Coleção pessoal de reflexao_compartilha
Atualmente, as pessoas camuflam suas inseguranças, medos e angústias com ego, vaidade, arrogância, orgulho. Procuram diminuir, desclassificar, inferiorizar o outro para suprir suas necessidades mentais, artificiais. Buscam estimular seus egos através da aprovação dos outros, procuram aceitação dos outros sem ao menos se aceitarem. Desistem de encontrar seu caminho e seguem o caminho dos outros. Dramatizam, se estressam, se entristecem com qualquer insulto, crítica, opinião, julgamento, porque abalam seu escudo ilusório feito de ego. São frágeis por um fator simples: colocam a razão em primeiro lugar e deixam o sentimento em segundo.
Questiono-me:
Se eu fosse morrer amanhã, morreria satisfeito pelo dia de hoje?
Fiz o que queria, falei com quem gostaria, vivi com afeto e verdade?
Ajudei quem precisava?
Dormi em paz com o dia que tive?
Ou fui egoísta, rancoroso, distante?
Fiquei magoado, menti, me isolei?
Dormi tranquilo ou preocupado?
Estou vivendo ou apenas existindo?
O maior arrependimento que uma pessoa tem após estar próximo da morte é não ter acreditado que ela um dia chegaria e perceber que não viveu como gostaria.
"A base do sistema tem sido sempre a mesma: manter as pessoas na ignorância, no medo e em guerra entre elas mesmas."
Só vai conseguir perdoar alguém se aprender a perdoar a si mesmo, perdoar o próprio ódio, a própria tristeza, o próprio orgulho.
Não se cobre por um amor eterno; busque por momentos de amor, pois é através dos momentos de amor que pode talvez prolongar para algo "eterno".
O excesso de informação na atualidade gera excesso de interpretações; o excesso de interpretação gera excesso de sentimentos; e o excesso de sentimentos gera muita informação para entender.
