Coleção pessoal de SusannaAlmeida

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Eu acredito em recomeço... Acredito em boas intenções, em pessoas do bem... Acredito em voltas, reviravoltas, efeitos bumerangue e dominó. Acredito que as coisas não são frutos do acaso, e, sim, acredito que haja um propósito que não nos é dado a conhecer. Acredito em anjos, acredito em fadas pelos feitos dos seus contos e, pela teimosia de querer ser feliz para sempre, porque acredito em ser feliz!

É deprimente habitar um planeta, onde os desmandos que acontecem deixam à mostra o quanto a humanidade - de quem muito se espera - está carente de lucidez...

Acredito, sempre, que posso virar a esquina e dar de cara com alguma mudança fenomenal daquelas que viram a vida da gente de cabeça para baixo, onde o nada deixa de ser nada para virar tudo.

O Universo foi previamente planejado pelo Ser que o criou. Nada ficou em desarmonia; nada foi esquecido...
É preciso dar valor às coisas que realmente tem valor... Momentos têm valor e eles são tão transitórios que quase não os percebemos passar, e há vazios em nós aqui e ali a serem preenchidos com sua magia...
Não precisamos ficar batendo em teclas gastas que já não produz mais nenhum som... A vida e a fugacidade de seus momentos esperam por nós...

Somente o tempo desfaz o que é duvidoso... Desmascara o embuste e dá a cada um o seu quinhão de credibilidade. Não importa o quanto tenhamos ensaiado nos palcos da vida. Haverá sempre o perigo de tropeçar no tablado. Não somos perfeitos; não estamos acima do bem e do mal.

A ignorância nos traz à tona, coisas as quais custa acreditar que podem morar dentro de nós...

... e não importa como esteja o dia. O sol faz sempre a mesma trajetória. Mesmo que a gente não consiga enxergá-lo pelo mau tempo, ele ainda estará lá...

[...] sempre digo a mim mesma: Você não tem o controle das coisas; deixe que elas sigam seu curso. Aliás, você não tem o controle de nada; nem da sua vida. Hoje você está aqui... Amanhã quem sabe? Mas eu não me dou ouvidos; e se dou, não sigo o script, alienada que sou...!

- Ah, Diretor, deixe-me improvisar só uma vez, vai? Antes que termine este espetáculo!

Não seremos nós a julgarmos nossos erros, visto que, estamos todos no mesmo barco, igualmente, sujeitos a erros talvez mais grosseiros, vá saber, pois o dia de acertarmos as contas ainda não chegou... Toda ação gera uma ação contrária. Certamente, nossos erros serão por nós mesmos corrigidos. Se não for nesta vida, seguramente o será em - muitas - outras, até a expurgação total de todos eles.

Ela pensou em dar seu coração, mas ele não era compatível com nenhum sonho sonhado. De tão comum que era de seu só tinha lealdade; só tinha bem querer...

Renascer das cinzas...
Sempre!
Ainda quando pensarem:
Acabou-se...
Esvaiu-se...
Derreteu...
Ainda assim, renascer...

Reintegrar-me,
quando menos se espera...
Pode demorar um pouco,
Até cessar o fogo
Das dores incandescentes
Mas, sairei quase ilesa,
quiçá, chamuscada!
Com uma asa partida...

Porque sou Fênix!
Já renasci tantas vezes
das cinzas das minhas dores,
que descobrirei um meio (...)

Às vezes é preciso desistir de teimar... E, se deixar murchar... E secar... Parar de tentar encontrar um lugar entre as rachaduras do chão... É talvez o único modo de nos mantermos a salvo...

Que o muito seja pouco, porque você merece o mais! Abandone o que for insignificante na sua vida e foque apenas naquilo que lhe fará bem. Esqueça tudo o que for pequeno, se nada lhe acrescentar! Lute pelo grande! Caminhe lado a lado com o que lhe acrescenta brilho; chega do opaco; do leitoso que pode diminuir-lhe a luz, e, impedir você de enxergar coisas grandes...

Não era para ser pra sempre...
Da mesma forma,
não era o tempo de uma chuva de verão...
Não era para ser eterno,
Se somos efêmeros...
Passageiros em agonia
de uma vida em movimento que não para!
Como o vento
que rasgando, passa
e leva todos os anseios
das perguntas sem resposta...
Das incertezas do amanhã...
Das horas do dia nos dedos
contadas
Em que a saudade bateu forte
consumindo-se no que foi
e não voltou...
Vou buscar o que foi
E não voltou...
Porque preciso do que foi
E não voltou...

Ao passar, passante, não 'viaje'!

Passe devagar, admire a paisagem...

Pise leve, leve o que puder!

Leve flores breves!

Leve cores leves,

leve uma cantiga

a uma antiga paixão...

Penso que há três versões da verdade. Há a verdade na qual acreditamos, com base no que vemos e percebemos. Há a verdade, na qual querem que acreditemos - a verdade do outro, do modo como ele a vê - e, há aquela verdade que existe independente do que acreditamos... Independente da minha ou da sua verdade. Sem especulações, ela vem de encontro, desmascarando, embora, nem sempre se mostre, permanecendo escondida, às vezes, pelo tempo de uma vida... Mas, existe, ninguém lhe tira o crédito nem o mérito... Está lá, em seu tempo e espaço, inquestionável!

A minha alma,
com o poder que lhe foi dado,
das serpentes,
te encanta, mas não sentes,
não te deixas encantar...
A minha alma,
clama-te a qualquer hora!
Noite e dia, tanto faz,
com o sol ou com a lua...
Clama pela alma tua
e não me ouves clamar...
Ou ouves, quem sabe...
e fazes pouco!
Como um louco, insano ser,
segue meu grito abafado,
noite adentro e dia afora...

O perfeito não existe. O adequado pode ser tentado, mas às vezes não se encaixa. O bonito da coisa toda é a procura incessante que nem sempre se concretiza. Mas a esperança, esta não se perde, ela nos acompanha, pois, cada dia é um dia diferente. E, embora feito iguais, nós o tornamos diferente ao abrirmos os olhos todas as manhãs... A gente nunca sabe como ele termina... Sempre espero pela mudança, ali, na próxima esquina. Um dia dou de cara com ela...

Enquanto alguns querem ser; outros são. Nada sutil diferença...

Há sonhos, sempre haverá sonhos que ainda estão em nosso subconsciente, esperando para serem realizados. Podemos desenhá-los, como fazem as crianças, mas, já passamos da época da inocência.
Hoje, os Contos de Fadas, estão desmistificados, para nós que já crescemos. Os ‘finais felizes’, dependem em parte das nossas escolhas. Hoje, ‘os dodóis’ não se curam mais com beijinhos e assopros.
Hoje, cabe a cada um de nós, cuidarmos das nossas dores e, enquanto cicatriza a nossa, cuidar também das dores do planeta, pois somos responsáveis por ele e por todas as criaturas que nele habita - estava no pacote 'cuidar' - enquanto por aqui estivermos!
Hoje, cabe a cada um de nós, preenchermos as páginas que nos forem entregues a cada dia e, cabe a nós, a cada dia fazermos o melhor possível.