Coleção pessoal de rogerio_amaro_cardoso

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Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho. Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!

Reúno em mim mesmo a teoria e a prática.

Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução, alguns dizem que assim é que a natureza compôs as suas espécies.

A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas, capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo.

Para as rosas, escreveu alguém, o jardineiro é eterno.

Há coisas que melhor se dizem calando.

Não te irrites se te pagarem mal um benefício: antes cair das nuvens que de um terceiro andar.

Eu não sou homem que recuse elogios. Amo-os; eles fazem bem à alma e até ao corpo. As melhores digestões da minha vida são as dos jantares em que sou brindado.

Eu sinto a nostalgia da imoralidade.

Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa de apagar o caso escrito.

A moral é uma, os pecados são diferentes.

A mentira é muita vezes tão involuntária como a respiração.

A vida é cheia de obrigações que a gente cumpre, por mais vontade que tenha de as infringir deslavadamente.

Pensamentos valem e vivem pela observação exata ou nova, pela reflexão aguda ou profunda; não menos querem a originalidade, a simplicidade e a graça do dizer.

Está morto: podemos elogiá-lo à vontade.

Suporta-se com paciência a cólica do próximo.

O dinheiro não traz felicidade — para quem não sabe o que fazer com ele.

O acaso... é um Deus e um diabo ao mesmo tempo.

Não é amigo aquele que alardeia a amizade: é traficante; a amizade sente-se, não se diz...

Lágrimas não são argumentos.