Coleção pessoal de valdir_junior_5

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Como o horizonte, o amor é um mistério: quanto mais caminhamos em sua direção, mais ele se expande diante de nós.

O amor é um mistério que não deve ser decifrado, mas vivido em cada batida do coração.

Você não é apenas o melhor capítulo do meu livro; você é a razão pela qual eu decidi continuar escrevendo.

Se eu tivesse mil vidas, em todas elas eu gastaria meu primeiro fôlego tentando te encontrar de novo.

O mundo ficou muito mais silencioso depois que eu conheci a sua voz, porque agora tudo o que eu procuro é o som do seu coração.

Existem caminhos que a gente escolhe, e existem destinos que escolhem a gente. Você é o meu destino mais bonito."

A ferida está aberta agora, mas é por ela que a luz finalmente vai entrar e me mostrar o caminho de volta para mim.

Estou recolhendo os meus cacos. Vai demorar, mas prefiro ser um mosaico quebrado do que uma peça inteira no seu jogo.

O meu silêncio não é ausência de sentimento; é o cansaço de tentar explicar a dor para quem a causou.

Cuidar de uma ferida causada por quem deveria ser o curativo é a solidão mais profunda que existe.

Você virou a página, mas esqueceu de me avisar que a história tinha acabado.

Amar você foi como ler um livro sabendo o final, mas torcendo a cada página para que o autor tivesse mudado de ideia.

O problema de dar o meu melhor para a pessoa errada é que, agora, o que sobrou de mim parece insuficiente para a pessoa certa.

Dói perceber que eu era um oceano inteiro para alguém que só queria molhar os pés.

O tempo pode desgastar, mas não destruir. Nosso amor tem a alma da fênix: morre em saudade para renascer em presença, sempre eterno.

Amor eterno não conhece o fim; ele ressurge das cinzas com a força de uma fênix.

Onde muitos veem o fim, o nosso amor encontra o recomeço. Como a fênix, ele renasce das próprias cinzas para provar que a eternidade é o seu único destino.

O amor verdadeiro é imortal: ele nunca morre, apenas ressurge das cinzas como uma fênix, ainda mais forte e brilhante.

A estrutura do poder sempre se sustentou em um pilar duplo: a força do exército e o terror do inferno. Sem o medo de Deus, o povo já teria derrubado os reis há milênios.

O trono e o altar são as duas lâminas da mesma tesoura que apara as asas da liberdade popular: um governa pela espada, o outro pela culpa, e ambos prosperam sobre a ignorância das massas.