Coleção pessoal de ricardo_barradas_ricardo_v_barradas

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Existe o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), tanto em meninos como em meninas. No entanto o numero de casos entre meninos é considerado oito vezes maior do que em meninas. Isto ocorre, não por alguma razão neurobiológica mas sim, por uma questão adaptativa e camuflada, que a menina desde cedo consegue suprimir suas verdadeiras emoções. O que acarreta, que nas maiorias das vezes, passa despercebido dentro das mares fisiológicas, inerentes da natural feminilidade humana.

O ser autista sempre tem muita dificuldade de olhar diretamente nos olhos dos outros, devido a sua super capacidade ótica de leitura essencial de verdadeiras intenções, emoções, e traumas, que cada um carrega dentro de si mesmo que disfarçado. Não se deve obrigar um ser autista, a olhar ou falar com ninguém. Devemos respeitar suas escolhas e afinidades.

Quanto mais acelerado é o metabolismo, do ser, menos chance tem de alcançar muita idade. No entanto isto não se aplica com o processamento sensorial intensificado, pensamentos repetitivos e foco profundo, freqüentemente sobrecarregando-se com estímulos que neuróticos ignoram, isto em tese simples, é o funcionamento do espectro autista.

Na triste historia da arquitetura carioca e fluminense, muitas das grandes e exuberantes edificações e construções, foram jogadas no lixo, por conta da ganância da sociedade empresarial e omissão conivente do poder publico.

Prefiro chamar de crianças geniais em curso (CGC) com grandes possibilidades de êxito e inclusão social, fora do comum, as crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), do que estigmatizar estas crianças portadoras de algum transtorno, como alguma deficiência grave. Pois o autismo, não é doença alguma mas sim uma condição ambígua do neurodesenvolvimento padrão , adotado como referencia por uma sociedade.

Na minha opinião e analise, a contribuição cientifica alemã para melhor compreensão do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), é inegável e pelas minhas vivencias psicanalistas, concluo que a Gestalt-terapia, desenvolvida por Fritz Perls, Laura Perls e Paul Goodman, é uma abordagem psicoterapêutica humanista e fenomenológica, muito indicada para o autista, sendo ela focada no "aqui e agora", na conscientização do que acontece e na responsabilidade pessoal de adaptação como se é.

Como base nas minha constantes pesquisas sobre o autismo, gosto de lembrar que foi por meio do artigo cientifico pioneiro “A psicopatia autista na infância” do medico pediatra e psiquiatra austríaco Hans Asperger, mesmo dentro do programa nazista, no controverso projeto Lebensborn ("fonte da vida", em alemão), e que consistia a predileção ao estudo da psicopatia em meninos, as crianças dentro do artigo foram chamadas de pequenos mestres, devido à incomum super habilidade e genialidade de discorrer sobre qualquer tema que fosse foco e aptidão natural, detalhadamente por varias horas seguidas. Fato este incomum para meninos da mesma idade nas diferentes culturas do mundo.

Em um passado próximo pela pedagogia tradicional, todas as crianças recebiam um conjunto de ensinamentos padrão, igual para todas, para que no futuro pudessem optar por uma personalíssima formação. Com isto, muitos dos saberes aplicados eram desperdiçados pois nunca mais iam ver e nem aplicá-los para nada. Resultando em confusão. Hoje na pedagogia integral, o ensinamento básico comum a todos, não devem ultrapassar a vinte por cento e deixando oitenta por cento, individualmente de conhecimentos que a criança tem maior afinidade, interesse, facilidade e predisposição natural para mais se desenvolver tanto no campo profissional, pesquisador e no âmbito acadêmico cientifico.

Existe de forma branda e subliminar uma grande inter-relacionada experiência combinada entre a pedagogia integral e a espiritualidade inclusiva, tão necessária para os novos tempos.

Desde o começo, nunca consegui ver a arte em simplicidade como um mero comercio estético, de ter, ver, fazer, comprar e vender. Sempre vi a arte com incontáveis complexidades, tais como uma plataforma, ferramenta, meio e caminho de expansão dos diversos estados de consciência, exercício de dialogo sensorial, linguagens simbólicas coloridas não verbais e códigos milenares de aprendizado, inclusão, questionamentos e aperfeiçoamentos vibracionais, espirituais e "etéricos" perante todos, tudo e a todos multiversos.

Pelo estudo e pesquisa da historia sobre o autismo, sabe se que a versão mais abrangente e aceita, é sempre contada pelos vitoriosos que costumam demonizar e barbarizar os oponentes. Sendo assim, nem tudo que falam sobre um fato histórico cientifico é a expressão máxima da verdade, inclusive vários fatos, pesquisas e avanços científicos são omitidos quando não são usurpados na titularidade pelos vencedores, que as aproveitam como avanço natural tecnológico cientifico, originários da mesma época dos conflitos. Assim ocorreu com os estudos do renomado medico pediatra, psiquiatra e pesquisador austríaco Johann "Hans" Friedrich Karl Asperger, ou simplesmente Hans Asperger, entre 1943 e 1944 quando publica o artigo “A psicopatia autista na infância”, publicado em alemão durante a Segunda Guerra, época que Asperger cooperou com o regime Nazista.

As vivencias artísticas devem fazer parte da pedagogia integral e uma forma natural inclusiva ao conjunto infantil e subliminarmente das crianças que possuem a qualquer nível do transtorno do espectro autista, comumente diagnosticado como (TEA). A arte é uma linguagem universal fluídica em todas as culturas desde muito cedo, e principalmente as vivencias visuais e sonoras, são importantes ferramentas de expressão interna sem o compromisso da exposição particular da identidade e das possíveis dificuldades de expressividades perante um todo.

O coração da criança recebe e acolhe as diferenças com mais naturalidade, afinal desde pequeno percebe que na vida, ninguém é igual.

O termo autismo e a terminologia autista foi dito e criado, pela primeira vez em 1908 pelo medico psiquiatra suíço Eugen Bleuler para descrever a conduta de fuga da realidade para um mundo interior secreto e simbólico, observado de forma especifica em alguns pacientes, portadores de esquizofrenias.

Nem muita luz e nem muito barulho, e se for de forma cadenciada é pior para todo portador do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), Não se aproxime muito ao menos que o autista lhe convide a recepção corporal, que na maioria das vezes é muito difícil. O distanciamento, médio é geralmente interpretado como uma condição de respeito e não invasão, a condição personalíssima de ser diferente, do individuo autista.

O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) reúne desordens do desenvolvimento neurológico presentes desde o nascimento ou começo da infância como em comum é dito mas esta situação pode avançar para a vida toda. A maior dificuldade, consiste em preparar o autista para viver na sociedade fora que tem códigos comportamentais bem diferentes. E longe do constante protecionismo daqueles que emocionalmente os cercam, por um determinado tempo, imprevisível. Acredito em pequenos núcleos de autistas, uma comunidade selecionada e interligada pela trajetória de cada um independente de seus níveis. Logico que com um tutor, porto seguro para administrar excessos e introspecções.

Acredito que a primeira forma de comunicação comum e expressão objetiva, no autismo e no TDAH, com o mundo exterior que o cerca, deva ser pelo som, a musica mesmo que da forma mais rudimentar, quase barulho, explorando e ouvindo a cadencia, a intensidade e a objetividade de interesse. Acho bem mais natural musicalizar as emoções e aos poucos entender o universo autônomo dos portadores destas faculdades especiais do que tentar entender e ouvir por meio da fala, dentro de um temperamento oral e mental desconexo ao nosso ouvidos, o que realmente acontece. Creio na arte terapia do som como veiculo e meio.

A matrix tenta qualificar o autismo como uma doença mas não é, e sim uma supercapacidade atemporal de atenção, foco e velocidade. A inicio quase sempre todo portador desta capacidade, silencia se por que está de certa forma aprendendo consigo mesmo, a acalmar a mente no complexo processo de ir e vir, múltiplas vezes. Pois só depois deste aprendizado interior, cada um conseguirá dar saltos quânticos celebrais e voltar, sem perder a própria identidade afetiva e emocional, tão importante a eles, dos diferentes encorajadores ao seu redor.

"No princípio era o Verbo" é a abertura do Evangelho de João (1:1). Todo aquele que conquistar a freqüência da criação, falará diretamente com Deus, com a vida em plenitude e abundancia, não precisando mais de intermediários que são as religiões do mundo. A freqüência é a única ferramenta tonal que consegue alterar de imediato a matéria, a consciência e o espirito humano. Os mais antigos sabiam disto perfeitamente, o poder dos mantras.

Não se julgue, se jogue. O prazer existe, para ser provado. Estas são algumas das frases impressas a fogo nos palitos de madeira, dos picolés Magnum da marca Kibon. Uma estratégia nova de marketing direto para o verão de 2026, quase se achando uma variante dos biscoitinho da sorte, chinês.