Coleção pessoal de quelma_falcao

Encontrados 18 pensamentos na coleção de quelma_falcao

Fui forjada no fogo como um pedaço de ferro que transforma na mão do ferreiro;
As duras pancadas, o fogo foram me moldando conforme o trabalho do ferreiro;
Hoje sou o que sou só porque resisti ao processo;
Já nada mais me surpreende, quando vivemos o processo de forma intensa, dura, mas confiante na minha força interior.

Nem sempre um coração vazio tem espaço;
Nem sempre um sorriso é de felicidade;
Nem sempre um estou bem é real;
Nem sempre um não importa, realmente não importa;
Nem sempre estar sozinha é solidão, só uma escolha;
Nem sempre uma dor é de amor, mas falta dele;
Nem sempre vemos o que realmente está diante dos nossos olhos;
Mas de uma coisa tenho certeza, nada é para sempre.

As vezes sinto o amor em mim, só as vezes;
Na maioria do tempo sinto só um vazio que ultrapassa a alma;

Deixa-me chegar devagarinho para não te assustar;
Deixa-me te amar de mansinho para te machucar;
Deixa-me aconchegar em teus braços e ficar sem medo.
Deixa-me sonhar só uma vez antes de partir.

“O conhecimento é uma bagagem que a gente carrega para o resto da vida, mas que não pesa”

Fechei portas nos meus sentimentos; Fechei portas nas minhas ilusões; Fechei portas nas minhas expectativas; Fechei portas dos meus sofrimentos.
Abri janelas do amor próprio.
Abri janelas para a paz.
Abri janelas para o perdão.
Abri janelas para o esquecimento. Se quiser entrar terá que construir sua própria porta em mim.

Eu tenho saudades de mim em uma história que não vivi, mas que sonhei uma vida toda.

Procurei o amor, mas não o encontrei;
Percebi que ele ja estava dentro de mim, e não nas pessoas, por isso resolvi me amar, antes que seja tarde demais.

Quem bate esquece, mas quem apanha guarda as cicatrizes das pancadas.

O conhecimento é uma bagagem que não pesa na mala da vida.

A vida é um processo que nos ensina, que mais vale o percurso, do que o ponto de partida ou da chegada.

Há páginas em mim que não escrevi,
Há sementes que não plantei,
Há sorrisos que não dei,
Há dores que não senti,
Há presentes que não ganhei,
Mas tenho certeza que as dores que sobrevivi me forjaram em aço que ecoa entre as entranhas da vida.

Às vezes não consigo ver o sol no horizonte mesmo sabendo que ele está lá,
Às vezes não sinto a chuva, mesmo andando debaixo dela.
Às vezes finjo viver, mesmo sabendo que não estou mais aqui.

Eu só queria encontrar comigo num desses vaivém da vida pra saber se ainda sobrevive a mulher que um dia existiu.

Eu ja morri tantas vezes, que meu coração e minha mente não sabe ao certo onde está. Um buraco se formou no peito e vazio na alma. As vezes não me reconheço, e me pergunto quem sou eu? . Perdida em um imenso vazio, luzes apagadas, sigo a jornada que nem sei onde vai dar.

Há uma mistura em mim, que me deixa confusa, uma parte que quer ficar e outra que quer ir embora.

Às vezes nos perdemos no próprio caminho que escolhemos.

Perdida nos devaneios da vida, a solidão doe na alma, o peito chora e coração já não bate mais tão forte. Um dia , uma batalha, as vezes vence as vezes perde, ⁠mas segue pois o percurso é longo e a palavra desistir não existe no meu dicionário.