Coleção pessoal de Vinischuartz
Desconfigurei a razão, o valor de Cristo é o perdão, sinfonias da alma, dilemas que me fizeram ser alguém, mantive a conduta sempre de quere fazer o bem, nas minhas falhas encontrei canalhas que apodrecem meu ser, centro do universo, dinâmica ancestral, choque entre realidade em propulsão, lentamente na contente sunguinea, fragmentos da verdade, ocasião promove o problema, ah preconceito em tudo que não aceito, ignorância, mania de querer ser, franqueando enigmas. Vida que termina em si mesma, avançando no contato, repiranso analisando o cardápio, menti quando falei que Maomé prouvparia com a sua opinião.
Somos deuses de nossa própria criação. Em nossas vidas, existe apenas o eu. O mundo é um deserto, a realidade externa é composta por luzes modeladas pela mente.
Líderes atuais leem o Príncipe de Maquiavel para aprender como manipular seus súditos e escravos em prol do seu sucesso pessoal.
Quem só olha pra fora se perde. O valor da vida se sente, não se mede; o sentido da vida habita no vazio da alma: na a alegria e no trauma, brinquei com as palavras, destravei minhas travas, canalhas, derrubei uma muralha, somos mutação do nascimento a cova, nossa essência está na inocência, ciência, decência; concreto, petróleo, poluição, apropriação de fontes de energia, hierarquia, ego, juíz batendo o martelo, da corrente um elo, imagine vida boa, perdendo tempo atoa, liberdade, humildade, vaidade, verdades, cansei de ter que esperar pra viver, sou atemporal, descarga elétrica que corta o céu, problemas são artefatos cortantes, com eles faço malabares e tiro o livro da estante, conhecimento absorvido, a meta é viver mais um instante, semblante, é hora do soldado viear seu próprio comandante. Sorria, chore, fale, se cale, medite, sinta e cante.
Tive que morrer pra poder renascer, fiz um trato com minha vida, parar de querer ser feliz, quanto tempo na busca me tornou infeliz, a vida é simples, é um momento de alegria pra cinco de tristeza, o mundo quer que você sorria, por conta do seu bolso, cheguei no rei logo a fuga do calabouço, quando me calo, me ouço, eu jogo e pu torço, me dediquei com esforço, o tempo passou e eu não vi ou pra que assim fosse eu torci, logo tudo perde a graça, tomei meu próprio sangue em uma taça, logo depois da minha alma ser arrancada, viver é ter um ofício, morar em um quadrado ou retângulo sendo parte de um conjunto.
Nego-me a mudar minha personalidade pra me encaixar na sociedade, vou fazer ela mudar pra aceitar quem eu sou de verdade.
Cansei de questionar, agora quero viver. Mas o que é viver? Veja, essa é a ideia de que nós somos criadores da nossa própria realidade, mesmo que ela já esteja escrita em algum tempo no espaço. Por isso o sábio aceita a realidade como é pra se
manter em estado de ataraxia, fazendo com que dessa forma encontre um objetivo real para sua própria existência.
