Coleção pessoal de ricardo_barradas_ricardo_v_barradas
Atualmente, nos princípios da arte contemporânea, o erudito e o popular se entrelaçam. Da mesma forma que a arte digital e o artesanato se comunicam. Não existem mais paradigmas tradicionais entre os opostos, existem sim experimentações de novas linguagens, para o alcance maior do lúdico entre os formais apreciadores e os emergentes divergentes.
Hoje, no contemporâneo dentro do grande baile de mascaras, das grandes cidades é muito difícil saber, sobre onde ficam os locais e quais são as mais apropriadas circularização. Da mesma forma, saber quais são os melhores e indolores, sentimentos sustentáveis.
Amo extensivamente o mundo todo, sempre fomento um meio sorriso de afeto e um olhar de acolhimento descomplicado de esperança. Sou assim por que conheço bem o vale das sombras, o frenesi abstrato das noites e a difícil tarefa do dia, de seguir em frente, sozinho. Na madrugada, pelo profundo silencio, me acomodo calado dentro da nossa realidade. Eu e ela, somos um só. A solidão é existencial, no caminho do individual e do sublime mas confesso impunimente, sem revolta com as principais feridas da alma cicatrizadas, que ainda não me acostumei, naturalmente com isto.
Na verdade pela mutável lei da vida, somos bem mais que remotas possibilidades. Somos incompreensivelmente e surpreendentemente, vitorias.
Nunca devemos abdicar de nossos sonhos, por mais que no momento, bem impossível nos pareça. As verdadeiras vitorias são constitutivas da fé e da persistência. Pois na verdade, é a vida que silenciosamente transpõe as barreiras, do que é finitamente e geometricamente esperado. Tudo é possível.
Muitas das vezes, de tanto tentarmos uma complexa solução para antigos problemas, a mente cansada automaticamente bloqueia novas idéias. Por mais que insistirmos, com os velhos conceitos parece nos que fica cada vez mais complicado e distante de compreensão. Chegamos a blasfemar, impunimente. Deus não existe. Por que isto acontece, só comigo. Sendo assim, apaga tudo, tire um momento em oração para seu ser divino interior, e rogue a vida que lhe apresente novas visões e novas idéias. E boa sorte, que do nada por inspiração da vida, chegará a mais simples e perfeita solução.
Na Bíblia, temos varias versões sobre um mesmo tema, escritas e aceitas diferentemente pelos que a seguem. E em algumas vertentes, existem ainda mais, novas versões discordando e acrescentando outros livros dos textos originais. Logo, a Bíblia Sagrada não é um legado diretamente de Deus, e sim no máximo e na melhor forma, uma inspiração divina aos homens. O grande legado divino para a humanidade, deve ser sempre a fé das diferentes culturas, o acolhimento universal sem julgamentos, o amor pleno ao próximo incondicional e a ampla caridade.
Dentro da ânsia de registros, de meus pensamentos que voam, muitas vezes cometo erros ortográficos, de pontuação e de concordância na acelerada digitação. Rogo a todos, que realizem as devidas correções, em favor das idéias, que furtivamente disponibilizo e que se identificam e acham boas. Desde já fica aqui meu eterno agradecimento pela compreensão,
A verdadeira liberdade social universal é a digna e natural receptividade, de como qualquer individuo se apresenta, em todos os lugares.
Só construímos pontes verdadeiramente na sociedade contemporânea, se tivermos empatia, acolhimento e afeto pelos diferentes, sem qualquer tipo de julgamento.
Uma das medidas que poderiam ser adotadas na qualificação educacional e profissional, que diminuiria, muito o impacto nefasto de melhor circulação e oportunidade para os que transitam por processos de redesignação, os "transgeneros", muitas vezes altamente qualificados profissionalmente no retorno ao mercado de trabalho, seria uma obrigatoriedade de constar nos diplomas e certificados, só o numero do cpf e não mais seu nome social, seja ele, masculino ou feminino. Por que a identificação do gênero, é determinado como o individuo se apresenta na sociedade mas sem saber da original genitália dentro de um caráter apenas biológico, não é possível a clara compreensão, e além disto vem crescendo uma diversidade de redesignação de gêneros nunca antes classificadas.
Cabe ao governo federal, pelas pastas da educação e da cultura, renovar e melhor atualizar a criação de novas bibliotecas nos pontos mais pobres e mais distantes dos grandes centros urbanos da grande nação continental Brasil. Ate por que a inclusão tecnológica digital pela informática é muito cara, além de não ter um sinal estável de provedores e evitar com isto, a primeiro plano a ida quase obrigatória, de busca ao saber nas superpopulosas metrópoles. Um dos pontos, mais importantes é a logística da transferência de livros, que hoje nas grandes capitais estão indo para o lixo, enquanto em diversos locais da nação tem a escassez material da diversidade de títulos.
O Brasil que não conhece o Brasil mas durante muitos anos, nos lugares mais pobres, sem a mínima estrutura de sobrevivência e com grande dificuldade de oportunidades para as crianças e os adolescentes, a única maneira de galgar uma posição no mercado de consumo, na esfera social e mesmo existência fora da finita realidade original, era pela transmutação de gênero e comercialização do corpo. Em alguns pontos principalmente na região norte, está pratica é negociada diretamente com a família, sem pudor. Pois é bem melhor ver um filho se perder no mundo que ele, ficar em casa, e o ver morrer de fome.
Eu desempenhei um papel central na preservação e promoção do legado de Oswaldo Goeldi (1895–1961), um dos maiores expoentes da xilogravura no Brasil. Minha atuação no Projeto Oswaldo Goeldi, especialmente em São Paulo, foi na curadoria e consultorias pois atuando como curador e consultor dos projetos dedicados ao artista na capital paulista, inclusive em parceria com a BM&F (atual B3). Fiz a gestão de acervos como curador do projeto, trabalhando ao lado de Lani Goeldi (sobrinha neta do artista que é a atual gestora da curadoria executiva) para organizar exposições e catálogos que promovam a obra de Goeldi, amplamente.
Realizamos vários projetos pioneiros de arte pública na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro em parceria com a extinta Rio Arte e vários artistas brasileiros, a exemplo o renomado artista e designer gráfico brasileiro, Aloísio Magalhães, muitos em parceria com o Vicariato Oeste, com o eterno e saudoso amigo, o sacerdote católico Manoel Max Lin Rodrigues, mais conhecido como padre Max,sobre a batuta do saudoso amigo o renomado poeta Gerardo Mello Mourão, ficcionista, político, ensaísta e biógrafo brasileiro, considerado uma das figura-chave tanto da epopéia nacional quanto de toda literatura lusófona. Gerardo, era pai do saudoso artista contemporâneo, o escultor, desenhista e artista performático contemporâneo, Tunga.
A natureza da perfeição, do conceito mitológico de amor perfeito, do ser homem mulher pelo comportamento Andrógino, sempre foi questionado dentro de um mundo compacto, regido categoricamente por regras e conceitos sociais severos nas filosofias e religiões, que outorgaram, por uma humanidade imperfeita, incompleta e dividida. Não permitindo que ela seja, mesmo que conceitualmente amorosa, superior e binaria. A eterna qualificação imposta entre a divisão de gêneros, em ser o sol masculino ou em ser a terra feminina, impediu durante muito tempo o aparecimento do ser completo estético, a lua andrógina. A contemporaneidade resgata e resinifica velhos medos e conceitos.
Como jurista aprendi e exerci reflexões no tempo de academia, sobre o principio do Andrógino, e sua origem na obra " O banquete" de Platão, em seu personagem mítico Aristófanes, que fazia parte dos seres humanos originais no planeta que se mistura com o conceito da busca eterna da alma gêmea, pelo castigo de Zeus que os cortou ao meio resultando na busca incessante pela sua "metade perdida". A androginia sempre foi vista como uma representação original, um estado completo e um estado de ser superior anterior à divisão dos gêneros. Este principio da Androginia, literariamente sempre foi dissertado através de icônicas obras de grandes autores,
associado ao amor perfeito.
Desde sempre sabemos que o comportamento e movimento estético tradicional é binário. Que o homem é e se apresenta como o forte e a mulher é e se apresenta como a suave mas que a beleza é a síntese entre os opostos. Sendo assim, de forma incontestável e incondicional, sempre foi e será, inevitavelmente andrógino.
Vivemos em tempos de grandes transformações planetárias, entre o sol e a lua, com noites ensolaradas e dias enluarados, quase entre espasmos de eclipses. A energia que reside no DNA se desprende, no avivamento da vida, da identidade, do gênero que cada um sempre sonhou em ser e passa a ser, apesar dos fetiches, covardias e apetites mundanos do mundo pequeno, que sempre caminhou machista e material, com seus joguinhos infantis de poder. O verdadeiro ser se encontra no espirito e a sua felicidade exercida está sempre ligada a liberdade de optar pela alma desejo, que o leva a existir para a eternidade.
No passado, digo no século XX, existia toda uma sismologia, loteamento e organização padrão de obras de arte para os tradicionais leiloes nacionais e internacionais. No intuito de serem iniciados com obras de menores valores e sendo acompanhadas de obras de valores médios e deixavam as melhores obras e mais importantes com valores quase milionários para perto do fim, do pregão. Desta forma dava um ritmo próprio de oferta e lances entre obras oferecidas como oportunidades e valores. No entanto hoje não é mais assim, aboliram está organização por que o loteamento, não é feito mais pelo organizador e sim pelo sistema computacional, que mesmo com a IA, não tem a capacidade de qualificar a importância das obras.
