Coleção pessoal de servamara
Não se apaga o que é indeletável, eterno; não se apegue a tudo que é efêmero, e se esvai como areia entre os dedos.
Eu anoiteço quando você amanhece e celebra em comunhão, a nova estação: a Primavera ao nosso dispor.
SENHOR, a Sua bendita, sagrada Palavra, sempre será um bálsamo de cura, de consôlo, de refrigério; bússola confiável de direção, de orientação -- porto seguro, vereda eterna de vida, para mim.
Se deixar de me apoiar neste tripé, Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo, eu caio, a queda é horrível; a consequência é iminente, devastadora, terrível.
Silencie, a tua alma tão eloquente, agora emudecida, sossegada, descansará ... sem mais traduzir-te diante da insensibilidade alheia.
Me abster de escrever é deixar morrer muito de mim acintosamente, sem mais crer nos meus pueris sonhos.
Cuidar de você é cuidar de mim muito mais.
Amar você é amar a Deus muito mais; negando, relegando a mim mesma.
As escolhas são feitas por nós, mas não temos nenhum controle das consequências funestas -- avassaladoras, que recairão inexoravelmente sobre nós.
As palavras edificantes são como orvalhos das noites, que nos mostram os seus benefícios a cada novo amanhecer.
Tudo passa, tudo passará, mas jamais passará o rastro de amor fincado no coração de alguém que me eternizou dentro de si.
