Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
“Há dias que duram uma eternidade, e outros que passam como um sopro. Dias que ensinam, dias que dilaceram, dias que curam. Cada dia contém o todo, e mesmo o último ainda carrega o mistério do que fomos.”
”Pensar demais e sentir demais são caminhos distintos para a mesma angústia. O que muda é como lidamos com ela.”
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
3.
Carrego a lucidez como lâmina.
Ela me corta mais do que conforta.
“Resistir em silêncio é aceitar a dor como presença e ainda assim recusar-se a ceder o próprio eixo à dominação.”
“O ciclo do cotidiano como vertigem ontológica”
— por Leonardo Azevedo
O verdadeiro peso da existência não reside na finitude biológica da morte, mas na consciência da repetição. É na experiência reiterada do viver, na mecânica dos gestos diários, que se inscreve o esgotamento do sentido. O despertar para mais um dia não é, em si, um ato de esperança, mas um reinício automático de um roteiro previamente ensaiado: as mesmas perguntas sem resposta, os mesmos rostos carregando máscaras, os mesmos vazios preenchidos por estímulos descartáveis. Este não é apenas o drama do tédio — é a constatação de que a vida, em sua forma bruta, oferece pouco além da permanência do esforço.
Há um tipo de horror silencioso que emerge quando se percebe que a mudança é, na maioria das vezes, cosmética. Que os sistemas se retroalimentam para manter a ilusão de movimento, enquanto o indivíduo permanece paralisado no centro da engrenagem. Não é a morte que assusta, mas a vida que se perpetua sem ruptura, sem catástrofe redentora, sem clímax ou epifania. A angústia contemporânea não nasce da falta de sentido, mas da multiplicação de sentidos voláteis que não se enraízam — como ecos dispersos que não encontram corpo para habitar.
Esse medo da vida não é covardia. É lucidez. Uma lucidez que reconhece que a consciência é, em si, uma maldição e um privilégio. Pois ver com nitidez a própria prisão não garante a libertação, mas inaugura a tragédia do saber impotente. E ainda assim, paradoxalmente, é nessa consciência do absurdo que se pode vislumbrar uma rebelião: a escolha de resistir, não porque há um sentido último, mas porque há dignidade no ato de continuar, mesmo sabendo que a rotina pode não cessar — e que a liberdade talvez não seja romper o ciclo, mas encará-lo de frente, sem se anestesiar.
”A casa, como arquétipo, representa o Eu. Limpar, reformar, descartar ou reacender cores internas não são apenas gestos domésticos, mas simbólicos: aludem à jornada de individuação. A alma, muitas vezes escondida sob a desordem, pede renovação. A fachada, tal como a persona, pode enganar; mas a sombra se revela nas tramas do interior. E por isso, esta conversa não trata de imóveis, mas da psique.”
”Assim como o homem é semente, a mulher é terra fértil. Mas nem toda terra acolhe, e nem toda semente está pronta. O florescer exige o encontro certo.”
Te quero como um presságio de um futuro bom, te quero com o desejo de todos os dias te ter dentro de mim sempre mais, te quero mais do que qualquer outra um dia quis, te quero mais do que você imagina.
Se prepare para mim, meu amor, pois te aguardei desde sempre dentro de mim... Agora te espero, apenas espero que chegue bem e cheguei logo, chegue pra mim.
Como reconstruir algo que foi perdido no tempo, reconstruir sentimentos, sensações, confiança, prazeres.
Como parar de sentir dor, a dor de algo que é inevitável, um áudio inaudível, um ato devastador.
Irei eu transgredir a efemeridade? Ou deixa-la ser parte de mim?
Que as lágrimas que hoje escondo, dentro de um soluço interno de coragens pedindo socorro, não me sufoquem, mas que me levem por esse mar ao destino certo.
Quando escrevo posso sentir, um alívio cerebral, eu consigo sentir um conforto na alma. É como se escrever fosse um calmante para o corpo e mente.
Temos tudo oque precisamos, mas como somos gananciosos e imperfeitos queremos sempre mais, e melhor.
Aos meus amigos eu digo-lhes, gratidão !
Por ser bom com alguém como eu, que nunca teve nada a oferecer, além de humildes obrigado.
Liberdade ou fuga eu não sei qual é mais perigoso, só sei que ambos são oferecidos como uma recompensa.
Não defina uma pessoa como boa por causa dos bons atos que lhe convém, para que no momento de recusa, você a defina como uma pessoa ruim, só porquê isso não lhe convém.
britanni: ele fez tudo por ti e tu partiste-lhe o coração
alvin:como eu vou te dizer isto ele é um demónio não tem coração e uma das coisas que ele fez por nós foi pornos em gaiolas
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