Coleção pessoal de _robsings
A coragem e a capacidade que você tem para encontrar razões para morrer são as mesmas para encontrar razões para viver.
NPCs somos todos nós. Nos sentimos protagonistas — e de fato somos — só no âmbito de nossas vidas, mas somos só um grão de areia no cosmos.
Não me pergunte se eu sou mais emocional ou racional, pois eu opero constantemente sendo ambos — o sujeito emocional e o racional — porém, estabeleço uma hierarquia, onde o emocional raramente dá a palavra final.
Você nunca foi uma tela em branco. Desde o primeiro conceito que compreendeu acerca do mundo, cada experiência inscreveu traços que não se apagam. Você é acúmulo — de memórias, padrões, cicatrizes, insights. É, ao mesmo tempo, uma obra feita e inacabada.
Essa é a dinâmica da vida: ela é iterativa.
Você nunca parte do zero — sempre parte de um ciclo que acabou de se fechar.
Seja uma pessoa compreensiva o bastante para saber, inclusive, como e quando dizer 'não' — ou 'foda-se'.
Homens prudentes podem habitar zonas cinzentas. A prudência é a virtude que permite a um homem ser senhor de dois mundos.
Sobre não ser correspondido: o verdadeiro problema está no fim das esperanças e expectativas que se alimentou. Pois você não apenas idealizou a pessoa — idealizou também a si mesmo e a relação que poderia existir. É um caso de desilusão tripla.
Não há maturidade. Em vez disso, há um processo de maturação em constante evolução. Pois, quando há uma maturidade, há uma conclusão e um final. Este é o fim. É quando o caixão está fechado. Você pode estar se deteriorando fisicamente no longo processo do envelhecimento, mas o seu processo pessoal de descoberta diária continua em andamento. Você continua a aprender mais e mais sobre si mesmo todos os dias. Você é o resultado das suas maturações: suas vivências, experiências, decisões e conclusões tomadas.
Citam a frase de Jesus: "Não julgueis, para não serdes julgados". Bom, se quem está me julgando for uma pessoa prudente, sensata ou melhor do que eu em algum aspecto, eu quero mais é ser julgado.
O termo 'contribuinte' é o eufemismo que o Estado utiliza para apaziguar os ânimos de quem ele enxerga como um escravo a ser expropriado.
