Coleção pessoal de Vinischuartz

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⁠A queda antecede a renovação de ciclo.

⁠Sorrisos ferem o depressivo.

Se as pessoas invés de tentarem se encaixar em estereótipos que a sociedade impõe, focassem em se autoconhecer, talvez o mundo fosse melhor, constituído de pessoas mais autênticas e menos artificiais.

Carência emocional é sinônimo de falta de amor próprio. Quem não se atura depende de companhia toda hora, uma eterna fuga do próprio eu.

⁠Arte que não subverte é produto.

Fui além do signo, redirecionei meu destino, me posicionei perante o texto bíblico; artifício da mente que mente, dessa disputa não saio ileso; me encontro preso em meus pensamentos, dor e lamentos, fraqueza por dentro, expus, meu direito; revelei o segredo; atrás das cortinas, nos bastidores o enredo, todo mundo tá vendo; são mais do que palavras; são vidas perdidas em meio a um sistema que se alimenta de sonhos. O que vejo eu exponho: corrida de ratos, fato, mais do que seu perfil no insta, esquema tático; prático como a rotina, sina. Quem é que contabiliza mais uma vida perdida? Não aguento mais sufocar o que tenho por dentro. Cultura do deboche, sociedade dos fantoches. Terras demarcadas por donos em seus tronos, vassalos, cavalos. Documentos que comprovam atos que foram ocultados.

⁠De tanto obedecer, adquirimos reflexos de submissão.

Vivemos em tempos onde um pedaço de cadáver, gordura transgênica, glúten, sódio e derivados cancerígenos são considerados alimento.

À primeira vista, a mercadoria parece uma coisa simples, trivial e evidente, porém, analisando-a, vê-se complicada, dotada de sutilezas metafísicas e discussões teológicas.

“O urbanismo é a tomada do meio ambiente natural e humano pelo capitalismo que, ao desenvolver-se em sua lógica de dominação absoluta, refaz a totalidade do espaço como seu próprio cenário.” - A sociedade do espetáculo.

⁠Meu otimismo está baseado na certeza de que esta civilização vai desmoronar. Meu pessimismo em tudo aquilo que ela faz para arrastar-nos em sua queda.

⁠Todo dia é dia de embebedar cavalos.

Cuidado pra não dar corda pra quem quer o seu pescoço.

⁠A liberdade no seu mais alto grau é a morte.

Deus, me livre de assuntos rasos que me tiram a visão da profundidade do drama vivido. Troquei minhas vestes, saí pra ver se me reencontrava, mal sabia eu que havia deixado minha alma em casa; então era dela que eu fugia? Era uma fuga na esperança da carta de alforria, libertar meu próprio ser do ego que o controla.Há momentos no dia em que eu o observava, a cada reflexo lá ele estava, aquele que escolheu por qual caminho eu seguiria, só não me avisaste das consequências dessa vida escolhida.

⁠Existe uma distância grande entre quem eu sou de fato e quem as pessoas conseguem ver.

Eu acho que rir de tudo é desespero.

O defeito da ignorância não é o mal, essa é uma consequência, o defeito é não escutar e nem ler.

Nunca fui bom de caçar assunto, só quero falar do que tem me atormentado: aquilo que imagino e fatos do passado, mas isso enche quem já tá atormentado. Alma vive separada,

⁠Simplividade, vida prática, humildade , vida didatica, quando lembro da infância me emociono, de todos meus problemas ou rezo ou soluciono, cumplicidade na relação é essencial, vida minha, vida sua, o que importa é o essencial. Trágico ver quem existe apenas por obrigação, não quer viver, é só apertão o botão, aquele que revela o segredo, almejo mais do que vejo, me revisito por dentro, amor, dor e lamento lamento. Olhos que observavam a essência do ser. Meu nome Deus prazer. Filosofia de uma vida sofrida, calamidades da vida, não sabe o porque de sua vinda. Vida aflita, sofre e agoniza. Principiante no estágio avançado, milimetricamente alterado, fisiologia da alma, tempo cicatriza meu trauma.