Coleção pessoal de TiagoAmaral

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Os espinhos que me feriram foram produzidos pelo arbusto que plantei.

Do romantismo ao beat do beat ao romantismo. E a sim vou vivendo, vivendo de poesia.

Não te trouxe uma rosa pôs no caminho não achei
nenhuma tão quanto linda quanto você.

Lua, Amor

Lua, olha dentro dos meus olhos.
Veja e sinta uma eternidade...
De puro sentimento por você.
Lua, amor você nasceu pra mim.
Já estava escrito nas estrelas,
que esse amor não tem fim.
Lua, amor deixa eu ser o seu anjo,
deixa eu cantar pra você.
Lua, amor como queria
abraçar você...
Já estava escrito nas estrelas,
que você é o meu paraíso.
Que me prenderia no feitiço
do brilho do teu olhar.
Lua, amor tudo era vazio sem você,
até que você apareceu e acendeu
e tomou pra você meu coração.
Lua, olhar dentro dos meus olhos.
Veja e sinta o que já estava escrito
nas estrelas, que a dona do meu
coração seria você.
Lua, difícil é imaginar a vida
sem você, sem sua luz, pra
iluminar meu coração.
De pensar em te perder ou tentar
te esquecer, sendo que meu sonho
é você, lua, amor.

Coisa pura vinda da humanidade é a bondade. O resto é desgraça e depravação.

Quando ela fala os anjos param para escultar, o som que da tua boca exala.

Vergonha de chorar jamais se deve, pôs cada lagrimas lava a alma.

Tua boca e teus lábios é a rosa que meu coração almeja e deseja.

Trago mil rosas pra você que mesmo roubadas foi por amor.

Lua, difícil é imaginar a vida
sem você, sem sua luz, pra
iluminar meu coração.

É comum os anjos amarem os demônios, mas os demônios não amarem os anjos.

Se deixasse eu te amar nem que fosse por um segundo. Teria eu então o melhor segundo da minha vida.

Musa Gloriosa

Que o meu amor por ti me faz
crescer, além de mim.
Como pode existir uma dama
tão bela ? Cuja a beleza e o encanto
estar além da primavera.
Me fazendo suspira então pela
eternidade, oh, musa gloriosa!
aquém meu coração almeja.
Brilha o teu olhar que brilha
em mim a luz da inspiração.
Em doces canções de amor que
os anjos comigo cantam.
Sem dúvida a fortaleza do amor é
o tempo, que quanto mais passa,
mas eu te amo e te desejo.
Desejo de alma para alma, cuja
alma a te, ama, tanto quanto o amor,
livre no infinito ou seja para sempre.
Que permeei pelas areias do tempo
o meu amor, por ti, te eternizando
em meus versos.
Oh, Musa gloriosa, sempre que
A vejo em meus sonhos, penso,
sinto, lembro de como eu te amo.
Oh, musa gloriosa, oh, meu amor
onde estás? Que saudade me faz.
Que não duvide do meu amor por ti,
que pela eternidade vive, musa gloriosa.

Inconscientemente Consciente

É caminhar a esmo como um animal ferido.
Um corte de navalha no calcanhar, um tiro
de rifle na perna.
Oh gloria dos doentes corrompidos, onde estás?
Por essas ruas desertas? Por essas calçadas frias?
Na busca de conhecimento em um vazio constante.
Corpo condenado, vagando sem espaço algum,
no vácuo de um lamaçal ondulatório.
Carniça podres agonizam pela cidade
a vida que lhe foi tirada.
Nascemos condenado a viver, sim a viver.
Um poeta revoltado, revoltadas distorções
em forma de letras e palavras.
Então não me procure, que ninguém me procure,
porque não tenho nada para oferecer a ninguém.
Além de poesia e arte, além de minhas próprias
loucuras e paixão.
Sou um marginal e problemático intelectual.
Apaixonado pela vida, apaixonado por uma mulher.
Viva a liberdade, viva todo tipo de liberdade.
O homem nasceu para ser livre, livre nessa
imensidão, livre nessa grande imensidão.
Em baixo desse punhado de estrelas.
Em baixo desse céu azul, azul que os olhares
loucos e apaixonados fitam, fitam na mais
louca paixão; acidez...
Que só os loucos tem, loucos por amar, loucos
por sentir, loucos pela vida, loucos para serem
socorridos, loucos para por pra fora, o que só
a alma senti.
Loucos por desejarem, loucos por desejarem
a si mesmos, na mais pura intensidade.
Brilhando-se como vaga-lumes, queimando,
queimando intensamente como, estrelas,
perdidas no universo.
Porque somos mentes, mentes pensantes,
inconscientemente consciente.
Por quer somos almas, simplesmente almas,
que queima, que reluz, na mais pura louca
intensidade.
Queria acordar um dia e ver feliz o clarão
lindo do sol e seus raios caindo, tropeçando,
descendo acelerados, como ouro derretido,
sobre todo chão verdejante, um belo dia azul.
Do meu lado só queria uma garrafa gelada
de vinho e talvez minha amada.

Sinuosa Morena

Sinuosas linhas sobre
minha cama, de tão
sinuosas, que me tirava
a seriedade e me enchia
de admiração.
Era o corpo dela, linda.
Preciosa pedra de talismã.
Sinuosas linhas que me atrelava
até o fundo da alma.
Doce menina, a sonhar,
a suspirar, ao dormir lindamente.
Beijaria, beijaria teu corpo nu,
teus lábios, tua rosa, tua flor.
Em baixo desse céu cheio
de estrelas lá fora, ela
também me faz sonhar.
Viajando de antemão...
De olhos abertos então, em um
mundo de sonhos, tão
doce feito mel.
Feito do teu, ar, do teu cheiro,
da tua doce e encantadora
beleza, Carolina.
Encantadora pedra de
Rubi, aquém meus olhos fitam,
no mais profundo e sublime mar.
De amor e de desejo por
uma linda e sinuosa, morena.

A juventude é uma das passagens mais bela da vida. Mas chegar a velhice é uma mostra de sabedoria.

Pensamentos Ondulatórios

O corte da navalha
sobre os fios dos girassóis.
Queima as linhas horizontais
sobre a cruel e fria
tempestade de outrora.

Tempo, passado, remoto.
A vingança sobre a curva
das estradas.
Os olhares dos corvos
sobre a escuridão do
amanhecer.

Triste, triste testemunhas,
que agonizam as dores
da vida, nos olhares trêmulos
da morte.
Grotescas espumas
marítimas,
sobre as ondas do mar.

E o uivo a soar alto.
No corredor das longas
clarezas das noites sobre o
luar.
Sem pensamento
ondulatórios para pensar,
nesse vazio desgastante.

Perplexo Começo

Abandonai tudo.
Abandonai a morte.
Abandonai a vida.
E seguir em frente...
Com um sorriso
pálido, com um
semblante gélido.
Perplexo com o
começo.
Rumo ao nada.
completamente nu.
Deixado por esse mundo
de desgraças e pesadelos.

Minha Eurídice

Minha amada aquém o vento
traz em forma de inspiração...
Como uma suave brisa de verão.
Fonte de toda essa inspiração.
Que a sim como, Eurídice,
a morte levaste em bora.
Levaste o doce frescor do seu hálito,
mas manteve intacta tua beleza,
que só o tempo levará.
Entristece em mim a vida e
também meu coração.
Minha alma chora com razão,
Carolina, minha Eurídice.
Minha lira perde-se a paixão.
Em cada nota que forma a canção.
Tão pura ela era como uma gota
de orvalho. E linda como uma
eterna rosa desabrochando.

Tão pura ela era como uma gota de orvalho. E linda como uma eterna rosa desabrochando.