Coleção pessoal de SAINTCLAIRMELLO

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A inocência é a virtude mais enfatizada pela quase totalidade dos condenados pela justiça.

Com o Flamengo, até em campeonatos ganhos com invencibilidade, há sempre algo esquisito a se comemorar.

Se a justiça brasileira condenasse apenas réus confessos, teria raríssimos criminosos a condenar: todos se dizem inocentes.

Há sempre uma luz no fim do túnel. Desde que não seja à noite e que o dia não esteja nublado.

O Japão, sobre ser nosso antípoda, também é muito antipático: vive a nos mostrar que é possível fazer um país decente, até mesmo contra as forças calamitosas da natureza.

Quando Deus criou o universo, houve por bem colocar os planetas habitáveis a anos-luz de distância uns dos outros, a fim de que os vizinhos não se incomodassem.
Nós mesmos aqui na Terra nos incumbimos de nos aporrinhar mutuamente.

Penso que o que eu penso tem menos valor do que penso.

Há uma tendência no Brasil de se amenizarem os crimes por sua longevidade: quanto mais antigos, menos condenáveis.

Parece que a Justiça Eleitoral é a maior lavanderia de dinheiro sujo da nossa política.
Todos os suspeitos usam-na como álibi.

Os citados em delações premiadas são suspeitos de receber doações premiadas.

Plagiando o conde Afonso Celso, vou escrever um opúsculo: Por que me desufano do meu país.

A carne é fraca, já sabemos. E, entre nós, também é adulterada.

O ser humano é uma prova contundente contra a sapiência divina.

No Brasil, o coletivo de políticos, em vez de assembleia, é súcia.

No horário político gratuito, quem paga o pato é o eleitor.

Em Brasília, dezenove horas! Não há hora para delinquir.

Carlinhos de Jesus, na dança, é infernal!

Silos postiços servem para guardar soja transgênica.

Milagres com hora marcada e em frente a câmaras da tevê, só malandros conseguem fazer.

Faltam placas de orientação na confluência dos signos do zodíaco.