo inteiro busca.
O nono é o riso sem alma,
o som dos espinhos queimando em vão.
O tolo se diverte com fumaça,
e não percebe a cinza que resta.
O décimo é o louvor aos perversos:
morrem os maus,
e recebem flores da mesma cidade
que sofreram por seus feitos.
E assim subimos os degraus,
cada um ensinando o peso da vaidade.
Mas mesmo em meio ao vazio,
há sabedoria para quem escuta.
Pois o homem sábio
não nega os degraus,
mas sobe por eles
com olhos no alto —
onde não há vaidade,
só eternidade.
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