Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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Quem trata os outros como ‘lixo’, dificilmente carrega dentro de si material humano capaz de reciclar atitudes e sentimentos.

Assim como a planta é o projeto de uma construção civil, o sonho é um projeto de construção da vida.

Nós ateus somos vistos pela maioria da sociedade como Falsos e mentirosos.

E então, após experimentar o doce sabor dos seus lábios, me entorpeci com o seu amor. Como um vício, desejando mais e mais, logo estava dependente pelo desejo do seu corpo. Apenas fechava os olhos e flutuava, leve, ao sabor dos ventos, em direção ao horizonte inatingível. Queria tocar a lua cheia e chamar o seu nome...

É difícil aceitar o fato que ela não voltará mais, que os seus dias nunca mais será como antes, que nunca mais poderá ver aquele sorriso que alegrava o seu dia-a-dia.

AMOR! COMO EU TE AMO!

Ah! meu amor como eu te amo!
Que eu nem sei como te explicar.
O que sei é que só quero te amar,
Amar! Amar! e eu já nem sei como.

Te amo como um louco, alucinado.
Bem mais que a minha própria vida.
E quero , ter você, sempre ao meu lado,
Meu amor! MInha ternura! Minha querida!

Te amo, como nunca amei ninguém.
E é certo que eu sempre irei te amar.
Porque você é única, e me faz bem.

Amor como este, vi que não tem.
Tão forte que não da pra controlar.
Assim te amo! e hei de amar-te além!...

Elciomoraes

Não existe amizade nem amor como os dos pais pelos os filhos.

Talvez tivesse que ser assim mesmo. Você veio, me deu umas aulas de como gostar de alguém, se apegar e tudo mais, e logo depois foi embora para que eu aprendesse a desapegar também.

Se,
Um dia,
Extasiado pelo tédio;
Eu te pedir o sol
como remédio a minha inquietação.
Não me olhes como se fosse uma criança
E não me digas que não.

Se,
Em noites de platina,
Eu te padir a lua
que ilumina lá do céu a nossa rua,
extasiada, boquiaberta as suas mãos
nas minhas aperta,
E promete-me a lua.

E,
Se ainda.
No horizonte,
O seu olhar passar de monte em monte
e apetecer o mar,
Tú que podes, vês e sabes tudo
abrindo suas assas de veludo
fingues que o vais buscar.
A FELICIDADE.

Rendição

Queria que você me olhasse,
E se esforçasse para me ver como eu sou;
Esqueça o que dizem, perdoe o que julgar imperdoável,
Olhe em meus olhos, não veja cores, estigmas, intrigas,
Dê-me uma chance, se dê uma chance,
De nos tornarmos almas amigas...

Não lute contra o que você não entende,
Não lute para tentar entender,
Aceite o que te ofereço de coração aberto,
Veja que não somos assim tão diferentes;
O mesmo amor se espalha em nosso ser,
Só você não compreende,
Ou não quer compreender.

Nossos caminhos se encontraram por um motivo,
Lutaremos injustamente, friamente, eternamente,
Numa batalha que nunca terá fim;
Pelo que não pertence a você, e nem a mim...

Entregue suas armas, lhe ofereço as minhas,
Renda-se, aceite minha rendição,
Não há vencidos, nem vencedores,
Numa guerra que nunca existiu...

Reconheça que a vida nos uniu,
Para semearmos a paz que tanto buscamos,
Pois nossas diferenças nos fazem iguais,
E é na fraqueza, que nos pune, nos levando a lutar,
Que reside à força para se render, e perdoar.

"Existem vários mundos...

Imagine como é o mundo visto por uma borboleta!...”

Bendita seja a alegria que brota da alma como flores no despertar,
e com muita delicadeza deslumbra beleza por todo o lugar.

Ame...
como se fosse ondas,
amando a areia,
como se fosse o luar
que ama a noite
na lua cheia
Ame...
não tenha nenhum receio,
ame, como o próprio fogo ama
e ele mesmo se incendeia

Como eu sei que te amo?
Basta eu fechar os olhos
Olho dentro de mim e é você quem eu vejo

“Alguém não envolvido com evangelismo é como um bombeiro que corre para um prédio em chamas apenas para ajeitar o quadro na parede.”

Como as ondas do mar, que vêm e vão, num não-cessar descaso, assim são todos os amores.

Não desejei, não planejei, não aceitei nem busquei! O amor veio, e, meu coração sentiu, como nunca sentiu o ardente amor, me laçou!!

Ao final daquela tarde de verão, como de costume, ela foi comprar pães e alguns mantimentos na mesma padaria que frequentava a mais de 20 anos. Caminhava sempre pelas mesmas calçadas, passava pelas mesmas pessoas e as cumprimentava de forma mecânica, baixando a cabeça lentamente sem dirigir o olhar. Eram rostos apenas. Não tinha qualquer contato pessoal com aquelas pessoas. Não sabia seus nomes, de qual família pertenciam, se tinham filhos ou quaisquer outras informações que normalmente se tem acerca dos moradores de uma comunidade. As ruas eram apenas caminhos, rotas de acesso, e as pessoas que circulavam não passavam de meros figurantes de uma cena urbana.
Já em casa, a noite chegou quente como tantas outras de verão. As casas vizinhas mantinham as janelas abertas e dava para ver seus moradores circulando entre um cômodo e outro.
Sentada à mesa da cozinha, habitualmente tomava duas xícaras de café e saboreava os pães com cobertura de queijo e uma pasta de côco. Como um ritual, após o jantar, lavava os pratos e em passos sempre muito lentos, subia as escadas que levavam ao andar de cima da casa. Em outra estação, ia até o quarto de hóspedes e sentava-se numa poltrona coberta com uma manta de linho para ler alguns livros de poesia que guardou da sua adolescência. Porém, o forte calor do verão fazia com que mudasse de quarto alimentando o hábito de sentar-se em frente à vasta janela do antigo quarto do casal, para aliviar-se da alta temperatura pegando a fresca da noite. Abriu a janela e se acomodou na velha cadeira de madeira que ganhou de uma tia quando se casou. Uma almofada no assento e uma espessa manta de lã no encosto, eram suficientes para seu conforto durante as horas que ficaria sentada ali vagando em seus pensamentos.
A velha cadeira de balanço fazia barulho com o movimento causado pelos seus pés que a empurrava contra o chão. A casa em frente, também mantinha a janela do pavimento superior aberta e dava para ver a sombra de uma pessoa refletida na parede como se estivesse sentada e com a cabeça curvada para o alto.
Ela fixou os olhos naquela sombra e passou a indagar acerca dos motivos que levavam aquela pessoa a ficar estática naquela posição, e ao que lhe pareceu, tinha um razoável tempo. Perguntava-se se tratava de sofrimento causado pela morte de algum parente próximo, se estava acometida de doença grave, se o filho tinha ido morar em outra cidade, se esperava alguém que tinha ido embora de casa. Uma série de questionamentos sobre aquela pessoa inundou a sua cabeça fazendo com que a cada minuto aumentasse a sua ansiedade por respostas.
Ele veio vagarosamente e sentou-se num banco de madeira que estava ao seu lado e que servia de apoio para os livros e objetos que sempre levava consigo naqueles momentos.
Olhou para ela e argumentou sobre suas indagações: “Talvez esteja descansando somente devido um dia difícil. Talvez tenha se decepcionado com algo ou alguém no seu trabalho. Talvez tenha um compromisso importante amanhã e se sinta pressionado com isso. Talvez esteja preocupado com a prestação da casa. Talvez esteja apenas ali, esperando o tempo passar. São muitas possibilidades, assim como é a nossa vida. Cada um de nós carrega diferentes sentimentos e muitas vezes os fatos ocorridos no dia aguça alguns, ameniza outros ou surgem novos.
A vida nos oferece inúmeras possibilidades e, em uma ou várias delas, reside a nossa decisão. São nossas decisões que respondem pela nossa condição de vida. Uns são infelizes e outros mantêm-se em estado de felicidade por mais tempo. Tudo está naquilo que você decidiu para sua vida e sempre com base na sua essência. Não adianta buscar tempos agradáveis no campo se você prefere o litoral. Jamais verás, em uma paisagem bucólica, as ondas do mar e nem muito menos colherás conchinhas na areia. Você pode adaptar-se com o tempo, mas, não se adequará e sentirás todos os dias a sensação de que és incompleta. De certo que deve compreender que, toda decisão, como tudo na vida, possui dois lados que se fazem diametralmente díspares. Muitas vezes, para atingirmos a plenitude, os objetivos desejados, temos que derrubar obstáculos que nos causam dores. E as dores podem nos deixar cicatrizes que se expõem aos olhos de todos. No entanto, atingimos o grau de nossa real beleza de ser, a qual, supera qualquer coisa. Observe por exemplo, as rosas, que carregam os seus espinhos, porém, ninguém deixa de exaltar a sua beleza de ser como é.
(M. Godoy - Trecho de As Ruas Invisíveis)

Foto: Google/Imagens

Nunca se arrependa de amar
pois como tudo que vai, volta
o Amor sempre retorna!

Quando eu vejo o seu rosto
Não há nada que eu mudaria
Pois você é incrível
Exatamente como você é
E quando você sorri
Eu até paro e fico
olhando por um tempo
Pois, garota, você é incrível
Exatamente como você é.

Os seus lábios
Eu poderia beijá-los o dia todo se
ela me permitisse.
A sua risada,
Ela odeia, mas eu acho tão sexy
Ela é tão linda
E eu digo isso pra ela todo dia.