Coleção pessoal de SilvanaClaudia
Certas palavras podem dizer muitas coisas;
Certos olhares podem valer mais do que mil palavras;
Certos momentos nos fazem esquecer que existe um mundo lá fora;
Certos gestos,parecem sinais guiando-nos pelo caminho;
Certos toques parecem estremecer todo nosso coração;
Certos detalhes nos dão certeza de que existem pessoas especiais,
Assim como você que deixarão belas lembranças para todo o sempre:
A música cria para nós um passado que ignorávamos e desperta em nós tristezas que tinham sido dissimuladas às nossas lágrimas.
Reverência ao destino
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é segui-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.
O problema do amor (por Kathlen H.P. 02/11/07).
Hoje de manhã, estava no ônibus, e ouvi a conversa de duas mulheres de meia idade. Uma delas dizia que descobrira que seu marido, com quem estivera casada há oito anos, a havia traído. Podia sentir todo o rancor e tristeza possível na voz daquela mulher. A outra a consolava, dizendo que ele não a merecia. E disse em bom tom, que o amor a dois é o desperdício da vida, que ele só serve para construir decepções cada vez mais dolorosas. Senti-me perplexa com aquele comentário, e não consegui parar de pensar naquilo o dia todo.
Sempre acreditei no verdadeiro amor entre dois. E pode ter certeza, que nos últimos meses, tive motivos de sobra para deixar de acreditar. Porém, sempre tive fé de que o verdadeiro amor existia sim. Vejo tantas relações de anos, de casais que se amam em plena terceira idade, com a mesma intensidade de que se amavam quando se conheceram. Vejo cumplicidade explicita entre casais amigos, desde aqueles que ainda namoram, até aqueles que já construíram uma vida juntos. Horas, o amor está em todo lugar, o amor é a essência da vida. Como pode ser ele, um arquiteto de decepções?
Refletindo sobre isso, lembrei-me de uma música, de Renato Russo, que diz: "quem inventou o amor?” Certamente, se essa pergunta fosse feita a uma das senhoras do ônibus, elas diriam que foi alguém que teve uma enorme decepção amorosa, e para dar um nome a toda àquela agonia passada, escolheu amor.
Mas, eu não diria isso. Quem inventou o amor, foi sim, alguém que sofreu, que perdeu noites de sono, que derramou lágrimas, que fez loucuras, que gritou, que se arrependeu, que sentiu dor no coração. Mas este alguém com certeza sentiu uma felicidade além da conta. Sentiu o peito explodir de uma alegria indescritível, sentiu sabores, cheiros, toques de inimaginável esplendor. Sentiu-se completo, viu como o mundo pode ser belo, e como ainda vale a pena sonhar. A este turbilhão de sensações, deu-se o nome de amor.
Pensando mais um pouco (é, hoje estou pensativa pra caramba), cheguei à conclusão, a uma difícil conclusão, (especialmente para mim, podem acreditar); o problema não está no amor, e sim, a QUEM damos nosso amor. Todo ser humano é provido da capacidade de amar, nem que seu único amor seja o amor próprio, mas ele é capaz de amar.
O problema maior está em quando resolvemos dividir nosso amor. Aí é que se encontra o 'x' da questão. Achar a pessoa certa para compartilhar tão indefinido sentimento. Quando a achamos, o mundo fica 'blue'. Tudo são rosas, a sintonia é perfeita, o encaixe é surreal. "Ah, como o amor é bonito!"
Se não achamos esta pessoa, pensamos que o amor não passa de uma lenda, que é uma propaganda enganosa, e que estamos muito bem sozinhos, obrigada. (este caso é raro, mas acontece).
Mas o pior de tudo é quando pensamos ter encontrado a pessoa certa, a pessoa para dividir cumplicidade. Até ai tudo bem. Mas então o mar de rosas se transforma num vendaval, a pessoa que julgávamos a 'certa' não está mais nem ai. Talvez porque surgiu uma terceira pessoa, talvez porque o fogo da paixão terminou, ou vai lá saber o porquê (o amor tem razões que a própria razão desconhece). E nós, que demos todo nosso amor, que investimos toda nossa energia em uma relação, ficamos ali, parados, sofrendo, perguntando-nos onde foi o erro. Procurando uma palavra mal interpretada, um gesto não entendido. Esperando uma ligação que não vem. Um e-mail que não chega. Um beijo que sabemos que não será dado.
E sofremos. Sofremos e juramos nunca mais passar por isso, juramos nunca mais se entregar de tal modo, juramos nunca mais nos deixar ser enganados por alguém. Mas isso passa. Um dia, Drummond escreveu algo como “Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz." Ele tinha razão. Acredito que somos seres amáveis, no sentido literal da palavra. Nós somos o amor. E somos corajosos. Muito corajosos. Porque mesmo depois de sofrer tanto por amor, ainda amamos. E amamos de novo, e mais uma vez. Mesmo sabendo de todos os riscos, nos aventuramos procurando o que só este sentimento pode nos dar.
Então aqui vai uma dica de uma verdadeira 'amante'; não deixe de amar, o amor vale a pena. Porém, tenha a certeza de que você está entregando seu amor pra pessoa certa, para alguém que goste de você, não que só goste do amor, porque gostar de amor, todo mundo gosta. Dê amor a alguém que te complete de verdade, que te dê a chance de dividir sua vida com ele, mas que te dê o espaço para ter sua própria vida. E se não der certo da primeira vez, continue na busca! Não se deixe abalar pelo fato de um dia ter demonstrado seus sentimentos para quem não soube valorizá-los; o que importa é que você soube assumi-los, sem medo. E essa pessoa um dia vai ver o que perdeu. Alguém disse uma vez que “às vezes, construímos pequenos sonhos em cima de grandes pessoas, mas com o tempo percebemos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas eram pequenas demais para eles”. É a mais pura verdade. Mas nem por isso devemos deixar de sonhar.
A impontualidade do amor
Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.
Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?
Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.
O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.
O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.
A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir “eu te amo” num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir “eu te amo” numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.
Todo aquele que não declara o seu amor, mas o guarda para si, torna-se um túmulo vivo de sentimentos mortos.
Fizeram a gente acreditar que amor mesmo,
amor pra valer, só acontece uma vez
acionado, nem chega com hora marcada.
Fizeram a gente acreditar que cada um de
nós é a metade de uma laranja, e que a vida
só ganha sentido quando encontramos a
outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros,
que ninguém em nossa vida merece carregar
nas costas a responsabilidade de completar
o que nos falta: a gente cresce através da
gente mesmo. Se estivermos em boa companhia
é só mais agradável.
Fizeram a gente acreditar que só há uma
fórmula de ser feliz, a mesma para todos,
e os que escapam dela estão condenados
à marginalidade. Não contaram que estas
fórmulas dão errado, frustram as pessoas,
são alienantes, e que podemos tentar outras
alternativas.
Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E aí, quando você estiver muito apaixonado
por você mesmo, vai poder ser muito feliz
e se apaixonar por alguém.
Quero um homem que me chame de linda em vez de gostosa... Que me ligue de volta quando eu desligar na cara dele... Que deite embaixo das estrelas e escute as batidas do meu coração, ou que permaneça acordado só para me observar dormindo... O homem que me beije na testa... Que queira me mostrar para todo mundo mesmo quando eu estou suando... Um homem que segure minha mão na frente dos amigos dele... Que me ache a mulher mais bonita do mundo mesmo quando estou sem nenhuma maquiagem e que insista em me segurar pela cintura... Aquele que me lembra constantemente o quanto ele se preocupa comigo e o quanto sortudo ele é por estar ao meu lado... Aquele que esperara por mim... Aquele que vire para os amigos dele e diga ** “É ela, a mulher da minha vida!
Então eu estou aqui
E você também
Me permita ser o seu espelho esta noite
E cantar em mim o teu encanto
Tua estranheza e teu espanto
Como quem sabe no fundo
Que não há distância neste mundo
Pois somos uma só alma
Me permita ser esta noite
A voz que te canta e te encanta
de si
Que te faz sentir-se e parar
Como quem volta pra casa e
resolve se amar
Somos livres e não possuímos
as pessoas
Temos apenas o amor por elas
e nada mais
E é preciso ter coragem para
ser o que somos sustentar
uma chama no corpo sem deixar
a luz se apagar
É preciso recomeçar no caminho
que vai para dentro
vencendo o medo imaginado
assegurar-se no inesperado
confiando no invisível
desprezando o perecível
na busca de si mesmo
Ser o capitão da nau
no mais terrível vendaval
na conquista de um novo mundo
mergulhar bem fundo
para encontrar nosso ser real
E rir pois tudo é brincadeira
Que cada drama é só nosso
modo de ver
A vida só está nos mostrando
Aquilo que estamos criando
Com nosso poder de crer
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra é bobagem.
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...
Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...
Nem tudo é fácil
É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada
É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida... Mas, com certeza, nada é impossível
Precisamos acreditar, ter fé e lutar para que não apenas sonhemos,
Mas também tornemos todos esses desejos, realidade!
O dia mente a cor da noite e o diamante a cor dos olhos. Os olhos mentem dia e noite a dor da gente.
Eterno é tudo aquilo que vive uma fração de segundo mas com tamanha intensidade que se petrifica e nenhuma força o resgata.
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
