Coleção pessoal de bobkowalski

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O niilismo confunde desespero com clareza; o humanismo vê que clareza verdadeira nasce da ação responsável.

O humanista não nega a morte, ele a usa como motivo para intensificar tudo que faz sentido enquanto vive.

Entre nascer e morrer, o que mais importa é como escolhemos vivenciar esse intervalo.

Amar é um ato de rebeldia contra o vazio, uma afirmação de que importamos uns para os outros.

A grande tragédia não é que a vida termine, mas que alguns nunca se permitam amar profundamente enquanto existe.

Quando olhar para o abismo tenta te paralisar, lembre-se: a ponte só existe porque alguém ousou construí-la.

Muitos veem o fim como destruição; o humanista vê um convite para viver cada instante como uma criação.

A vida pode parecer vazia de propósito, mas é no impacto que deixamos nos outros que a humanidade floresce.

Templos são monumentos à vaidade humana disfarçados de humildade espiritual.

O paraíso foi inventado para que os escravos não se revoltassem contra o inferno que vivem na terra.

Não confio em quem tem todas as respostas, pois o mundo é feito de perguntas que ninguém ousa formular.

Estudar é descobrir que a maioria das suas certezas foram herdadas de pessoas que nunca pensaram por si mesmas.

A civilização é um baile de máscaras onde o primeiro a mostrar o rosto é devorado pelos convidados.

Conservadores protegem a vida até o parto; depois disso, imigrantes, pobres e marginalizados ficam por conta da própria sorte.

O apreço conservador pela vida possui critérios geográficos e socioeconômicos bem definidos.

Para o conservadorismo, a vida é sagrada no dogma, mas descartável na fronteira, na favela e na cela.

Conservadores defendem a vida com fervor, desde que ela ainda esteja no útero e não pertença a imigrantes, pobres ou minorias.

No final, niilismo perde: vida persiste.

Egoísmo destrói; cooperação cria.

O niilista é escravo do nada.