Coleção pessoal de EricJoLopes

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O barulho lá fora faz tudo aqui dentro parecer silêncio, e sem dizer nada, rezo para que não parem a música.

E ao longo do caminho, várias mãos se estenderão. Mas é preciso saber onde se quer ir, pra saber em qual se segurar.

Se eu tivesse partido, já teria voltado
Se existe saudade perto, imagina separado

Em tempos de Seleção Natural, deixe que o amor se encarregue de escolher os mais aptos

Como um frágil samurai, munido apenas de palavras.
Curvo-me, estupefato, diante da sombra gentil de uma bela montanha.
Que sem saber da grandeza da sua existência, teme a mais simples brisa.

Sempre que a noite vem e traz consigo escuridão
Sigo apenas sendo estrela, sem nenhuma pretensão.
Mas caso essa noite caia e venha a te deixar sozinho
Ficarei feliz em ser estrela e iluminar o teu caminho.

Um ponto para acabar e três para continuar...
Use com sabedoria

Andemos de pés trocados, de olhos fechados, de mãos vazias. Deixemos que a simplicidade nos encontre, que a felicidade nos veja, e que quando esbarremos na tristeza tenhamos sempre as mãos livres para estender.

É na alegria da felicidade alheia, que está a beleza de não estar sozinho no mundo.

Minha alma hiperativa,
Faz soar uma inquietação tão grande...
Só para não deixar que a insegurança,
Me leve para um “eu” que não “soul”.

Sorte, é quando o acaso sorri de volta.

Que esse bem essencial, nos una em uma causa internacional.
Que quebre as barreiras do nosso quintal, por um mundo onde cuidar do outro é fundamental.

E antes que o mundo te trate como lixo, recicle-se!

Há quem aprisione a alma em um pote de vaidade
Que adorne com ouro, joias à vontade
E ao exibir para o mundo essa moderna insanidade
Nunca mais volte a provar o resplendor da liberdade.

E por mais que o fim acabe com todas as coisas, o começo vem para iniciar tudo outra vez

E o relojoeiro, incompreendido, foi chamado de tolo ao quebrar todos os relógios no instante em que o seu amor sorriu.

Difícil é ser barco de papel,
nesse mar de incertezas
e só saber com clareza,
que tem prazo para acabar.
Mesmo assim, continuar a navegar
para esquecer sua sina
e fazer da alma pequenina
grande para enfrentar o mar.

Transborde a alma de amor e mate a sede do mundo.

Sei que não posso abraçar o mundo... Mas não deixo de esticar os braços, esperando o impossível.

De onde eu venho, voar é o estado natural das coisa.
E o limite, ponto de partida dos sonhadores.