Coleção pessoal de reflexao_compartilha
Poucas pessoas controlam toda a riqueza da Terra, a grande maioria se mata pra ter apenas 1% dela.
Poucas pessoas controlam os mercados financeiros, os mercados financeiros controlam a grande maioria.
Poucas pessoas controlam os governos, os governos controlam a grande maioria.
Poucas pessoas controlam as corporações, as corporações controlam a grande maioria.
Poucas pessoas controlam a tecnologia, a tecnologia controla a grande maioria.
Poucas pessoas controlam os recursos naturais, os recursos naturais controlam a grande maioria.
Poucas pessoas controlam as forças armadas, as forças armadas controlam a grande maioria.
Poucas pessoas controlam as mídias, as mídias controlam a grande maioria.
Poucas pessoas controlam as religiões, as religiões controlam a grande maioria.
Poucas pessoas controlam os sistemas educacionais, os sistemas educacionais controlam a grande maioria.
As guerras sempre apresentam nobres motivos, como a paz, Deus, civilização, progresso e democracia. E, se nenhuma dessas justificativas for suficiente, aí entram os grandes meios de comunicação, que criam inimigos imaginários para justificar a transformação do mundo em um grande manicômio, em um imenso matadouro. Essas mentiras são espalhadas, levando as pessoas a aceitar o que é inaceitável, e, no fundo, o que se busca é o controle e o poder. A verdadeira razão das guerras nunca é dita, e tudo se resume a: "Eu mato para roubar."
Antigamente, a escravidão era física, com chicotadas. Hoje, vivemos uma escravidão mental, com banqueiros, investidores e financiadores usando meios de comunicação e mídia para nos aprisionar. Criam valores falsos, nos distraem e nos impedem de refletir. As dores dessa escravidão são ansiedade, tristeza e estresse, sem que percebamos de onde vêm. Vivemos em um sistema que nos mantém mentalmente escravizados.
É impressionante que hoje em dia o sentido puro da frase "te amo" virou deboche, ironia, ego, carência, insegurança, mentira, medo, drama, tristeza, posse, quase tudo, menos amor.
O planeta é como uma célula, junto a trilhões de outras células, dentro de um corpo, e o corpo é o universo, e o universo é o que está dentro de cada um de nós.
Eu vivo em um país onde os políticos não representam o povo, mas servem banqueiros, investidores, corporações e seus próprios interesses, ignorando as constituições que deveriam cumprir. Usam a mídia para manipular, criar valores falsos e me transformar em um consumista de coisas inúteis. Mas sei que meu valor não está em bens materiais, e sim naquilo que sou internamente.
Eu sou livre para imaginar, sentir, falar, amar, viver, fazer e ser o que eu quiser. A verdadeira liberdade está nas minhas escolhas, e o único limite é o que eu me imponho. A vida é moldada pelas decisões que tomo, e eu sou capaz de criar a realidade que desejo, sem restrições externas.
A minoria controladora, os grandes bancos, as grandes corporações, as grandes empresas, as grandes marcas, etc., não se preocupam em formar pessoas conscientes, mas sim em criar trabalhadores sem consciência. Seria um desastre para essa minoria corrupta um povo pensante e atuante.
O maior medo deles é que tomemos consciência, pois, se tomarmos, não conseguirão mais nos controlar. Mas enquanto não tomarmos consciência, continuaremos sendo escravos desse sistema.
Não curto muito ser "normal"; normalidade me lembra normas, e quem segue normas geralmente segue regras, e regras me sufocam, me prendem, me limitam.
O conhecimento é algo que deve ser compartilhado e não guardado, pois quanto mais pessoas sabem, mais pessoas evoluem.
