Coleção pessoal de valdir_junior_5

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O próprio narcisista se esconde sob o manto da religião para que sua arrogância seja confundida com autoridade espiritual.

Nada é mais perigoso que o narcisista que se sente ungido: ele não comete erros, apenas 'cumpre propósitos'.

Para o narcisista religioso, o 'Espírito Santo' é apenas o nome que ele dá à sua própria intuição e vontade.

O evangélico narcisista não adora a Deus; ele adora a ideia de ser o escolhido de Deus.

A caridade narcisista não busca ajudar o necessitado, mas sim garantir a foto para mostrar o quão 'abençoado' ele é.

Quem usa a doutrina para se sentir superior aos outros não entendeu a graça; apenas alimentou o próprio ego.

O narcisismo evangélico se esconde atrás de uma 'falsa modéstia' que só serve para atrair elogios à sua própria espiritualidade.

Substituir a cruz pelo espelho é a forma mais sutil de abandonar o verdadeiro cristianismo.

O maior pecado do religioso narcisista é acreditar que ele é o padrão de santidade pelo qual o mundo deve ser julgado.

No narcisismo gospel, Deus não é o Senhor, é o assistente pessoal de quem ora.

O narcisista usa a Bíblia como escudo para suas falhas e como espada para as falhas dos outros.

Não confunda convicção de fé com a incapacidade narcisista de ouvir o próximo.

Quando o altar vira um palco e o fiel vira um fã, o Evangelho deu lugar ao narcisismo.

O narcisismo religioso é a arte de transformar o 'assim diz o Senhor' em 'assim eu quero'.

O verdadeiro Evangelho é sobre serviço; o narcisismo religioso é sobre ser servido e validado.

A religião, nas mãos de um narcisista, vira uma arma de controle e não uma ferramenta de libertação.

Muitos trocam o 'negar-se a si mesmo' pelo 'exaltar-se acima de todos' em nome da fé.

Cuidado com quem prega o amor, mas exige adoração; quem fala de humildade, mas não aceita ser questionado.

O narcisista evangélico não busca a glória de Deus, mas usa o nome de Deus para validar o seu próprio ego.

Não há nada menos cristão do que usar a Bíblia como um espelho para admirar a própria 'santidade' enquanto se diminui o próximo.