Coleção pessoal de RivaAlmeida
CARTA
Autor – Carlos Barros
Batidas insistentes. Sou arrancado da introspecção. Uma carta é lançada embaixo da porta.
Meu Caro,
Tu não sabes quem eu sou, mas sei quem tu és. Escrevo-te por conhecer as tuas dores na alma, as tuas dúvidas, os teus anseios sobre a existência. Sou conhecedor das tuas indagações sem respostas e das respostas que nada respondem. Tranquiliza o teu coração. Se a tristeza penetra tua alma. Se a angústia esvazia teu espírito. Se teu corpo não consegue sentir o mesmo ânimo. Levanta-te e anda! Há veredas que ainda não foram desvendadas. Há caminhos que ainda não foram trilhados. Há lagrimas que ainda não foram derramadas e alegrias ainda não vividas. Outros ainda precisam de tua renovada força. Se a vida é tragédia e comédia, que o choro se misture ao teu sorriso.
Desvia de ti a angústia e o medo. Se porventura estiveres indo ao fundo do poço, não te desesperes, pois, ao retornares, tu irás trazer contigo as riquezas só encontradas nas profundezas. Não procures sentido para tua vida. Se ficares te torturando por tal sentido, deixarás de ver a própria vida atravessando teu corpo.
Busca te afastar um pouco das interrogações. Deixa de lado os que querem te acorrentar nos calabouços da Ciência e das normas. Lembra-te que tu és, sobretudo, um animal que acredita estar acima dos outros animais. Busca ter cuidado com os criadores de ídolos e os inventores de verdades absolutas. Eles se alimentam da ortodoxia, da moral e do desejo de suprimir os instintos. Eles são sutis e dissimulados em suas palavras e crenças. Acreditam poder curar a alma humana e aliviar os sofrimentos.
Esperam que a vida possa ser explicada à luz da Razão. Eles não amam a terra. Nutrem-se de um incansável desejo de felicidade e sentido das coisas. Eles não são capazes de amar a vida como ela é. Inventam um mundo dividido entre o bem e o mal. Entre o sofrimento e o prazer. Entre a vida e a morte.
Meu caro, não te preocupes com a morte. Se acreditares no paraíso, prepara-te para o tédio da eternidade. Se acreditares no inferno, prepara-te para sofrer eternamente ao lado dos que não acreditaram no paraíso. Se acreditares na reencarnação, prepara-te para nascer e morrer várias vezes em busca da perfeição. Se acreditares no Nada, prepara-te para nada lembrar depois da morte. Liberta teu pensamento do passado. O futuro ainda não existe. Tua vida é agora. Dance com ela.
Não sou Deus, não sou demônio, não sou homem, muito menos desejo ser tua consciência. Desejo apenas que tu possas olhar a vida de outro modo.
Ass. Vida
Sinto-me possuído por uma adorável sensação de calma. A Vida se fez ouvir através de uma carta. Suas palavras seduziram meu espírito. Encheu-me o corpo de potência de Vida.
Infância não é carreira e filho não é troféu...
Alicia Bayer
Nesse mundo contemporâneo, ter, ser, saber, parecem fazer parte de uma competição. Nesse mundo, alguns pais e algumas mães acabam acreditando que é preciso que seus filhos saibam sempre mais que os filhos de outros. E isso sim seria então sinal de adequação e o mais importante: de sucesso.
O que uma criança deve saber aos 4 anos de idade? Essa foi a pergunta feita por uma mãe, em um fórum de discussão sobre educação de filhos, preocupada em saber se seu filho sabia o suficiente para a sua idade.
O que não só a entristeceu mas também a irritou foram as respostas, pois ao invés de ajudarem a diminuir a angústia dessa mãe, outras mães indicavam o que seus filhos faziam, numa clara expressão de competição para ver quem tinha o filho que sabia mais coisas com 4 anos. Só algumas poucas indicavam que cada criança possuía um ritmo próprio e que não precisava se preocupar.
Para contrapor às listas indicadas pelas mães, em que constavam itens como: saber o nome dos planetas, escrever o nome e sobrenome, saber contar até 100, Bayer organizou uma lista bem mais interessante para que pais e mães considerem que uma criança deve saber.
Veja alguns exemplos abaixo:
Deve saber que a querem por completo, incondicionalmente e em todos os momentos.
Deve saber que está segura e deve saber como manter-se a salvo em lugares públicos, com outras pessoas e em distintas situações.
Deve saber seus direitos e que sua família sempre a apoiará.
Deve saber rir, fazer-se de boba, ser vilão e utilizar sua imaginação.
Deve saber que nunca acontecerá nada se pintar o céu de laranja ou desenhar gatos com seis patas.
Deve saber que o mundo é mágico e ela também.
Deve saber que é fantástica, inteligente, criativa, compassiva e maravilhosa.
Deve saber que passar o dia ao ar livre fazendo colares de flores, bolos de barro e casinhas de contos de fadas é tão importante como praticar fonética. Melhor dizendo, muito mais importante.
E ainda acrescenta uma lista que considera mais importante. A lista do que os pais devem saber:
Que cada criança aprende a andar, falar, ler e fazer cálculos a seu próprio ritmo, e que isso não tem qualquer influência na forma como irá andar, falar, ler ou fazer cálculos posteriormente.
Que o fator de maior impacto no bom desempenho escolar e boas notas no futuro é que se leia às crianças desde pequenas. Sem tecnologias modernas, nem creches elegantes, nem jogos e computadores chamativos, se não que a mãe ou o pai dediquem um tempo a cada dia ou a cada noite (ou ambos) para sentar-se e ler com ela bons livros.
Que ser a criança mais inteligente ou a mais estudiosa da turma nunca significou ser a mais feliz. Estamos tão obstinados em garantir a nossos filhos todas as “oportunidades” que o que estamos dando são vidas com múltiplas atividades e cheias de tensão como as nossas. Uma das melhores coisas que podemos oferecer a nossos filhos é uma infância simples e despreocupada.
Que nossas crianças merecem viver rodeadas de livros, natureza, materiais artísticos e a liberdade para explorá-los. A maioria de nós poderia se desfazer de 90% dos brinquedos de nossos filhos e eles nem sentiriam falta.
Que nossos filhos necessitam nos ter mais. Vivemos em uma época em que as revistas para pais recomendam que tratemos de dedicar 10 minutos diários a cada filho e prever um sábado ao mês dedicado à família. Que horror! Nossos filhos necessitam do Nintendo, dos computadores, das atividades extraescolares, das aulas de balé, do grupo para jogar futebol muito menos do que necessitam de nós. Necessitam de pais que se sentem para escutar seus relatos do que fizeram durante o dia, de mães que se sentem e façam trabalhos manuais com eles. Necessitam que passeiem com eles nas noites de primavera sem se importar que se ande a 150 metros por hora. Têm direito a ajudar-nos a fazer o jantar mesmo que tardemos o dobro de tempo e tenhamos o dobro de trabalho. Têm o direito de saber que para nós são uma prioridade e que nos encanta verdadeiramente estar com eles.
Então, o que precisa mesmo – de verdade – uma criança de 4 anos?
Muito menos do que pensamos e muito mais!
Flores na Estrada...
Um homem morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica. Todos os dias ele pegava o ônibus das 6:15h e viajava cinqüenta minutos até o trabalho. À tardinha fazia a mesma coisa voltando para a casa.
No ponto seguinte ao que o homem subia, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar na janela. Abria a bolsa tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus.
Um dia, o homem reparou na cena. Ficou curioso. No dia seguinte, a mesma coisa.
Certa vez o homem sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu:
- Bom dia, desculpe a curiosidade, mas o que a senhora está jogando pela janela?
- Bom dia, respondeu a velhinha. - Jogo sementes.
- Sementes? Sementes de que?
- De flor. É que eu viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada é tão vazia.
E gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom.
- Mas a senhora não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos. A senhora acha que essas flores vão nascer aí, na beira da estrada?
- Acho, meu filho. Mesmo que muitas sejam perdidas, algumas certamente acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.
- Mesmo assim, demoram para crescer, precisam de água.
- Ah, eu faço minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não jogar as sementes, as flores nunca vão nascer.
Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu “trabalho”. O homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava meio “caduca”.
O tempo passou...
Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto, olhou para fora e viu margaridas na beira da estrada, hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias. A paisagem estava colorida, perfumada e linda.
O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo.
- A velhinha das sementes? Pois é, morreu de pneumonia no mês passado.
O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela. “Quem diria, as flores brotaram mesmo”, pensou. “Mas de que adiantou o trabalho da velhinha? A coitada morreu e não pode ver esta beleza toda”.
Nesse instante, o homem escutou uma risada de criança. No banco da frente, um garotinho apontava pela janela entusiasmado: Olha mãe, que lindo, quanta flor pela estrada. Como se chamam aquelas azuis?
Então, o homem entendeu o que a velhinha tinha feito. Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz. Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas. No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso.
“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores. Se não houver flores, valeu a sombra das folhas. Se não houver folhas, valeu a intenção da semente”.
O que as pessoas mais desejam é alguém que as escute de maneira calma e tranquila. Em silêncio. Sem dar conselhos. Sem que digam: "Se eu fosse você". A gente ama não é a pessoa que fala bonito. É a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. Aprendi prestando atenção.
..."Sinta-se em segurança.
Há um oceano de paz aguardando você.
Um mar de bênçãos, capaz de refrescar o seu coração do calor da vida agitada.
Remover males, angústias, frustrações e problemas.
Mas é preciso se achar revestido da benção e da paz divinas para sintonizar com Deus e assim, abrir as comportas do grande oceano.
Acredite.
Julgar-se possuidor da infinita riqueza de Deus é preparar-se
para uma paz sem limites.
Nenhuma pessoa tem futuro melhor que o seu.
Deus, o tempo, o amor, teceram para você uma felicidade destinada a se concretizar infalivelmente. Ninguém irá ocupá-la em seu lugar.
Ainda que as atuais aparências e condições sejam desanimadoras, pense renovado em direção à esperança.
Aqueça o coração de amor,
cale as críticas e lamentações,
reconheça-se forte
e descubra a felicidade,
assim como se descobre um tesouro.
Não empurre a felicidade para longe.
Atraia-a para si e se concretizará hora a hora, dia a dia.
A divina lei da natureza humana é subir sempre.
Assim, Deus o quer.../
Tenha um ótimo dia...
Abraços........
"AS CORES DO ARCO-IRIS"
Quando olhamos para um arco íris, vemos sete cores certo?
Assim como as sete maravilhas do mundo, os sete dias da semana, as sete notas musicais...
As cores que vemos lá no céu são: verde, azul claro, vermelho, amarelo, violeta, laranja e azul escuro.
Assim como os grandes amores, os grandes amigos, e todos os bichos
que existem no mundo (ecossistema), uma cor não existe sem a outra,
elas vivem em perfeita harmonia e é por conta disso que nasce o que
chamamos de ARCO IRIS!!
Há muito tempo atrás o arco íris vivia constantemente no céu azul...
Lá estava ele, a todo momento, todos os dias, o tempo todo...
Foi um tempo muito antigo em que os pássaros eram realmente livres...
Ninguém era dono de ninguém e nem de nada...
Era tudo muito perfeito, e como a maldade tem inveja da perfeição, um
dia a tristeza assistindo a tanta harmonia no céu, se encheu de ciúme e
quis desarmonizar o arco-iris.
Para isso, ela contou com a ajuda da sua amiga, a vaidade.
A vaidade chegou até a cor vermelha e lhe disse bem ao ouvido:
“Porque andas com essas outras cores, tão mortas?
Você é a mais radiante e é a que chama mais a atenção...”
A cor vermelha mandou a tristeza correr dali, mas durante aquela noite
ficou pensando, pensando... E dormiu...
Não se dando por vencida, a tristeza voltou e dessa vez trouxe consigo
outra amiga infeliz: a intriga.
Esta cochichou no ouvido da cor amarela...
“Sabe amarelinha, a vermelha anda dizendo por aí que ela brilha mais
do que você.”
A amarela não gostou da fofoca e também, do mesmo jeito, mandou a
tristeza correr dali, mas naquela noite ela ficou pensando, pensando...
Mas acabou dormindo.
Durante dias foi assim, a tristeza querendo perturbar a ordem do arco-iris.
Levou vários amigos:
Egoísmo, inveja, falsidade, indiferença, não conseguia separar as cores, até que um dia, numa derradeira tentativa, levou o poder e o orgulho.
O poder com toda sua arrogância disse:
“Vocês são bobas, porque se contentam com um pedacinho do céu, se
vocês podem ser donas do todo o céu ?”
E, por fim, o orgulho com sua prepotência ponderou:
“Ninguém precisa de ninguém, vocês não precisam uma das outras, cada uma por si só brilhará muito mais sozinha”.
E assim, os dois foram embora...
Mas deixaram ali, sementes muito venenosas...
A partir daquele dia, as cores do arco íris não foram mais as mesmas.
Aquilo que foi dito pelo orgulho e pelo poder começou a ganhar terreno e elas pensavam apenas nelas próprias, em serem melhores sobre as
outras, houve muita disputa.
Um tipo de guerra, que a gente não dá tanto atenção, mas que destrói
muito...a guerra pelo poder...
Primeiramente a disputa era oculta, e mais pra frente se tornou explicita, no céu uma queria brilhar mais do que a outra, e quem olhasse para o céu
naqueles dias, não conseguiria sequer perceber que lá estava um
arco íris... parecia uma mancha escura no azul celeste.
Cadê a harmonia das cores?
Cadê a suavidade e o encanto??
Pobres cores... não entendiam que sem a harmonia entre elas, o arco íris não existiria, as cores quando não se harmonizam entre si, ficam negras, e era assim que elas estavam lá no céu, era assim que as pessoas as
viam lá de baixo.
Mas elas, assim como ocorre com toda as pessoas que não aceitam que
erram, não conseguiam enxergar que estavam negras....
As crianças não mais falava da magia do arco íris...
O céu ficou triste, e também entristeceram aquelas pessoas que tinham
costume de olhar para o céu... Até que um dia, Deus percebendo o que ocorria, mudou a direção de um rio, e o posicionou bem embaixo daquele
“arco íris negro”.
Dessa forma as cores, refletidas, perceberiam o aspecto em que se
encontravam, escuras e feias.
O plano de Deus deu certo e elas se viram refletidas no rio, mas não se
reconheceram.
“Que mancha escura é essa no céu?
O que está acontecendo?
Será um grande pássaro?
A sombra de uma nuvem escura e carregada?
Será um pedaço da noite que ainda está aqui preguiçosa?”
Deus, ouvindo todos aqueles comentários interferiu:
“Essas são vocês! Eu desejei que vocês se vissem refletidas no rio, porque é somente olhando para nós mesmos que conseguimos
compreender nossos defeitos e muda-los; mas para muda-los é preciso aceita-los.
As vezes nos deixamos envenenar, e mesmo o que há de mais perfeito e harmônico na natureza (como vocês), erra.
Mas todos os dias o sol renasce, trazendo a perspectiva de um dia
melhor que o outro, a verdadeira mensagem da esperança.
Todos precisamos de todos.
Um depende do outro.... Estamos todos interligados na grande família que é o Universo...
Já pensou se as moléculas resolvessem se separar, não existiria vida... Eu criei a vida para a união e não para a solidão...”
Ouvindo aquelas palavras, as sete cores ficaram muito envergonhadas.
Reconheceram que erraram e decidiram esquecer aquele episódio triste,
e fizeram um pacto de nunca mais brigarem ou se separarem.
Desde aquele dia em diante o arco íris só se forma em dias de chuva com sol, para reforçar a mensagem de...
Amizade, Esperança e União..
Milagre para mim, é ver a chuva molhar
os campos e reacender aquele cheiro
bom de terra molhada,
cheiro de banho de natureza,
que faz brotar sementes até os sonhos...
Milagre é olhar o céu e ver aquele mundão
de estrelas, ali, tudo juntinho
sem competir, sem se esbarrar
e sem nenhuma empatar o brilho da outra...
Milagre é essa diversidade de flores que
Deus planta pra aqui e pra acolá, só para
colorir o caminho da gente
assim como quem não quer nada
mas querendo nos ver felizes...
Milagre é tudo que o homem inventou
com a inspiração que Deus deu,
telefone, luz elétrica, rádio, TV, cinema, etc.
Eu não sei como isso funciona
e nem quero aprender, mas que é milagre, É...
Milagre é o que a genética faz:
De uma coisa pequetitinha de nada,
cria um embrião que vira pessoa, e que Deus aprova,
porque a alma é Ele que coloca....
Milagre para mim, é esse mundão sem porteira,
sem eira, sem ter um canto para o vento
fazer a curva sem ter começo delimitado e nem fim...
Milagre é quando olho para meus filhos
e vejo traços físicos meus, quando adentro suas almas
vejo traços de anjos, aí eu agradeço a Deus
infinitas vezes, por esse milagre...
Milagre é a inocência das crianças que falam
na cara da gente o que pensam.
Pequeno Buda de 6 anos, falou que Deus
é bom porque faz nuvens com forma
de bichinhos fofos....
Milagre é acordar de manhã, abrir a janela
e ver o amanhecer lindo que Deus coloriu,
cada dia de um jeito, faz tudo com capricho
e carinho. Ah, acordar já é milagre, e dos maiores...
Milagre é quando Deus esquece de dar um irmão pra gente,
ai Ele acode e dá o irmão com o nome de amigo
esse é um dos milagres que eu adoro receber....
Milagre é quando alguém que amamos,
sem querer, despedaça o nosso coração
em um fantastilhão de pedaços, e a gente pensa que vai morrer.
Ai aparece alguém com uma cola mágica e conserta
Milagre é ser um doador de órgãos,
pois quando Deus chama para voltar para casa,
só chama o espírito, e esse chega perfeito,
se do corpo ficar algo é para aperfeiçoar uma outra vida...
Milagre é a natureza que a neve mata
ou o fogo destrói, ai nasce tudo de novo sem se importar
se vai ser destruída novamente, acho esse milagre lindo!
Milagre é quando vejo pessoas ajudando
as vítimas da fome, do frio, do desabrigo e do desamor
tem gente que chama isso de solidariedade,
eu chamo de milagre...
Milagre, é essa tal de internet que fez minha mensagem
chegar até você que as vezes não conheço o rosto,
o nome, e nem sei dos sonhos...
Agora, se te fiz feliz, ganhei o dia e o aval de Deus!
ENTREVISTA COM DEUS
Sonhei que tinha marcado uma entrevista com Deus.
"Entre", disse Deus. "Então, você gostaria de me entrevistar?"
"Se o Senhor tiver tempo", respondi.
Deus sorriu e disse:
"Meu tempo é a eternidade e é suficiente para qualquer coisa. Que perguntas tem em mente para me fazer?"
"O que mais O surpreende a respeito dos homens?"
Deus respondeu:
"Que eles se chateiam em ser crianças, tem pressa de crescer, e então desejam ser crianças novamente.
Que eles perdem sua saúde para ganhar dinheiro e então gastam o dinheiro para recuperar a saúde.
Que por pensarem ansiosamente sobre o futuro, eles esquecem o presente, de modo que não vivem nem o presente nem o futuro.
Que vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido..."
A mão de Deus pegou as minhas e ficamos em silêncio por um instante e então perguntei...
"Como Pai, que lições de vida quer que seus filhos venham a aprender?"
Deus respondeu com um sorriso:
"Aprender que eles não podem fazer ninguém amá-los. O que eles podem fazer é permitir que sejam amados.
Aprender que o mais valioso não é o que eles têm em suas vidas, mas quem eles têm em suas vidas.
Aprender que não é bom se comparar a outros. Todos serão julgados individualmente por seus próprios méritos.
Aprender que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas a que precisa de menos.
Aprender que são necessários poucos segundos para abrir feridas profundas em pessoas que amamos, e pode levar anos para curá-las.
Aprender a perdoar, exercitando o perdão.
Aprender que há pessoas que o amam sinceramente, mas simplesmente não sabem expressar ou mostrar seus sentimentos.
Aprender que o dinheiro compra qualquer coisa, menos a felicidade.
Aprender que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-la completamente diferente.
Aprender que nem sempre é suficiente ser perdoado pelos outros, mas perdoar a si mesmos."
Sentei por um tempo, saboreando o momento.
Agradeci a Ele pelo tempo dispensado e por tudo que Ele me proporcionou.
E Ele respondeu:
"Estou aqui, 24 horas por dia."
Toda hora alguém põe o dedo no seu nariz e diz: “faça isso” ou “faça aquilo”. Dê um basta. Pra ser feliz, você deve obedecer só a si mesma.
Você já reparou como enfrentamos diariamente uma tempestade de estímulos, informações e influências? São muitas: “você precisa disso”, “tem de comprar aquilo”, “tem de ler tal livro”, “você deve assistir aquele filme”, “tem de melhorar”, “tem de estar atualizada”, “tem de”. Se deixar, a sociedade cria inúmeras necessidades pra gente.
Resultado: chega um momento em que as pessoas ficam realmente perdidas num mar de atividades que não representam uma verdadeira conexão com a alma. Sim, porque satisfação só existe quando há um elo com a necessidade verdadeira. A falsa necessidade exige nossos esforços, nos esgota e não recompensa. Sabe o que eu tenho sentido? Que todas as pessoas precisam ter um centro. Caso contrário, o mundo as leva a um caminho que não tem nada a ver com elas.
Então, vamos lá: chegou a hora. Centre-se no silêncio do seu mundo interior. Diga não a tudo que está à sua volta e que não tenha uma conexão direta e profunda com sua alma. Não permita que terceiros façam escolhas por você. Deixe as influências caminharem. Esse é um dos segredos da serenidade. Continue: pergunte, lá no fundo, do que é que você precisa realmente para ser feliz. Confronte-se já.
Sabe aquelas pessoas que comem compulsivamente, engordam e acham que está tudo bem? Pois é, isso denuncia que algo está errado. Isso significa que, nas profundezas da alma, há uma insatisfação, que é fruto de necessidades não atendidas. Amadureça! Assuma as próprias responsabilidades. É você com você. “Ai, estou gorda e viciada”, “Ai, porque a doença da minha filha está acabando comigo”… O que é isso? Você já parou para confrontar o seu eu?
As pessoas vivem em busca de coisas passageiras: lutar pela reputação, por ser chique, por ser bacana, por não poder errar… Mas será que esses sentimentos que surgem dispersam sua energia ou têm a ver com a sua alma, lhe fazem sentir-se bem? Avalie! Vamos dar uma parada hoje. Promova um momento de confronto consigo mesma. Olhe para você.
Estabeleça uma nova disciplina em favor da sua alma, da sua libertação, da sua paz. E não me venha com problema e choradeira, porque isso não resolve nada. Fica na lamentação e não se encara. Fica na culpa e não se encara. Fica no “deveria”. Não, ninguém deve nada.
Todo momento é de restauração. Quando damos um passo em direção ao que a natureza quer de nós, anulamos as atitudes passadas, os desencontros e as perdas. Quando as catástrofes, os desastres ou as doenças vêm até nós, é pra nos mostrar que estamos negligentes, voltados a um mundo fantasioso e negativo, em vez de cultivarmos dentro de nós as sementes da generosidade e do bem. Sim, porque a alma tem necessidade de ser boa. Ela precisa sentir a realização, o amor, a paz. Afinal, esse é o mundo do espírito, o mundo da nossa alma. Definitivamente, pare, sinta e caminhe em direção àquilo que realmente lhe faz bem.
Às vezes o silêncio é uma oração, às vezes a canção é uma oração. Depende de você... depende do seu coração.
O que sou, Deus sabe. O que penso, Deus sonda. O que preciso, Deus provê. No mais, o que sei é tudo que preciso saber: Deus me ama.
A cura pelo poder ilimitado de Deus
Há três tipos de doença: física, mental e espiritual. A doença física ocorre devido às diferentes formas de condições tóxicas, processos infecciosos e acidentes. A doença mental é causada pelo medo, preocupação, raiva e outros distúrbios emocionais. A doença espiritual deve-se à ignorância do homem sobre sua verdadeira relação com Deus.
A ignorância é o mal supremo. Quando a eliminamos, também eliminamos as causas de todos os distúrbios físicos, mentais e espirituais. Meu Guru, Sri Yukteswarji, costumava dizer: “A sabedoria é o melhor depurativo.”
Tentar vencer os vários tipos de sofrimento pelo poder limitado dos métodos materiais de cura muitas vezes acaba em frustração. Somente no poder ilimitado dos métodos espirituais pode o homem encontrar a cura permanente para as “desordens” do corpo, da mente e da alma.
Devemos procurar em Deus esse poder infinito de cura. Se você tem sofrido mentalmente com a perda de entes queridos, poderá reencontrá-los em Deus. Tudo é possível com o Seu Auxílio.
Se não conhecemos realmente a Deus, nada justifica afirmar que só a mente existe, e que não é preciso observar regras de saúde, nem recorrer a quaisquer meios físicos de cura. Enquanto não atingirmos a verdadeira realização, temos de usar o bom senso em tudo que fizermos. Ao mesmo tempo, jamais devemos duvidar de Deus e, sim, reafirmar constantemente a fé em Seu divino poder onipresente.
Os médicos procuram conhecer as causas das doenças e eliminá-las, para que as enfermidades não retornem. Geralmente, são muito hábeis no emprego de determinados métodos materiais de cura. Entretanto, nem todas as doenças reagem aos métodos e à cirurgia; nisso reside a principal limitação desses métodos.
Substâncias químicas e remédios afetam apenas a composição física externa das células do corpo, mas não alteram sua estrutura atômica interna ou princípio vital. Em muitos casos, nenhuma cura é possível enquanto o poder curativo de Deus não tiver corrigido, internamente, o desequilíbrio dos “vitrátrons”, ou energia vital inteligente do corpo.
As duas causas básicas das enfermidades são a subatividade e a superatividade do prana, energia vital que estrutura e sustenta o corpo. O funcionamento inadequado de uma (ou mais) das cinco correntes prânicas que governam o corpo-vyana, circulação; udana, metabolismo; samana, assimilação; prana, cristalização; e apana, eliminação – afeta negativamente a saúde.
Quando o equilíbrio natural e harmonioso das energias sutis é restaurado pelo divino poder de Deus, o equilíbrio atômico das células físicas por elas sustentadas também se restabelece; nesse caso, a cura é perfeita e muitas vezes instantânea.
Enquanto a vitalidade se mantiver equilibrada pelo modo de viver correto, dieta apropriada e meditação com pranayama (técnicas de controle da energia vital), a energia vital do próprio corpo “eletrocutará” a doença antes que ela possa se desenvolver.
Não existe nada que você não possa superar. Até a morte pode ser superada já que tem muita vida além dela. O que você precisa é parar de se fazer de vitima do destino, dos outros, das suas escolhas. Superar é preciso. Não crie raízes em coisas passadas. Acredite na sua força, vença seus próprios medos. Quem não arrisca não alcança. E quem alcança sabe valorizar cada pedra do caminho!
A compulsão de querer controlar a vida alheia, é fruto do nosso orgulho. O ser amadurecido não controla, mas sim coopera com o amor e com a liberdade das leis naturais.
Para ser bom mestre não é preciso fazer seguidores ou discípulos, nem mesmo possuir cortejos ou comitivas, mas simplesmente fazer com que cada ser descubra em si mesmo o seu próprio guia. Não devemos ditar nossas regras aos indivíduos, mas fazer com que eles tomem consciência de seus valores internos (senso, emoções e sentimentos) e passem a usá-los sempre que necessário. Essa a função dos que querem ajudar o progresso espiritual dos outros.
Os indivíduos portadores de uma personalidade orgulhosa se apoiam em um princípio de total submissão às regras e costumes sociais, bem como o defendem energicamente. Utilizam-se de um impetuoso interesse por tudo aquilo que se convencionou chamar de certo ou errado, porque isso lhes proporciona uma fictícia “cartilha do bem”, em que, ao manuseá-la, possam encontrar os instrumentos para manipular e dominar e, assim, se sintam ocupando uma posição de inquestionável autoridade. Quase sempre se autodenominam “bem intencionados” e sustentam uma aura de pessoas delicadas, evoluídas e desprendidas, distraindo os indivíduos para que não percebam as expressões sintomáticas que denunciariam suas posturas de severos críticos, policiais e disciplinadores de consciências.
A compulsão de querer controlar a vida alheia é fruto do nosso orgulho.
O ser amadurecido tem a habilidade perceptiva de diagnosticar os processos pelos quais a evolução age em nós; portanto, não controla, mas sim coopera com o amor e com a liberdade das leis naturais. Muitos de nós convivemos com criaturas que tentam cuidar do nosso desenvolvimento espiritual, impondo controle excessivo e disciplina perfeccionista, não respeitando, porém, os limites de nossa compreensão e percepção da vida.
São “censuradores morais”, incapazes de compreender as dificuldades alheias, pois não entendem que cada alma apenas pode amadurecer de acordo com seu potencial interno. Não julguemos, com nossos conceitos apressados, as pessoas e os acontecimentos à nossa volta; antes, aguardemos com calma e façamos uma análise mais profunda de cada situação. Assim agindo, poderemos avaliar melhor todo o contexto vivencial.
Nosso orgulho quer transformar-nos em super-homens, fazendo-nos sentir heroicamente estressados, induzindo-nos a ser cuidadores e juízes dos métodos de evolução da vida excelsa e, com arrogância, nomear os outros como desprezíveis, ociosos, improdutivos e inúteis. Poderemos “agir no processo” de formação e progresso das criaturas, nunca “forçar o processo” ou criticar seu andamento.
Comportamentos como a crítica moralista, o desejo de reformar os outros e o controle do que se deve ou não fazer, revelam os traços de caráter dos indivíduos orgulhosos e ainda distanciados da autêntica cooperação no processo de evolução, que não os deixam perceber o que ocorre na intimidade das criaturas.
Nada é inútil no universo. A divindade age sem cessar em solicitude e consideração a cada uma de suas criaturas e criações.
O progresso da humanidade é inevitável. Todos estamos progredindo e crescendo, ainda que, algumas vezes, não nos apercebamos disso.
A sua mente sente a dor, o sofrimento; ela sente todos os tipos de emoção, apegos, desejo, anseio, mas isso tudo é projeção da mente. Por trás da mente está o eu verdadeiro, que nunca vai a lugar nenhum. Ele está sempre aqui.
Se você estiver com raiva, então fique com raiva e não julgue dizendo se isso é bom ou ruim. E esta é a diferença das emoções negativas e as positivas: se você tomar consciência de uma certa emoção e ela se dissipar quando você toma consciência dela, é porque ela é negativa. Se ao tomar consciência da emoção, você se tornar essa emoção, se essa emoção não se espalhar e então essa emoção se tornar o seu ser, ela é positiva.
A consciência trabalha de forma diferente em cada um desses casos. Se for uma emoção venenosa, você se livra dela por meio da consciência. Se ela for benéfica, alegre, extasiante, você e ela se tornam uma coisa só.
A consciência se aprofunda. Então para mim, o critério é sempre este: se algo se aprofunda com sua consciência, isto é bom; se algo se dissipa com a sua consciência é porque isso é ruim.
Tudo o que não pode ficar na consciência é pecado e tudo o que cresce com a consciência é virtude. Virtude e pecado não são conceitos sociais, eles são realizações interiores.
Basta que você seja autêntico; essa autenticidade com suas emoções lhe possibilitará um vislumbre do real. Só o que é real pode conhecer o real, só a verdade pode conhecer a verdade, só o autêntico pode conhecer o autêntico que circunda você. Aprofunde-se na consciência, e reconheça-se.
Você tem uma família espiritual no além.
Marque um horário da semana para senti-los em sua casa.
Reúna alguns amigos ou os familiares, faça uma oração, leia um trecho de algum livro de luz e converse em torno daquele assunto.
Em seguida, reduza as luzes do ambiente, faça uma nova prece, coloque uma música suave e recolha as sensações sutis da presença dessa família espiritual. Mantenha-se nesse clima por alguns minutos.
Eles sempre querem passar a você e aos seus afetos alguma bênção. Mesmo que nada falem ou mesmo que não tenha em seu grupo um médium para recebê-los, procure apenas os sentir.
Faça a experiência e você perceberá como os espíritos protetores sempre têm algo de bom para oferecer a quem abre as portas espirituais de sua própria casa para acolhê-los.
Um dos mais poderosos exercícios de crescimento interior consiste em prestar atenção às coisas que fazemos automaticamente – como respirar, piscar os olhos, ou reparar nas coisas à nossa volta.
Quando fazemos isto, permitimos que nosso cérebro trabalhe com mais liberdade – sem a interferência de nossos desejos. Certos problemas que pareciam insolúveis terminam sendo resolvidos, certas obras que julgávamos insuperáveis terminaram se dissipando sem esforço.
Diz o mestre:
Quando você precisar enfrentar uma situação difícil, procure usar esta técnica. Exige um pouquinho de disciplina – mas os resultados são surpreendentes.
Transferir responsabilidade a outras pessoas é fácil. A maioria está fazendo isso.
Quer uma vida melhor para você? Comece assumindo suas escolhas, suas imperfeições e seus erros.
Faça isso de cabeça erguida e comprometa-se com a mudança.
Você vai ver quem ganha com isso.
