Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
A desigualdade se apresenta como acaso, mas se perpetua como (e com) uma engenharia refinada de privilégios.
A vitalidade se manifesta como permanência lúcida:
uma recusa silenciosa em ceder
à erosão do sentido.
Cada resposta leva ao dobro de questões,como uma passagem que se abre para infinitos caminhos, prontos para lhes deixarem perdidos, prontos para lhes deixarem loucos...
Talvez buscamos a felicidade onde não está, mais como saberemos onde ela está,ou que temos que fazer por mereçer o tempo há de dizer, muitos não encontram más morrem tentando.
O amor é algo complexo, ele começa assim... um raio atinge o coração, e dispara como um rifle, e brilha, brilha mais que uma estrela.
Talvez ela tenha medo de eu não querê-la, já que não posso tê-la. Assim. Como éramos. Ela não quer me amar, mas também não quer me perder. Ela quer que a gente fique numa boa. Como antes. Mas não existe mais garantia. A gente vai ficar numa boa, tento prometer. Tomara que eu esteja certo."
O processo era como descer até o fundo de um poço, subindo lentamente, agarrando-se à parede com as unhas, sofrendo, sofrendo sempre.
Lá dentro: no germe, no miolo, no núcleo mesmo da coisa,uma dor profunda, latejante, como se aquele conteúdo já não coubesse no invólucro córneo.
"Felicidade é um estado de espirito. E, como todo o resto, requer prática. Dedique 5 minutos do dia a sorrir. Simplesmente sorrir. E depois de um instante, virá naturalmente."
É incrível como as pessoas conseguem ser cruéis ao ponto de culpa-lo por só saber obedece-las. Somos nós quem não sabemos escolher quem amar, e somos nós quem o amaldiçoamos. Ao não sermos capazes de aceitar a culpa, de amarmos quem não merece, culpamos o AMOR, dizendo que nos traiu (O amor não tem olhos, ele apenas obedece ao que tu o levas a sentir), coitadinho do AMOR.
Mas Amor, eu Coração, conheço-te a ti Amor, as tuas graças e maldições (Pela culpa que te jogam).
3. Como é que se pode conhecer Deus apenas com a luz da razão?
A partir da criação, isto é, do mundo e da pessoa humana, o homem pode, só pela razão, conhecer com certeza a Deus como origem e fim do universo e como sumo bem, verdade e beleza infinita.
5. Como se pode falar de Deus?
É possível falar de Deus a todos e com todos, a partir das perfeições do homem e das outras criaturas, que são um reflexo, embora limitado, da infinita perfeição de Deus. É, porém, necessário purificar continuamente a nossa linguagem de tudo o que ela contém de imaginário e imperfeito, na consciência de que nunca será possível exprimir plenamente o infinito mistério de Deus.
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