Coleção pessoal de usuario101109

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Poeminha Sentimental

O meu amor, o meu amor, Maria
É como um fio telegráfico da estrada
Aonde vêm pousar as andorinhas
De vez em quando chega uma
E canta
(Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!)
Canta e vai-se embora
Outra, nem isso,
Mal chega, vai-se embora.
A última que passou
Limitou-se a fazer cocô
No meu pobre fio de vida!
No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo:
As andorinhas é que mudam.

Aquilo que provamos quando estamos apaixonados talvez seja o nosso estado normal. O amor mostra ao homem como é que ele deveria ser sempre.

A imaginação é mais importante que o conhecimento, porque o conhecimento é limitado, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.

O amor é quando começamos por nos enganar a nós próprios e acabamos por enganar a outra pessoa.

O amor é como fogo: para que dure é preciso alimentá-lo.

Na vida do homem, o amor é uma parte, na da mulher, é toda a vida.

É inútil obter por piedade aquilo que desejamos por amor.

Quiseste expor teu coração a nu.
E assim, ouvi-lhe todo o amor alheio.
Ah, pobre amigo, nunca saibas tu
Como é ridículo o amor... alheio!

O amor é como a guerra; fácil de começar e muito difícil de terminar.

Amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor.

O amor começa quando uma pessoa se sente só e termina quando uma pessoa deseja estar só.

Amor
Quando duas pessoas fazem amor
Não estão apenas fazendo amor
Estão dando corda ao relógio do mundo

A medida do amor é amar sem medida.

Vós, que sofreis, porque amais, amai ainda mais. Morrer de amor é viver dele.

O amor é uma flor delicada, mas é preciso ter coragem de ir colhê-la à beira de um precipício.

No homem, o desejo gera o amor. Na mulher, o amor gera o desejo.

O amor perfeito é a mais bela das frustrações, pois está acima do que se pode exprimir.

Amai, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido.

Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o amor toma conta dele.

A distância faz ao amor aquilo que o vento faz ao fogo: apaga o pequeno, inflama o grande.