Coleção pessoal de Raimundo1973

61 - 80 do total de 4011 pensamentos na coleção de Raimundo1973

Por mais que alguém seja justo, honesto e sincero, a verdade é que sempre existirão pessoas com a vida bagunçada tentando atrapalhar o caminho dos outros.
Esses indivíduos não suportam ver a luz de quem anda corretamente, porque a ordem e a clareza expõem o caos que carregam dentro de si.
Mas quem vive de forma íntegra não precisa se preocupar: a verdade sempre se sustenta, mesmo diante da inveja, da maldade ou da desordem alheia.
A justiça não se mede pelo barulho dos que tentam derrubar, mas pela firmeza de quem permanece de pé.
Ser honesto é resistir. Ser sincero é enfrentar. Ser verdadeiro é não se curvar diante das armadilhas.
E, no fim, quem tenta atrapalhar só revela o próprio vazio, enquanto quem se mantém firme segue construindo um caminho sólido, iluminado e digno.

Não sei se estás preparada para ouvir a verdade que carrego no peito. Quero que saibas, desde já, que não falo por impulso: falo com a calma de quem escolheu cada palavra para te encontrar. Estou aqui para oferecer dias inteiros ao teu lado, não como promessa vazia, mas como compromisso de presença e cuidado.
Tu és um universo de elegância, atitude, amor e alegria; és um oceano acolhedor, um porto seguro onde minhas tempestades se aquietam. Toda a magia que conheço mora em ti — nos gestos pequenos, no riso que me salva, na coragem de ser inteira.
Se não estiveres pronta para compartilhar esse caminho, compreenderei; ainda assim, o teu melhor é o mínimo que espero de ti, porque entrego o meu melhor em retorno. Quero alguém que caminhe comigo de frente, que ame com coragem e que aceite ser amado com a mesma intensidade. Se aceitares, farei da tua vida um lugar onde o amor é verbo, ação seja um paraíso de bênçãos e felicidade.

Na escuridão que me devora, tua lembrança é chama indomável.
Cada suspiro meu é um grito que clama por ti, cada silêncio é um abismo onde só tua voz poderia me salvar.
O mundo se desfaz em cinzas quando não estás, mas dentro de mim arde a certeza de que teu toque é redenção.
És tormenta e refúgio, pecado e absolvição.
No desvario da carne, encontro tua essência como se fosse oração.
E quando o medo me prende, é teu nome que liberta, é teu olhar que me ergue, é teu amor que me reconstrói.
Que venha o fogo, que venha a noite: nada me consome mais do que a ausência de ti.
E ainda assim, mesmo no caos, és a promessa que me guia — a eternidade que se escreve em cada batida do meu coração.

Na tua imprudência pervertida, eu me perco desbravador,
atravessando o teu limbo devasso, mulher do pecado.
Sou um flagelo de aparências ainda vivo,
mas por dentro já não respiro
morto no espírito, na alma, no corpo.
Em ti não há piedade,
nem compaixão que me resgate.
Deixaste-me errante, sem fronteiras,
sem direção,
sem herança além de ti.
Tu és o único benefício da minha ruína.
Em ti, a luxúria não dorme —
ela reina todos os dias.
E eu, prisioneiro do teu desejo,
sou escravo até na sombra dos meus pensamentos.
Não há outro universo,
não existe recomeço possível.
O que me resta é viver este cárcere,
aprisionado no teu covil,
onde o pecado se faz morada
e nem mesmo a santidade ousa me visitar.
Ainda assim, é em ti que permaneço,
mesmo condenado,
mesmo perdido,
mesmo amando aquilo que me destrói.

Em teus olhos arde o fogo que me consome,
um incêndio sem trégua, sem perdão.
Sou prisioneiro das tuas garras invisíveis,
onde cada toque é sentença,
cada beijo é ferida que sangra prazer.
Teu corpo é templo profano,
altar de luxúria onde me prostro sem resistência.
Não há salvação, não há fuga,
apenas o abismo que se abre em tua presença.
E mesmo morto por dentro,
meu espírito rasteja até ti,
porque és veneno e remédio,
és pecado e redenção.
No cárcere do teu covil,
sou sombra e chama,
sou escravo e amante,
sou o eco da tua perversidade
que insiste em chamar de amor.

Tô me afastando sem pedir licença,
sem carimbo, sem protocolo, sem perdão implorado.
Minha estrada não tem cronograma,
nem calendário que dite o compasso da minha respiração.
Quem não deseja estar na caminhada comigo
fica pelo acostamento da própria escolha.
Eu sigo, inteiro, mesmo que em pedaços,
porque minha alma não negocia liberdade.
Se você não tem alma, não é livre,
não espero nada de você.
O vazio não me alimenta,
a ausência não me prende.
Eu sou o corte que rompe o silêncio,
sou a palavra que não se curva,
sou a sombra que se ergue contra o peso do mundo.
E sigo — sem licença, sem permissão,
com a força de quem não precisa pedir para existir.

Eu mudei há muito tempo.
Não por ser um mau-caráter, nem por ser um tolo distraído.
Mudei porque não aceito mais caminhar lado a lado com o caretismo que me acompanhava nas vilas da vida.
Não faço questão alguma de voltar ao que eu era antes.
Acordei a tempo de me proteger da tempestade,
de erguer minha própria fortaleza,
de entender que a mudança não foi fraqueza,
foi coragem.
Hoje sigo firme, sem olhar para trás.
Quem quiser caminhar comigo, que venha com verdade.
Quem não quiser, que fique preso às suas próprias sombras.
Eu sigo livre. Eu sigo desperto sem ninguém pra me atrapalhar.

Tô indo embora


To arrumando as malas
Tô indo embora
Não levo choro lamentação
Nem lembranças de outrora.


Ja arrumei as malas
Adeus tchau tchau
Não vai haver recaída
Nem a esperança voa em paz.


Tô indo embora pra salvar meu coração
Descobri que estava vivendo
Em solidão.

Meu amor não me cega,
meu respeito não me diminui.
Nem tudo é uma saga
que não possa ser melhor.
É na calma dos teus olhos
que encontro o infinito,
na ternura dos teus gestos
que descubro o sentido.
O amor que nos guia
não é prisão, é liberdade,
não é sombra, é claridade,
não é peso, é poesia.
E se o mundo nos desafia,
seguiremos de mãos dadas,
pois cada passo ao teu lado
transforma a vida em jornada.

Não é pelo amor que sinto, nem pela admiração que tenho por você, mulher da minha vida, que deve pensar que sou um tolo fraco ou ingênuo.
Meu coração é intenso, mas minha mente é firme.
Eu te dei liberdade para ir e vir, porque respeito sua escolha.
Eu te dei ferramentas para caminhar, mas também o alerta: cuidado para não se perder em seus próprios passos.
Amar não é ser tolo. Amar é ter coragem.
E coragem é saber dizer: eu estou aqui, mas não sou refém. Lembrando que, o chinelo é para ir e vim. A corda é a tua escolha não vá se enforcar

Aceitar os tropeços na caminhada não é se prender à ideia de erro ou fracasso.
Tropeçar é parte do movimento, é sinal de que estamos avançando, mesmo que o passo não seja perfeito.
O equilíbrio não nasce da ausência de quedas, mas da capacidade de se manter firme depois delas.
Cada tropeço ensina a ajustar o corpo, a mente e o coração para que o próximo passo seja mais consciente.
Estabilidade não é rigidez. É a sabedoria de se adaptar, de reconhecer que o chão pode ser irregular, mas que a força interior pode nos manter de pé.
Assim, aceitar os tropeços é aprender a caminhar com coragem, sabendo que o verdadeiro equilíbrio não está em nunca cair, mas em estar preparado para seguir em frente.

A vida, às vezes, se apresenta como uma estrada maltratada, cheia de buracos e curvas perigosas. Para quem já aprendeu a caminhar entre tombos e tropeços, cada obstáculo deixa de ser um fim e passa a ser apenas mais um trecho do caminho.
Os buracos não paralisam quem já conhece a dor da queda. Pelo contrário, tornam-se parte da paisagem, lembrando que a resistência não nasce do conforto, mas da luta. Quem vive aos trancos descobre que a estrada ruim não é inimiga, mas professora: ensina a levantar rápido, a endurecer o passo e a enxergar além da poeira.
O percurso não é fácil, mas é verdadeiro. E quem segue, mesmo entre tropeços, carrega dentro de si uma força que não se mede pela suavidade da estrada, mas pela coragem de continuar caminhando.

Eu não te peço amor como súplica,
nem imploro que faças da tua vida um altar para mim.
Peço apenas que sejas verdadeira,
que não me ofereças migalhas quando tens um universo dentro de ti.
Se não fores capaz de incendiar teus dias ao meu lado,
se não fores capaz de viver o teu melhor comigo,
então não posso permanecer na sombra do que poderíamos ser.
Prefiro a solidão honesta
ao abraço morno que não me sustenta.
Prefiro partir com a dignidade intacta
do que ficar onde o coração não floresce.
Eu sou feito de intensidade,
de horizontes que pedem coragem,
de sonhos que exigem presença.
E só quem ousa viver o próprio melhor
pode caminhar comigo até o fim.

Vem viver o lado que a história silenciou,
aquele capítulo escondido que só nós podemos escrever.
Descobrir a essência do meu caráter,
onde não existe disfarce, apenas a nudez da alma.
Sou feito de verdades, de intensidade,
de uma felicidade que não se contém —
ela explode e se derrama em direção a você.
Não te ofereço metade, não te ofereço sombra.
O que tenho de melhor, o que pulsa em mim,
é teu por inteiro.
Eu te dou o meu riso, o meu silêncio,
o meu fogo e a minha calma.
Eu te dou o que sou, sem reservas,
porque amar você é a minha forma mais pura de existir.

Não há silêncio que consiga calar tua presença;
ela ecoa em cada instante,
como chama indomável que insiste em arder.
És raiz profunda que não se arranca,
és marca que não se apaga,
és memória viva que desafia o tempo.
E ainda que o mundo tente me distrair,
há sempre um sopro que me devolve a ti,
feito destino escrito nas veias,
feito verdade que não se desfaz.

Se um dia o silêncio cobrir minha voz,
que o sopro da tua presença seja meu idioma.
Pois amar-te não é lembrança,
é chama que não se apaga,
é raiz que se prende ao infinito.
Não há esquecimento capaz de apagar teu nome,
pois ele pulsa em cada batida,
como segredo gravado na eternidade da pele.
És mais que lembrança, és eternidade,
és o destino que me escolheu
quando o universo ainda aprendia a respirar.
E se o tempo ousar me roubar a razão,
que reste apenas o coração,
gritando em silêncio:
eu te amo, além da memória, além de mim.

Eu gritei o teu nome na sombra do meu pensamento,
como quem chama a eternidade para não se perder no silêncio.
Antes que me falte memória, antes que o tempo me roube lembranças,
continuarei a pensar em ti, mulher encantadora,
dona dos meus instantes, senhora dos meus segredos.
Tu és o sopro que acende minha alma,
a chama que não se apaga mesmo na noite mais escura.
És o perfume que invade o espaço vazio,
a melodia que insiste em tocar dentro de mim.
E se o mundo me esquecer, se as horas me apagarem,
ainda assim teu nome será tatuado no meu coração,
como um verso indomável, como um grito eterno,
como a verdade que não se cala:
tu és minha poesia, meu destino,
meu amor que não conhece fim será gravado em minha mente por toda minha vida vivida.

Pode acreditar em mim, eu te amei — mesmo quando só havia teu rastro
no silêncio dos meus pensamentos,
mesmo quando a tua voz era um eco distante
e a tua presença, um mapa que eu desenhava à noite.
Amei-te como quem guarda um fogo em segredo,
sem pedir abrigo, sem cobrar retorno;
amei-te com a fome de quem conhece a própria sede,
com a coragem de quem planta flores no inverno.
Havia em mim um mar que te chamava pelo nome,
ondas que batiam nas pedras da saudade,
e cada lembrança tua era uma estrela acesa
no céu que eu tecia para não me perder.
Sei que te amei com a força dos rios que não se explicam,
com a paciência das raízes que sustentam árvores inteiras;
amei-te sem medida, sem trégua, sem testemunhas —
um amor que foi inteiro, mesmo quando só existia em mim.
Guardo esse amor como quem guarda um segredo sagrado:
não para esconder, mas para lembrar que fui capaz
de amar com toda a pele, com toda a voz, com todo o tempo.
Lembra — eu te amei, e esse amor ainda me habita.

Lembra-te…
Que eu te amei, mesmo quando eras apenas sombra nos meus pensamentos.
Amei-te na ausência, no silêncio que gritava teu nome,
na distância que não apagava tua essência.
Ainda assim, eu te amei.
Amei-te como quem guarda fogo no peito,
como quem se perde e se encontra na mesma lembrança.
E mesmo quando o tempo tentou roubar tua imagem,
eu te mantive vivo em cada suspiro,
em cada palavra não dita,
em cada madrugada que se vestia de saudade.
Lembra, porque eu não esqueço:
o amor que te dei não foi pequeno,
foi tempestade e calmaria,
foi ferida e cura,
foi eternidade em instantes.
Ainda assim… eu te amei.

No limbo escaldante, onde o tempo se dissolve em brasas,
meu pecado se ergue como sombra que me trai,
um espectro sedento, arrastando-me ao submundo da escuridão.
Ali, invisíveis correntes se entrelaçam,
envolvendo corpos e almas em cárceres de silêncio,
presas no pântano pecaminoso,
onde cada suspiro é lama,
cada lembrança é veneno.
Caídos, amordaçados, em lenta decomposição,
somos ossos que ainda gritam,
somos ecos que não cessam,
somos o reflexo da culpa que nunca se apaga.
E no abismo, onde a noite não conhece aurora,
a traição se torna eterna,
o pecado se torna carne,
e a carne se torna pó.
Esse estilo mistura intensidade, imagens fortes e ritmo poético, quase como um cântico sombrio. Quer que eu leve esse texto para um tom mais místico e esperançoso, como se houvesse uma saída da escuridão, ou prefere que ele permaneça sombrio e visceral.