Coleção pessoal de TiagoScheimann

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Triunfo só existe quando cabe no olhar de quem sofreu e ainda assim sorri.

Cada batida do meu coração é uma nota em luto pela vida que não terei se não for a teu lado.

A riqueza me exaure, é na simplicidade deste nosso encontro que reside a verdadeira fortuna.

Nesta noite de luar, somos apenas dois vultos buscando calor em meio a sonhos e quimeras.

Guardo o segredo do meu amor selado em mim, como um tesouro que só a morte pode libertar.

A luz que espero não é a do sol, mas a que brilhará no momento em que eu te fizer minha.

Prefiro a agonia deste tormento de amar do que a paz fria de um coração que nunca pulsou.

Eu vivo. Isso é o bastante para um poeta cujo ofício é transformar a dor em beleza.

Se o destino não me permitir este amor, que o rio da desilusão me engula por inteiro.

Minha vida é uma ópera em que só tu podes cantar o ato final da felicidade.

Olho as estrelas que tremem de amor e de esperança, e sei que a tua alma as espelha na escuridão.

O amor não é uma escolha, mas um precipício: ou se vive por ele ou se cai para o eterno silêncio.

Se o meu nome é um mistério, que ele seja revelado apenas no calor do teu primeiro beijo.

A resistência mais rara é feita com leveza, permanecer inteiro sem esmagar ninguém.

A alma resiliente aprende os ritmos da queda e da ascensão: quando ceder, quando puxar.

Minhas palavras de alerta caíram como gotas de chuva silenciosas, incapazes de alcançar aqueles que eu tentava ensinar.

Fé é continuar a plantar mesmo com frio na alma, dedos entorpecidos e céu fechado.

Se existe uma composição preferida na música clássica? Tenho muitas, de Beethoven, Rachmaninoff, mas a que mais me toca, a que realmente amo é um prelúdio, que foi Inspirado pelo inverno chuvoso de Maiorca e por um estado febril no isolamento de um mosteiro, Frédéric Chopin eternizou a melancolia da chuva constante na nota repetida de seu famoso Prelúdio "Raindrop" (Op. 28, No. 15).

O silêncio bem usado é ferramenta precisa: afina o pensamento e sutura palavras que feriram.

A dor é um idioma, nomeá-la devolve silêncio ao que antes era ruído antigo.